quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

REFLEXO DOS EQUÍVOCOS DA DIRETORIA DE FUTEBOL, CHAPE É FRUSTRAÇÃO!


Foto: Divulgação Chapecoense/Aguante Comunicação
Chapecoense 0x0 Figueirense.

Na noite de ontem, a Chape, mais do que nunca, precisava vencer, fazer o resultado, para fugir do hexagonal da desgraça, porém o técnico armou o time para não perder o jogo.

A equipe teve posse de bola, domínio do jogo na maior parte do tempo, mas sem vocação ofensiva, pelo viés defensivo dos atletas escalados.

Senão vejamos: 

A equipe atuou:

a) com dois zagueiros presos lá atrás; 

b) dois laterais, com preocupações defensivas e nada efetivos no apoio; 

c) dois volantes de contenção, defensivos, que se limitaram a desarmar (não sabem sair jogando); 

d) dois meias com problemas: Neném meia-esquerda, além de atuar muito recuado, é lento, conduz muito a bola, a marcação adversária chega em cima, sofre marcação serrada e raramente acerta um passe. Wescley, meia canhoto, atua fora de posição, está deslocado para a direita, tem velocidade, boa movimentação, joga mais adiantado, porém erra muitos passes, é individualista e raramente chuta a gol; 

e) dois atacantes: Rodrigo Gral, em face desses problemas da equipe em campo a bola não chega no ataque. Então, ele volta para buscar o jogo. O outro atacante não existe, é uma piada.

O problema é crônico. 

A equipe é inofensiva.

As deficiências residem nas laterais e nos setores do meio de campo e ataque. 

O treinador apenas diz que não abre mão de suas convicções defensivas.

Em relação às perdas do ano passado, as reposições não foram feitas à altura. 

Dos 10 novos contratados, a maior parte não serve sequer para a Série C, não tem futebol com as características requeridas, necessárias para a equipe. Erraram a mão! 

Como explicar essa barbaridade? 

Dá impressão que tem algo de errado no Departamento de Futebol da Chapecoense, pois é inacreditável tantas contratações furadas! 

Pois é.

Se isso não bastasse, ainda tem o técnico, que além de medroso, é teimoso e não conhece os jogadores do plantel que tem à disposição. 

Consequência disso tudo: a equipe é a única que ainda não venceu na competição e ostenta e carrega, com merecimento, a lanterna do Catarinense 2014. 

Há ainda chances matemáticas de buscar uma vaga no quadrangular, pois restam 5 jogos (buscar 4 vitórias em 5 jogos), mas com esse time e com essa teimosia e falta de ousadia do técnico, é esperar muito!

Avante Verdão!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

NO CAMINHO DA CHAPE, A PRIMEIRA ENCRUZILHADA DO ANO 2014


Nesta quarta-feira, a Chapecoense tem um jogo decisivo contra o Figueirense, na Arena Condá. Se vencer, segue firme o caminho para garantir uma vaga no quadrangular; porém, se empatar ou perder estará, fatalmente, no fatídico hexagonal que apontará os dois Clubes rebaixados da temporada 2014.

Logo, é vencer, ou vencer.  É 8 ou 80. O empate não adianta nada!

O resultado do jogo vai determinar que caminho a Chape seguirá, a partir daí, no Catarinense.

O treinador do Verdão do Oeste tem consciência disso, mas tem problemas. 

A equipe ainda está sem ponto de equilíbrio.

Se o sistema defensivo deu resposta positiva no empate sem gols contra o Joinville, já não se pode falar o mesmo da meia cancha e do ataque. 

Os setores de meio de campo e ataque estão devendo futebol; estão tirando o sossego, a paz de espírito do técnico e dos torcedores.

Como o treinador não gosta de mudar muito no time que vem jogando, mas, não tem jeito, 3 mudanças, no mínimo, são necessárias, em relação à formação inicial que começou o jogo lá na Manchester de Santa Catarina.

Sendo assim, a formação menos pior para iniciar do jogo desta quarta-feira é a seguinte:

Nivaldo; Fabiano, Rafael Lima, André Paulino e Pirão; Wanderson, Dedé, Tiago Luís e Wescley; Rodrigo Gral  e Bergson.

Justificando as mudanças propostas:

Entrada de Pirão na ala esquerda, e saída do Fabinho Gaúcho. O Pirão marca melhor defensivamente e tem mais velocidade e qualidade no apoio ao ataque.

