domingo, 16 de outubro de 2011

NO IPATINGÃO, CHAPE SOFRE VIRADA

Pela 4ª rodada, 2ª fase, Grupo F, do Campeonato Brasileiro da Série C, no Estádio Ipatingão, ontem, sábado (15), 17:00 horas, jogaram Ipatinga e Chapecoense, e a equipe da casa voltou a vencer por 3x2.

Na rodada passada em Chapecó, o Ipatinga já havia vencido o confronto por 3x2.

No jogo de ontem, cada equipe dominou um tempo.

Verdão do Oeste, fazendo um primeiro tempo quase perfeito, foi para o intervalo vencendo por 2x0, com gols de Cláudio Luiz (contra) aos 3 minutos, e Neílson aos 40 minutos.

No segundo tempo, Verdão levou a virada, tomou 3 gols.

O desastre começou, quando Grolli tomou 2 cartões amarelos em seqüência, de forma infantil, sendo expulso aos 9 minutos da etapa final.

A equipe do Verdão, com 10 jogadores em campo, não suportou a pressão do time da casa e sucumbiu.

Verdão está eliminado da luta pelo acesso à Série B do Brasileiro, tendo, ainda, 2 jogos para fazer; vai, daqui pra frente, só cumprir tabela.

Conclusões:

1) A derrota de ontem não pode ser atribuída só ao Grolli, pois é normal acontecer expulsão no jogo de futebol. O que não é normal é a equipe, vencendo por 2x0, ficar perdida em campo só porque ficou com um jogador a menos, levando a virada. 

2) A Chapecoense depende muito do Ovelha. Isso é fato. Por sua vez, o técnico Mauro Ovelha só consegue ser bom técnico na Chapecoense. Isto, também, é fato. Fora da Chape, Ovelha é um andarilho do futebol. Mas, na 2ª fase da Série C, faltou sinergia, entrosamento, entre o time e o técnico. Ambas as partes erraram muito. E quando o Ovelha fica perdido no banco de reservas, não sabendo o que faz, como ontem, a Chape fica um desastre!

3) Ovelha, por não ter qualidade no banco de reservas, ainda mexeu mal no time. Em face da expulsão do Grolli, Ovelha tirou o meia Neném (meia de criação) e colocou o zagueiro Amaral Rosa. Não deu certo! Verdão ficou sem criação na meia cancha e o zagueiro, que também foi uma contratação equivocada para a Série C, entrou muito mal no jogo. Ipatinga, de vez, cresceu!

4) Ovelha demorou muito para mexer na equipe no segundo tempo, e quando mexeu foi muito mal, piorou o time, pois chamou o Ipatinga para cima. A equipe do Verdão, quando eram 15 minutos do segundo tempo, já estava cansada, em face do calor que fazia em Ipatinga. Sagaz, que fez boa partida, saiu cansado para entrada de Everton Cezar que, infelizmente, não conseguiu dar conta da lateral direita. O ala esquerdo Chiquinho deitou e rolou pelo setor direito da defesa do Verdão. Depois do primeiro gol do Ipatinga, Ovelha ainda tirou Neílson para entrada do meia Diogo Oliveira, para recompor a meia cancha, mas nada deu certo. Verdão não tinha saída de bola. Pressão total do Ipatinga. O jogo virou meia linha, só o Ipatinga tinha posse de bola.

5) Na verdade, o Verdão começou a perder o acesso quando a diretoria enfraqueceu a equipe para a disputa da Série C. Não trouxe jogadores de qualidade para repor as perdas, só refugos! E a coisa piorou, de vez, quando contratou três jogadores para a 2ª fase, como sendo "reforços", mas que demonstraram muita fraqueza (todos mal física e tecnicamente), que, além de comprometerem em campo o desempenho da equipe, desconcentraram, tiraram o foco do time. Dessas três contratações, apenas Diogo Oliveira tem condições técnicas de seguir no Verdão, embora, no momento, esteja muito mal fisicamente.

