A Chapecoense quando joga fora de casa, é um time meigo, molóide, sem atitude, morto em campo.
Literalmente, mais uma vez a Chape amarelou, tremeu em campo, ante a forte marcação da equipe adversária.
Assim como ocorreu nas derrotas para o Bragantino e Oeste, a Chapecoense, outra vez, não não jogou futebol, não suportou a pegada, a forte marcação.
Perder para o lanterna, sem se impor, sem criar uma situação clara de gol, é fraqueza demais!!!
Neste segundo turno, já é possível extrair algumas conclusões consistentes:
1) - Quando a Chape fizer jogo fora de casa, não pode ter a mesma formação dos jogos em casa.
Ou seja, nos jogos em Chapecó, naturalmente, a Chape deve atuar com dois meias de criação e dois volantes, pois na Arena Condá a equipe precisa se impor, desde o início, tomando a iniciativa do jogo.
Já, nos jogos fora de casa, a Chape precisa de meio campo mais precavido, pegador, compacto e de explosão, com 3 volantes e um meia de criação, para fazer o placar da vitória nos contra-ataques.
2) - Nos jogos fora de casa, como disse, Neném e Athos não podem atuar na mesma formação, pois o meio de campo, com esses dois, não existe, muita fragililidade, sem pegada e sem explosão.
3) - O volante Augusto deve voltar já!!! Inadmissível manter na reserva o volante Augusto que dá consistência na marcação, velocidade e explosão na meia cancha.
4) - Sempre que a meia cancha não faz sua parte nos jogos fora de casa, a zaga do Verdão é pressionada, e faz água!!!, como já aconteceu contra o Bragantino, Oeste e hoje contra o ABC.
O treinador Dal Pozzo precisa dar equilíbrio à equipe nos jogos fora de casa, pois o time não tem atitude, não tem personalidade, não tem pegada, não tem volume de jogo e não tem posse de bola.
Contra o Paysandu, nesta terça-feira, espera-se que a equipe tenha ATITUDE.
Avante Verdão!
Veja os gols: ABC 2x0 Chapecoense
Veja os gols: ABC 2x0 Chapecoense