Saída de Wilian Arão (volante) para entrada do meia-atacante destro Tiago Luís.É a mudança mais importante na equipe, pois:

a) corrige um problema sério que é a falta de saída de bola do Verdão. Tanto Wanderson, quanto Wilian Arão, não têm saída de bola, limitam-se a marcar, destruir. Ora, é um desperdício atuar com dois jogadores fazendo a mesma  função de primeiro volante. Por isso, o 2° volante deve ser o Dedé que foi bem no jogo passado, e tem boa saída de bola;

b) outra boa consequência desse mudança proposta é o fato de permitir ao Wescley desempenhar a função de meia esquerda, de atuar na sua real posição, e não pela direita. Com isso, deixa o time o Nenén que atuou muito mal, nos últimos jogos. Assim, a Chape terá 2 meias velozes no meio de campo: Tiago Luís e Wescley.

Com isso,  acredito que a bola vai chegar, com qualidade, no ataque para Bergson e Rodrigo Gral.

Avante Verdão!

PENEIRÃO DA CHAPECOENSE 2014




Desde o dia 1° de fevereiro 2014 estão abertas as inscrições para testes na categoria Sub-20, conforme comunicado do Departamento de Categorias de Base da Associação Chapecoense de Futebol de 30/01/2014, no site oficial do Clube.

O período de inscrição de AVALIAÇÕES JÚNIOR 2014 vai até amanhã, quarta-feira, 05 de fevereiro 2014.

Os testes iniciam, na sequência, ou seja, a partir do dia 07 de fevereiro, conforme regulamento disponível para download através do Facebook oficial do clube, no link:

 https://www.facebook.com/AChapeF

Link para realizar o download de todos os arquivos, documentos, necessários para a inscrição: http://migre.me/hEt86

Os interessados devem ler atentamente todas as normativas, a fim de assegurar a participação nos testes. Informações e dúvidas através do e-mail: 
testes@chapecoense.com

domingo, 2 de fevereiro de 2014

SEM UM CAMISA 10 E SEM UM FINALIZADOR, A CHAPE É IRRECONHECÍVEL

Foto: divulgação Chapecoense/Aguante Comunicação.
Joinville 0x0 Chapecoense.

O camisa 10 Marcelo Costa, o melhor jogador em campo, meteu 3 bolas na trave da Chapecoense e o placar, teimosamente, ficou em branco.

Sorte do Índio do Oeste que somou um ponto na tábua de classificação.

O Joinville começou o jogo no sistema tático 4-3-3.

Já a Chapecoense iniciou a partida no esquema 4-5-1 e congestionou o meio de campo, o tempo todo.

O Verdão do Oeste teve posse de bola, mas não sabia o que fazer, pois a proposta era defender-se, não tomar gol, e conseguiu beliscar um empate, com muita sorte diga-se de passagem, pois a trave salvou, ou seja, a trave parou o Joinville.

O Verdão não chutou uma bola sequer contra a meta do goleiro Ivan, que foi um espectador privilegiado.

Para ser mais preciso, no primeiro tempo, o Bergson cobrou uma falta do meio de rua, e a bola subiu muito, passou sobre a meta do goleiro do JEC, e foi somente isso a parte ofensiva da Chape, no jogo. 

Quando a Chape retomava a bola na defesa, não tinha velocidade e não tinha contra-ataque, pois o Nenén errava os passes na ligação, matando os contra-ataques da equipe.

Faz muita falta, e quanta falta faz, um camisa 10 para a Chapecoense, e um atacante matador.

O jogo valeu pelo empate.

Já o técnico da Chape, que estava incomodado com pressão dos últimos dias, saiu comemorando o fato do time não ter tomado gol, atuando fora de seus domínios; entende que conseguiu ajustar o sistema defensivo e que, agora, é preciso ajustar o meio de campo.O cara é muito otimista, não é?

A TV aberta transmitiu ao vivo o jogo para todo o Estado SC em cadeia com o Canal Premiere. Eu assisti ao jogo aqui na Capital Federal, em Brasília.

Os telespectadores da RBS votaram no melhor e no pior jogador em campo, durante o jogo. Pela Chapecoense o melhor foi o volante Dedé e o pior, sem novidade, foi o meia Nenén que não conseguiu acertar um passe superior a 10 metros de distância, matando os contra-ataques da Chape.

Na próxima rodada, na quarta-feira às 22 horas (jogo da TV aberta), a Chape enfrenta o Figueirense, na Arena Condá.