6) É preciso passar a barca no Verdão:

- Everton Cezar
- Amaral Rosa
- Neguette
-Fabinho
-Leozinho,
- Rafael Bittencourt (jogador com nome de Rafael nunca deu certo no Verdão).
-Nekinha (Nekas série B)
- Medina
- Lucca
- Leandro

7) A parceria Chape-Ovelha deve continuar para 2012, pois o Ovelha só consegue bons resultados na Chape que,  por sua vez, só consegue bons resultados tendo o Ovelha de treinador.

domingo, 9 de outubro de 2011

VEXAME! ATUANDO EM CASA, E COM UM JOGADOR A MAIS, CHAPE É DERROTADA

Foto: divulgação site da Chapecoense

Neste domingo (09), 16:00 horas, pela 3ª rodada, 2ª fase, da Série C do Campeonato Brasileiro, a Chapecoense foi derrotada em casa, na Arena Condá, pela equipe do Ipatinga por 2x3.

Durante a semana, muito se falou que a Chapecoense, se não abrisse o olho, poderia amargar um resultado negativo em casa, e não deu outra: Verdão, atuando com uma formação frouxa em campo, proporcionou o maior vexame do ano: perdeu, em casa, atuando com um jogador a mais desde os 12 minutos da segunda etapa.

No primeiro tempo, a Chapecoense foi muito superior ao Ipatinga, mas foi para o intervalo em desvantagem no placar. 

Verdão colocou pressão forte, nos primeiros 20 minutos de jogo, mas o gol não aconteceu!

Depois, a Chape diminuiu o ritmo, e o Ipatinga equilibrou as ações, e num contra-ataque aos 34 minutos, o ala direito Alex, sem marcação, puxou o contra-ataque pela direita, cruzou a bola na área, e do outro lado, no segundo pau, o ala esquerdo Chiquinho subiu de cabeça, testando firme para o fundo das redes, fazendo: Chape 0x1 Ipatinga.

Os alas do Ipatinga funcionaram na primeira etapa, enquanto os alas do Verdão não tiveram eficiência ofensiva, nem defensiva; foram um desastre!

Na segunda etapa, Verdão abandonou o esquema 3-5-2.

No intervalo, o Ovelha sacou, tirou, o zagueiro Kleber Goiano e colocou o meia Diogo Oliveira.

A Chape melhou em campo, e aos 13 minutos empatou a partida com Jean Carlos, convertendo pênalti, sofrido por Neílson, que o árbitro assinalara. Chape 1x1 Ipatinga. No lance do pênalti, o árbitro ainda expulsou o defensor do Ipatinga, ficando a equipe visitante com 10 homens em campo.

Nessa hora, o torcedor do Verdão acreditou muito, mesmo, que a virada no placar era questão de minutos!

Porém, o que se viu, na seqüência, foi tristeza total!

Verdão, jogando sem inteligência, não soube tirar proveito da vantagem numérica em campo.

A Chapecoense, de forma desorganizada, e sem cuidados defensivos, era pressão total para virar o placar, e aí apareceu a estrela de Wellington Bruno que, sempre, livre, desmarcado, resolveu a partida, anotando dois gols para o Ipatinga, matando o Verdão. O terceiro gol do Ipatinga, inacreditável, só aconteceu pela colaboração, direta, do ala Nequinha, que errou bisonhamente na saída de bola, entregando a pelota para o adversário. Nequinha sinistro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A Chape, no desespero total, no final, ainda conseguiu descontar com Diego Felipe.

Tristeza, acabou a partida...

Chapecoense 2x3 Ipatinga.

Sem dúvida, neste domingo a Chape escreveu uma das páginas mais negras e tristes de sua existência: perdeu jogo decisivo, em casa, sofrendo 2 gols quando o adversário estava inferiorizado numéricamente, com 10 homens em campo.

Vergonha!

CONCLUSÕES:

- Assim que a Chape conseguiu passar da 1ª fase da Série C, alguns jogadores do Verdão vestiram a máscara da soberba, e afundaram o Verdão.

- O sistema defensivo perdeu consistência, nesta segunda fase da Série C.

- Nos três últimos jogos, a equipe foi um amontoado de jogadores em campo, muito individualismo, preciosismo e falta de objetividade. Acabou a solidariedade em campo entre os setores do time, acabou a força do grupo.

- As contratações, como já disse outras vezes, foram equivocadas, tiraram o foco do grupo, fragilizaram a equipe.

- Nequinha contra o Joinville cometeu pênalti, tirando a vitória do Verdão. Hoje, Nequinha, para variar, deu mais um gol para o adversário. Não tem condições. Não produz nada ofensivamente e, defensivamente, muito mal. Não tem ritmo de Série C.

- Neguette, se jogasse 50% do que joga o seu irmão no Criciúma, mas não joga, logo não tem condições.

- Diogo Oliveira tem futebol sim, porém vive uma crise técnica, pois, em face das lesões que teve no final do ano passado, passou o primeiro semestre deste ano se recuperando e praticamente sem jogar, está sem ritmo de jogo.

- Na meia cancha, Neném na criação é muito pouco...

- Diego Felipe e Everton Cezar não podem jogar juntos, não dão proteção para a zaga, que é um queijo suiço. Diego Felipe é bom jogador, mas precisa de um volantão para jogar ao seu lado e dar proteção à zaga. Everton Cesar é reserva, não pode ser titular, não tem eficiência defensiva!

- Aelson perdeu a objetividade, só fica encebando a bola.

- No ataque o Verdão é refém do Jean Carlos e do Neílson. Se estão bem ou mal na partida não tem outra opção, permanecem em campo, pois não têm reservas à altura.

- Nestes 3 jogos da segunda fase, as jogadas ofensivas pelas alas não funcionaram e defensivamente os alas só comprometeram. Ora, o esquema 3-5-2, sem o trabalho eficiente do alas, é uma negação!

- Ovelha, que dá o aval para as contratações, pisou na bola. Errou na avaliação, agora o Verdão precisa buscar 3 vitórias com o que tem aí...só milagre!

- É... o sonho do acesso à Série B do Brasileiro, mais uma vez, está ficando distante, por incompetência...

- Vai ser triste suportar, mais um catarinense, no caso o Joinville, tripudiando e fazendo a festa em cima do Verdão!

- Na hora de discutir as cotas de TV para o Catarinense, novamente, seremos subjugados e segregados pela tropa do litoral, pois fomos incompetentes, mais uma vez, no Campeonato Brasileiro. Vamos morrer na praia...Até o cavalo paraguaio está se dando bem, só Verdão não sobe de série, não sai do chão, é triste!!!

- Vergonha!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

HORA DE COLOCAR OS PÉS NO CHÃO, E FAZER O DEVER DE CASA

O jogo do Verdão contra o Ipatinga, neste domingo na Arena Condá, será muito difícil.

Não foi por acaso que a equipe mineira, também conhecida como tigre, fechou a 1ª fase da Série C na condição de líder geral, melhor campanha, com 18 pontos; tem consistência tática (sistema 3-5-2), conjunto forte e  bons valores individuais. De modo que é, sem dúvida, forte candidata a uma das vagas do acesso.

Essa constatação restou ainda mais clara, nítida, insofismável, nesta segunda fase da Série C, quando o Ipatinga estreou fora de casa contra o Joinville, na Manchester Catarinense. A equipe do tigre mineiro fez um grande jogo contra o JEC, porém perdeu por 1x0 por coisas do futebol, merecia melhor sorte.

Aliás, nesse jogo, o JEC só venceu o confronto porque o seu  lateral direito Eduardo, numa tarde de rara inspiração e felicidade, conseguiu fazer um gol de Copa do Mundo. Literalmente o cara fez mágica, tirou o coelho da cartola.

Mas, já na 2ª rodada, o tigre mineiro - jogando em seus domínios - se recuperou, não deu sopa para o azar, fez o dever de casa, ao vencer o Jacaré por 2x1. 

Porém, agora, nesta 3ª rodada, a equipe mineira retorna a Santa Catarina e vem com o forte propósito de surpreender o Índio.

Sinceramente, será um confronto perigoso para o Verdão do Oeste. Todo cuidado será pouco!

O Ipatinga tem o melhor camisa 10 da Série C, o meia Wellington Bruno, 24 anos, que já atuou pelo Noroeste de Bauru, CSA de Alagoas e, no 1º semestre/2011, pelo América de Teófilo Otoni na brilhante campanha dessa equipe no Campeonato Mineiro 2011, e na frente tem o atacante argentino Frontini (atacante sempre oportunista), que já passou pelo Santos (2005) e Figueirense (2007).

Sem dúvida, para esse jogo de domingo na Arena Condá, o camisa 10 deles terá que ter marcação específica,  individual, em cima, senão a coisa pode encrespar.