Agora, é vencer ou vencer, só a vitória interessa.

Avante Verdão!

Obs:

Só para lembrar, o Lúcio Maranhão, que a Chapecoense não quis contratar, marcou 2 gols hoje na vitoria do Figueirense por 3x2 sobre o Metropolitano. O atacante Alvinegro já marcou 3 gols, tem média de 1 gol por jogo. 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

NA MANCHESTER CATARINENSE, A CHAPE TEM CONDIÇÕES DE FAZER O RESULTADO QUE PRECISA?

Neste domingo, a Chapecoense enfrentará o JEC, na Arena Joinville, às 17 h, pela 3ª rodada do Catarinense 2014.

Ambas as equipes não estão bem na tábua de classificação; cada qual tem apenas 1 ponto ganho, em dois jogos.

Quem perder estará, praticamente, sem chance de conquistar uma vaga no quadrangular final, neste torneio de tiro curto de apenas nove rodadas, e terá, então, que se contentar em disputar o torneio contra o rebaixamento,o fatídico hexagonal.

É confronto de adversário direto por uma vaga no quadrangular final. Por isso, é jogo de 6 pontos.

A Chape sabe disso, tem consciência de tudo isso, mas tática e tecnicamente o Verdão não inspira confiança ao seu torcedor. Fazer o resultado que precisa, no norte do Estado, é um sonho muito distante. Não dá para duvidar da equipe, mas será preciso acontecer um milagre para o Verdão trazer os 3 pontos da Manchester Catarinense.

Pelo trabalho tático realizado na tarde desta sexta-feira  no campo da Aurora, Neném e Wiliam Arão continuam, serão mantidos no time. Então, já dá para perceber o drama.

No treino, a equipe titular teve a seguinte formação, esquema 4-3-2-1: Nivaldo; Fabiano, Rafael Lima, André Paulino e Fabinho Gaúcho; Wanderson, Dedé e Wilian Arão; Wescley e Nenén; Bergson. Parece que o Rodrigo Gral, por enquanto, está vetado pelo DM; não treinou hoje.

Em relação ao meio de campo, preciso explicar as dificuldades atuais da Chapecoense. 

O ano passado, a Chape atuou na Série B do Brasileiro com 3 volantes e 1 meia de armação, criação ou ligação. Os volantes do ano passado, Paulinho Dias, Diego Felipe e Augusto tinham características diferentes dos atuais volantes: Wilian Arão, Dedé e Diones. O ano passado os volantes tinham saída de bola, arranque e velocidade e apareciam para concluir a gol. Neste ano, não! Os volantes não têm saída de bola, não têm arranque, não têm velocidade e não aparecem para concluir a gol. Ainda, o meia de ligação do ano passado era o habilidoso Athos que tem mais mobilidade do que o Nénen. Por isso,o meio de campo da Chape, neste início de campeonato está desfigurado, irreconhecível. 

Neste jogo em Joinville, não dá para esperar evolução da Chape, pois a carruagem contínua seguindo do mesmo jeito dos 2 últimos jogos, lenta e dando sopa para o azar. 

Essas mudanças pontuais que poderão acontecer,  volta de Fabiano para a lateral direita, a entrada de Wescley no meio e apenas um atacante na escalação, vão tornar a equipe muito defensiva.

O técnico vai congestionar o meio de campo com 5 atletas (3 volantes jogando alinhados protegendo os zagueiros e 2 meias, mais à frente), mas o time continuará com dificuldade para envolver o adversário, pois a Chape terá no meio de campo só jogadores lentos e com dificuldade de passe, exceto o Wescley. Mas, como diz o ditado: uma andorinha só não faz verão!

Claro, como torcedor quero que aconteça a vitória da Chape lá no norte do Estado, e a esperança é a última que morre, mas do jeito que a Chape está atuando tática e tecnicamente, é preciso botar as barbas de molho, pois o treinador está equivocado. Não dá para continuar, ou insistir, no sistema tático do ano passado, pois as características dos jogadores do meio de campo, neste ano, são outras, muito diferentes.

Avante Verdão!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

EM CASA, CHAPE VOLTA A DECEPCIONAR


Foto: Divulgação Chapecoense/Aguante Comunicação
Chapecoense 2x2 Marcílio Dias.

É perda de tempo analisar tática e tecnicamente o desempenho do Verdão do Oeste e do técnico Gilmar Dal Pozzo, na noite de ontem.