Então, seu Ovelha, o Verdão terá que estar muito antenado, acordado o jogo inteiro.

Chega de Verdão sonolento!

Contra o JEC, domingo passado, Verdão saiu na frente, conseguiu fazer o gol, num lance de rara felicidade, porém logo dormiu em campo, e deixou o caximbo cair, tomando o gol de empate. 

Na verdade, o Verdão não pode reclamar da sorte.

Contra o Ipatinga, o JEC fez um gol de rara felicidade, e garantiu a vantagem.

Por sua vez, o Verdão fez um gol de rara felicidade contra o JEC (domingo passado), que seria suficiente, mas pouco adiantou, pois não conseguiu garantir a vantagem, levando logo o gol de empate, na imprudência do verterano Nequinha que derrubou, dentro da área, o antenado atacante Bruno Rangel, goleador da Série C do ano passado.

Neste domingo, não tem saída, o Verdão terá que jogar muito, muito futebol, e atuar com extrema inteligência, senão o caximbo pode cair, de vez.

Se o esquema for o 3-5-2, os alas precisam fazer a diferença, o meio de campo precisa marcar, criar e chegar para finalização, e a defesa precisa se garantir, caramba!

Se o esquema for o 4-4-2, os volantes, os meias e os atacantes terão que atuar como se fosse jogo de final de Copa do Mundo, e a defesa precisa se garantir, caramba!

Avante Verdão!

domingo, 2 de outubro de 2011

EM TARDE INFELIZ, CHAPE SÓ EMPATA

















                          Foto: Rodrigo Goulart/Diário do Iguaçu

Neste domingo (02), em jogo válido pela 2ª rodada, 2ª fase, do Campeonato Brasileiro da Série C, a Chapecoense atuou, em casa, e empatou em 1x1 com o Joinville.

O placar foi construído na etapa inicial de partida. Neném marcou aos 6 minutos, num belo chute de fora da área e Ronaldo Capixaba empatou aos 17 minutos, convertendo pênalti que o juiz marcou para o JEC.

Durante a semana, que antecedeu o jogo, Joinville e Chapecoense estavam preocupados com o árbitro do jogo.

A Chapecoense, entretanto, estava muito mais preocupada, pois esse árbitro já havia errado, bisonhamente, no Campeonato Catarinense 2009, quando deixou de marcar um pênalti a favor do Verdão do Oeste e ainda expulsou, no mesmo lance, o atacante Bruno Cazarine, no jogo Chapecoense 2x2 Figueirense, no returno, daquele ano. Em face desse resultado, o jogo da final da decisão do Catarinense 2009, que seria em Chapecó, foi para a Ressacada. Que prejuízo! Verdão perdeu o título.

Eu, particularmente, depositava um voto de confiança no árbitro, acreditava que ele tivesse evoluído tecnicamente, daquele ano até agora. Ledo engano!

Hoje, infelizmente, o árbitro voltou a errar, cometer equívocos, contra a Chapecoense, deixou de marcar, de assinalar, 2 pênaltis: um, sofrido pelo Neílson  e, outro, num chute de Nénem que o defensor do JEC cortou com o braço dentro da área.

É triste; é revoltante.

O caminho natural da diretoria, agora, é apresentar veto permanente.

A arbitragem, ainda, intranquilizou os jogadores da Chape em campo.

Mas, a equipe do Verdão, para subir para a Série B do Brasileiro, deve ser melhor preparada para enfrentar tudo!

A Chape precisa jogar mais, para superar os adversários e compensar as péssimas arbitragens.

A equipe do Furação do Oeste precisa ser mais forte em tudo, inclusive psicologicamente.

Verdão, é inegável, teve fraca atuação técnica nesta tarde.

A equipe estava muito insegura em campo, inclusive o treinador estava inseguro.

Fazendo uma análise individual da Chape:

Goleiro: Rodolpho, como sempre, bom goleiro. No pênalti cobrado pelo Ronaldo Capixaba, defendeu, no primeiro lance, mas deu rebote, que o atacante aproveitou.

Zagueiros: Não deram segurança ao time. Grolli foi irreconhecível.