Primeiro, o técnico é teimoso, e ainda está de "salto alto", figura ridícula. Já levou, sofreu, nó tático do Milton do Ó, na estreia do Verdão lá em Jaraguá do Sul no sábado passado e, ontem, novamente mandou a campo o mesmo time capenga, meia boca, da estreia, porém com uma novidade: Bergson no lugar do Roni. 

Não dá, a escalação do time está equivocada, isso é óbvio, mas o técnico alega que tem suas convicções.
Utiliza 3 volantes de contenção que não valem por um e um meia, todos capengas. O meio campo da Chape não existe tática e tecnicamente. É fraqueza, dói na alma. 

Acredito, se o técnico consertar esse meio de campo, o resto se ajusta por si, naturalmente.

O meia Nenén, boa gente, figura humana, precisamos agradecer pelo que fez pela Chapecoense nesses anos, mas não dá mais. Nesses 2 últimos jogos comprometeu o desempenho do time, figura sonolenta, apática, em campo. Enquanto isso, o Wescley está comendo a bola, pedindo passagem, e o técnico tá aí de firula, com convicções equivocadas,  embromando a Chapecoense que está, cada dia mais, se aproximando do fatídico hexagonal.

Em relação aos volantes, o Wanderson não está bem. O Wiliam Arão é decepção total, mas é o cara de confiança do técnico na bola parada. O cara cobra as faltas e escanteios, mas é uma negação, não tem eficiência em nenhum fundamento, contratação equivocada. O torcedor não pode nem ouvir mais esse nome. Acorda comandante! Enquanto isso, Diones e Dedé no banco, jogam com uma perna só nesse time.

Acorda comandante!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

FURAR A RETRANCA


Conhecemos bem o trabalho, a trajetória do atual técnico do Marinheiro.

Quem não lembra da Série C 2010?

Verdão do Oeste, sob o comando desse treinador, perdeu, lamentavelmente, o acesso à Série B do Brasileiro, naquele ano, para o então Ituiutaba, atual Boa Esporte Clube, justamente por excesso de preocupações defensivas.

Não tenho dúvida, se a Chape quiser somar 3 pontos neste jogo de hoje à noite contra o Marcílio Dias, terá que superar a provável retranca, o ferrolho defensivo da equipe visitante.

Mas como a Chape vai  furar retranca?

Pois é.

Isso depende dos jogadores, do sistema tático e da estratégia traçada pelo treinador do Verdão do Oeste.

Por exemplo, contra o Juventus, em Jaraguá do Sul, contra adversário retrancado e tecnicamente inferior, o treinador da Chape foi incompetente em sua estratégia, não conseguiu fazer o seu time jogar; levou nó tático do Milton do Ó.

Para furar retranca, penso que o técnico da Chape já esqueceu as lições do Pep Guardiola, ex-técnico do Barcelona e atual técnico do Bayern Munique, atual campeão mundial de clubes, título conquistado em dezembro último na final contra o Raja Casa Blanca, Marrocos.

A propósito, para rememorar os fundamentos teóricos, transcrevo a seguir, por oportuna, a matéria publicada no Blog do Ari, no site Futebol Interior, do dia 21/12/2013, após a final do mundial de clubes, que explica, resumidamente, o plano estratégico utilizado pelo Pep Guardiola para superar sistema defensivo retrancado,  in verbis:
Guardiola, uma aula de futebol para a treinadorzada brasileira


O treinador do Bayern de Munique, Pep Guardiola, pode chamar todos nós - treinadores, críticos esportivos e torcedores em geral - e dizer em alto e bom som: ‘sentam aí no banquinho e aprendam comigo’.

Se muitos suspeitaram que ao sair do Barcelona, ano passado, ele não repetiria o sucesso em outro clube, a resposta foi dada na tarde deste sábado no Marrocos, quando levou o time à conquista do título Mundial de Clube após vitória por 2 a 0 sobre o Raja Casablanca.

Guardiola continua dando show & show. Oferece uma aula de futebol a esta treinadorzada brasileira, com repertório tático de impressionar.

Em pouco tempo no comando do Bayern não só transportou para o seu time a cara do Barcelona, com aquele inconfundível toque de bola, como incrementou outras ‘cositas’ mais.

Na vitória sobre os africanos do Raja Casablanca Guardiola reafirmou que o melhor ‘remédio’ contra adversários retrancados é marcá-lo sob pressão na saída de bola e, ao roubá-la, criar quantas chances de gols forem possíveis, para definição logo do resultado.
Guardiola tem a maestria de posicionar a sua equipe de forma compacta. Assim, à medida que algum jogador de seu time perde a bola, pode-se prever rápida recuperação. Seus comandados sempre estarão atentos para sufocar o adversário. 
Agora, no Bayern, Guardiola consegue fixar jogadores abertos nas extremas prontos para receberem a virada de jogo.
De repente, dois ou três jogadores de seu time ‘penteiam’ a bola de um lado do campo, no ataque, e assim exigem concentração do maior número de adversários por ali. É aí que ocorre a virada de jogo, com algum jogador de seu time desmarcado na outra extremidade do campo, em condições de definir melhor a jogada. E isso é treinado exaustivamente.

MAIS VELOCIDADE

A cara deste Bayer é de time que mantém a posse de bola com a vantagem de colocar velocidade nas jogadas, filosofia inerente ao time.
A boa estatura do time alemão recomenda também o trabalho em jogada aérea. Pois Guardiola explora sabidamente o alto zagueiro Dante em lances de bola parada.
E não venham com argumentos de que Guardiola conta com o melhor material humano possível para colocar em prática a sua filosofia.
Evidente que isso é preponderante, mas fica claro o dedo do treinador quando foca o atleta para que raciocine permanentemente na execução das jogadas. Nada de passes ou dribles improdutivos. Tudo é aplicado conforme a finalidade.
A aula de Guardiola é gratuita. Quem dela extrair bom proveito só tende a ganhar no futebol.
Tudo isso, parece simples. Não é não!, mas é por aí...

No futebol não existe mágica.

É necessário muito trabalho, treinamento repetitivo à exaustão, para se chegar à perfeição, aos resultados.

Portanto, para evitar na Arena Condá a surpresa que ocorreu lá em Jaraguá do Sul, e para superar o sistema defensivo do Marinheiro (que atuará provavelmente com os jogadores atrás da linha da bola), é necessário determinação, comando técnico do treinador aos atletas do Verdão para fazer, executar a marcação sob pressão na saída de bola da defesa adversária, desde o início do jogo, e com a posse de bola, imprimir  velocidade nas jogadas, virando o jogo de uma extremidade do campo para outra, que a vitória, naturalmente, virá!

Como visto, é preciso desmistificar que só o treinador sabe tudo de sistema tático e de estratégia de jogo, na teoria. Se assim fosse, jamais poderíamos questionar, analisar, tecnicamente, o trabalho do treinador.

Avante Verdão!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

CHAPE CONTRATA MEIA CANHOTO RÉGIS


Jovem meia Régis fez o primeiro gol do América-RN no clássico (Foto: Augusto Gomes)
Foto: Augusto Gomes

Régis Augusto Salmazzo, de 22 anos, meia-esquerda talentoso, ágil, veloz, articulador e goleador, revelado na base do São Paulo Futebol Clube, no Centro de Treinamento de Cotia, é o novo reforço da Chapecoense.

É um jogador diferenciado e um dos únicos na sua posição no país.

O ano passado, o atleta disputou a parte final do Campeonato Brasileiro da Série B 2013 pelo América-RN (a partir da 28ª rodada), e comandou espetacular reação da equipe Alvirrubra, livrando-a da degola, marcando na segundona nacional 5 gols em 11 jogos. Por isso, despertou interesse de grande clubes, como Flamengo e Cruzeiro.

Mas, há poucos dias os direitos econômicos do meia canhoto foram adquiridos do São Paulo pela empresa LIGA - PARTICIPAÇÕES & INTERMEDIAÇÕES e o jogador foi registrado no Cianorte, e cedido por empréstimo à Chapecoense até o final desta temporada.

Ontem, segunda-feira, o jogador já treinou na Arena Condá, e será apresentado, oficialmente, na próxima quarta-feira. 

Finalmente, parece que a direção de futebol da Chape contratou o verdadeiro camisa 10.

Avante Verdão!

domingo, 26 de janeiro de 2014

NA CHAPECOENSE COMEÇAM A CAIR AS MÁSCARAS

Não me agrada a forma como a direção de futebol e o treinador estão conduzindo as coisas na Chapecoense, a partir do acesso do Clube à elite do futebol brasileiro.

A Chapecoense é um clube, uma associação, fruto da união da comunidade: a nação verde-branca.