Alas: Nequinha. Não é ala. Não tem condições. Para o próximo jogo, é necessário a volta urgente do Sagaz. Aelson tem habilidade, dribla muito, bom jogador, porém cisca demais...precisa ser mais objetivo para abrir a zaga adversária. Neste jogo e no jogo em Brasília, as jogadas pelas alas não aconteceram, Verdão então não venceu esses jogos. A Chape depende - para vencer os jogos - do trabalho efetivo dos alas. Quando as jogadas agudas pelas alas não acontecem, não tem como abrir a defesa adversária. Pelo meio, o Verdão não resolve, não ganha jogo. As últimas 2 vitórias do Verdão foram construídas graças a atuação do ala SAGAZ. Volta, para a ala, Sagaz!

Meia cancha: Everton Cezar, Diego Felipe e Neném. Meio de campo burocrático, sem eficiência. Everton Cezar não dá segurança ao sistema defensivo, marca muito mal. Diego Felipe precisa ser mais objetivo, para ser útil (menos firula); precisa jogar sério. Neném fez um golaço no início do jogo, num arremate de fora da área. No outro chute, o defensor do Joinville interceptou a bola com o braço dentro área, senão seria gol. Pênalti que o soprador de apito não deu. No geral, Neném participou pouco do jogo; precisa estar antenado o jogo inteiro, e não apenas em alguns lances; se esconde muito no jogo. Neném foi mal na bola parada. Verdão não tem aproveitamento na bola parada.

Ataque: Neílson. Sofreu um pênalti aos 27 minutos/1ª etapa, quando foi aterrado dentro da área. O juiz não deu o pênalti, infelizmente. No geral, Neílson não foi bem. Diogo Oliveira. Injustiçado. Não é a dele jogar de atacante. Não é finalizador. Diogo Oliveira e Neném não podem começar o jogo: é um ou outro. Ambos jogam pela esquerda, são meias canhotos e onde rendem melhor. Um tira espaço do outro. Ovelha precisa parar de inventar.

A Chapecoense só tem 2 atacantes: Neílson e Jean Carlos. Está-se, agora, pagando o preço pelo fato da diretoria não ter contratado um atacante, antes do fechamento da janela.

Defensores. A contratação do lateral Nequinha foi equivocada. Zagueiro Neguette, no Brusque, não pegava nem banco na Série D. Que critério foi utilizado para fazer essas contratações bisonhas?

Treinador Ovelha: péssima tarde. Técnico muito inseguro nesta jornada de hoje. Escalou mal o time, deperdiçou Diogo Oliveira que é bom jogador, porém foi designado para fazer a função de atacante que não é a dele. A partir do momento que tirou o Diogo Oliveira, para entrada do Leandrão, matou o time da Chape. Verdão ficou mais confuso em campo, nada mais deu certo. Ovelha mostrou nitidamente que, em vez de buscar ganhar o jogo, estava com medo de perder. Deveria ter tirado um zagueiro na etapa final, preferiu ficar com os três zagueiros se acotovelando em campo. Barbaridade! 

Agora, é preciso fazer, pelo menos, 4 pontos contra o Ipatinga, nos dois próximos jogos contra esse adversário concorrente direto a uma das vagas do acesso.

Avante Verdão!

Veja os gols da parida


sábado, 1 de outubro de 2011

VAMOS SUBIR CHAPE!

Verdão do Oeste tem importante jogo em casa, neste domingo (02), contra o Joinville, na Arena Condá, válido pela 2ª rodada da 2ª fase da Série C.

Cada jogo é uma decisão em busca da tão almejada vaga do acesso ao Campeonato Brasileiro da Série B.

A cidade, o município e a região oeste vivem esse clima de "vamos subir Chape!".



Neste sábado, dia que antecede o jogo deste domingo (02), as condições climáticas, de momento, às 15:45 h, são instáveis, dia de chuva em Chapecó.

Chuva - Muitas nuvens e chuvas periódicas

18ºC TEMPERATURA
88% UMIDADE RELATIVA
18ºC SENSAÇÃO TÉRMICA
S7km/h DIR. E INTENSIDADE DO VENTO
1013hPa PRESSÃO ATMOSFÉRICA


Vide: INPE - PREVISÃO DO TEMPO - CHAPECÓ

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

TRIO DE ARBITRAGEM PARA CHAPECOENSE X JOINVILLE

Série C 2011 - 2ª fase - Grupo F - 2ª rodada.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou o trio de arbitragem para Chapecoense x Joinville.