Na engrenagem que move, movimenta a Chapecoense, o torcedor é um dos principais pilares de sustentação do Clube. O torcedor é um patrimônio permanente do Clube. 

Já as empresas patrocinadoras, também, são importantes, mas de importância relativa (apoio temporário), pois hoje estão apoiando o Clube, mas amanhã ninguém sabe se estarão; aparecem outras, sempre, de forma sucessiva, pois são movidas por interesses exclusivamente comerciais.

Nesse contexto de Clube fruto do interesse da comunidade, não se concebe, não se admite, que a diretoria de futebol da Chapecoense feche os olhos, tape os ouvidos, e trace os destinos do departamento de futebol sem levar em conta os interesses, os anseios, da comunidade verde-branca.

Nesses acessos consecutivos conquistados pelo Verdão do Oeste, os torcedores da Chape participaram ativamente na formação do plantel vencedor, indicando pelas redes sociais as contratações precisas, certeiras, de jogadores qualificados, bons e baratos, como por exemplo: Athos, Bruno Rangel e Henrique. A direção demorou, mas contratou e o Clube, sem demora, então galgou as divisões nacionais, chegando à elite do futebol brasileiro. 

Mas, desde o acesso à Série A, as coisas estão mudadas na direção de futebol da Chapecoense, para pior.

A direção de futebol, simplesmente, deixou de ouvir a comunidade de torcedores da Chapecoense.

E o primeiro ato bestial da direção de futebol veio cedo, logo, o desmonte do time: dispensa do meia destro Athos. Quando de sua contratação pela Chape, lembro, foi um evento, foi uma conquista histórica da nação verde-branca, pois era um anseio antigo da nação verde-branca que se tornou realidade, e o Clube deslanchou, a partir daí,  no cenário nacional.

Mas, de repente, a partir do acesso à Série A nacional, a direção de futebol chuta o balde, nega ou esquece o passado, e troca as mãos pelos pés.

É agora, mais do que nunca, que é preciso ouvir os torcedores genuinamente verdes, apaixonados incondicionalmente pelo Verdão do Oeste, para dar rumo correto ao Clube. E mais que isso: os torcedores puro sangue verde entendem, com certeza, muito mais de futebol do que essa direção de futebol, capitaneada pelos 3 mosqueteiros. 

Aqui, é preciso frisar a falta de modéstia desses 3 mosqueteiros da direção de futebol do Clube. A imprensa, como sempre, deita-se em elogios baratos aos mesmos, sem entrar no real mérito, mas a direção de futebol sabe, muito bem, se fizer um exame de consciência isento, que os acessos consecutivos conquistados, em grande parte, deve-se à lucidez do torcedor puro sangue verde da Chape que clamou, exigiu, a contratação dos principais jogadores, os heróis dos acessos conquistados. Mas, eu nunca vi, sequer um desses 3 mosqueteiros chegar nas entrevistas coletivas concedidas à imprensa e dividir as láureas com os torcedores. É muita falta de humildade! 

Nesse cenário de distanciamento em relação ao torcedor a partir do acesso à Série A, a direção, bem cedo, começa viver as agruras do que plantou; contratou mal, dispensou mal, e o resultado está aí: fiasco na estreia do Catarinense 2014. 

Para o lugar do Bruno Rangel, a direção de futebol deveria ter contratado, de forma certeira, o Lincom e/ou o Lúcio Maranhão, passei o mês de dezembro falando e escrevendo no blog: "para reposição trazer o Lúcio Maranhão, jogador bom e barato". Mas não, pelo contrário, a direção trouxe os atacantes Roni e o Bergson que, até agora, não sei se eles são do ramo. Como o Lúcio Maranhão estava insatisfeito no ASA de Arapiraca, a contratação era a maior moleza em dezembro do ano passado. Apenas em Janeiro de 2014, o Figueirense entrou na parada, e contratou o Lúcio Maranhão. O resultado taí: já marcou o gol inaugural do Catarinense 2014, dando primeira vitória ao Alvinegro do Estreito. Enquanto nós, estamos vivendo o fiasco da estreia, com derrota para um time semi-amador. E, ainda, não temos o atacante finalizador.

E o treinador da Chape? Depois que ganhou o aumento de salário está irreconhecível, mais medroso do que nunca. E, mais do que isso, está totalmente sem noção, totalmente equivocado, e além disso sarcástico, ontem na coletiva à imprensa depois do jogo, falou nada com nada, totalmente perdido. Acorda comandante!

Dos novos contratados, apenas quatro tem condições de vestir a camisa da Chapecoense: Diones, Dedé, Wescley e Everton Silva.

Por fim, para não sofrer outra derrota na quarta-feira contra o Marinheiro, algumas peças terão que sair do time: chega de Neném, Wiliam Arão, Pirão e Roni. O Wanderson está lesionado, entrou em campo no sacrifício ontem, nada produziu, e também não deve enfrentar o Marcílio Dias. Outro que deve sair do time é o André Paulino, pois desde que se recuperou da lesão que o afastou de alguns jogos na Série B do Brasileiro ano passado, o atleta perdeu o seu futebol. Contra o Cerâmica, no amistoso, também foi mal, deveria ter sido expulso, pois bateu muito. E ontem, nova jornada horrível desse defensor, cometeu pênalti infantil.

Depois da estreia desastrosa de ontem da Chape, acabou o encanto da Série A; é preciso lucidez, descer das nuvens, colocar os pés no chão, e olhar para o horizonte e ver se ainda encontramos a luz no final do túnel para sair desse buraco em que a direção de futebol meteu a Chapecoense, pois a chance de chegarmos ao quadrangular final ficou muito reduzida.

Acorda Verdão!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

PRÉ-JOGO: JUVENTUS X CHAPECOENSE

Neste sábado, às 19:30 h, a Chapecoense faz sua estreia no Catarinense 2014 contra o Juventus, em Jaraguá do Sul, no Estádio João Marcatto.

O jogo será transmitido para todo o Brasil pela pela TV fechada, pelo sistema pay-per-view.

Para o torcedor da Chapecoense, o jogo é cercado de muita expectativa, pois há dúvida, muita preocupação, em relação ao desempenho da equipe em campo, neste primeiro jogo oficial do ano.

A Chape está bastante modificada, em relação àquela equipe que conseguiu o acesso à elite do futebol brasileiro.

Os setores da meia-cancha e do ataque sofreram perdas importantes, e tiram a paz de espírito do torcedor verde-branco e do treinador. As reposições, por sua vez, são desoladoras, não empolgam, e o torcedor está com um pé atrás.

As modificações na equipe não se resumem apenas em termos de peças (reposições), mas também no sistema de jogo, em face das características do futebol dos novos contratados. 

Nos amistosos da pré-temporada, ficou patente a falta de velocidade da equipe, nos setores de meio de campo, laterais e no ataque. Isso é grave!

Nas laterais Fabinho Gaúcho e Everton Silva demonstraram lentidão irritante contra o Cerâmica, amistoso realizado no último domingo.

Na meia-cancha, o volante William Arão também é devagar; tem passadas miúdas, seu futebol não rende para a equipe. Já o meia Neném é mais que lerdo, não deixa, não permite o jogo fluir, quebra a velocidade da equipe. E pior do que isso: Neném, desde abril do ano passado, em face da grave contusão sofrida no Catarinense 2013, praticamente não atuou na Série B do Brasileiro em 2013, e quando entrou em alguns jogos, foi muito mal. Não dá para apostar nada em Neném em 2014. No momento, o camisa 10 da equipe é o Wescley que ganhou condição de jogo desde ontem no BID-E, mas o técnico prefere deixar o Wescley na reserva. Isso é um absurdo!

No ataque, outro problema grave!

Tiago Luís e Fabinho Alves, dois velocistas, continuam fora do time, por problemas de contusão. A equipe não tem, por consequência, atacante de velocidade para puxar os contra-ataques, para atuar ao lado do estático Rodrigo Gral, que é atacante de área, e que funciona perfeitamente quando finaliza de dentro da pequena área (exímio finalizador), mas a bola não chega na área com qualidade.

Para piorar, o técnico vem escalando o Roni, atacante de área e sem velocidade, para fazer dupla de ataque com o Gral. Ora, a escalação de dois atacantes de área, lentos, é um equívoco imperdoável do treinador. 

Se o técnico da Chape não se espertar, não colocar atletas para imprimir velocidade no jogo, a chance do moleque travesso complicar o jogo é grande!

Além disso, o histórico da Chapecoense nos jogos contra o Juventus, em Jaraguá do Sul, é preocupante. 

Espero que seja quebrada essa escrita, neste jogo.

Mas, não será fácil.

Avante Verdão!