Jogo: domingo, 02/10/2011, às 16:00 horas.

Estádio: Arena Condá, em Chapecó (SC).

Árbitro: JEFFERSON SCHMIDT/SC.

Auxiliares: ANGELO RUDIMAR BECHI e HELTON NUNES.

Não tem jeito.

Triste lembrança.

Nada há que seja capaz de apagar da nossa memória o confronto Chapecoense x Figueirense, na Arena Condá, em Chapecó, naquele domingo, em jogo válido pelo returno do Campeonato Catarinense de 2009 que acabou empatado em 2x2.

Verdão, na época líder absoluto do returno do Catarinense 2009 e líder na classficação geral, em estupenda fase, sentiu muito o erro, o equívoco da arbitragem, que deixou de dar um pênalti escancarado em Bruno Cazarine que o Brasil todo ficou espantado com as imagens e, ainda por cima, expulsou, nesse lance, o atacante do Verdão sob alegação de que teria se jogado na área, no sentido de iludir a arbitragem. Verdão jogou o segundo tempo com 10 jogadores.

As imagens desse lance, na época, percorreram o mundo, foram exibidas para o Brasil e o mundo, espantando, a todos, o nível da arbitragem.

O prejuízo do Verdão, nesse jogo, foi imensurável. Simplesmente foi definida a sorte do Catariense desse ano.

Verdão, até então, era líder absoluto na classificação geral, o que levaria o jogo final do Catarinense para Chapecó, acabou não acontecendo.

Com a perda, inesperada, desses dois pontos em casa para o Figueirense que não aspirava nada no Campeonato, o Avaí - que teimosamente seguia o campeonato inteiro um ponto atrás do Verdão na classificação geral - acabou sendo involuntariamente beneficiado, passando um ponto à frente, e levou o jogo final do Catarinense 2009 para o Estádio da Ressacada.

Verdão acabou sendo vice-campeão nesse ano.

Hoje, os tempos são outros, o árbitro, tecnicamente, melhorou, evoluiu. De modo que esperamos que faça uma excelente arbitragem.

Que assim seja!

EM BRASÍLIA, GROLLI JOGOU DE LÍBERO

Em regra, a Chapecoense joga com 3 zagueiros plantados na defesa, um na sobra.

Nesse jogo em Brasília contra o Jacaré, o zagueiro Grolli atuou, na verdade, como líbero, até 15 minutos da etapa final.

Quando a Chapecoense tinha a posse da bola na meia cancha ou no ataque, Grolli se projetava, jogava adiantado, em direção à grande áerea adversária, para ser opção ofensiva.

Quando a Chape perdia a posse da bola na meia cancha ou no ataque, Grolli deveria voltar rápido para a defesa, para ser o último zagueiro a ser vencido. Porém, Grolli nem sempre voltava.

Pulmão Grolli tem, e correu muito!

Entretanto, a atuação do Grolli, como líbero, nesse jogo contra o Brasiliense, não deu certo.

Faltou sincronia!

Gostaria de saber, para essa atuação do Grolli, na função de líbero, houve treinamento antes? Foi função determinada pelo treinador Ovelha? Foi iniciativa, meramente, do Grolli?

Houve muita trapalhada.

No primeiro gol do Brasiliense, Grolli estava na intermediária da Chape, pelo lado esquerdo, à frente dos seus volantes. Houve a cobrança de lateral pelo Brasiliense, próximo a linha que divide o campo, Grolli deu o primeiro combate ao atacante Tuta que recebeu a bola e, de calcanhar, o atacante serviu o lateral direito Cicinho, o qual viu o meia Gadelha, do outro lado, se projetando pelo meio, livre, que recebeu a bola próximo da meia lua da grande área, vencendo, na velocidade, 4 defensores da Chape (2 volantes e 2 zagueiros que estavam mal posicionados, muito pela esquerda).

Na cobrança desse arremesso manual, o Brasiliense iludiu toda a defensiva do Verdão que estava adernada, muito pela esquerda, ninguém próximo da meia lua da grande área, pela direita, para dar combate efetivo. 

Foi uma bobeira coletiva.

Onde deveria estar Grolli, como líbero, quando o Brasiliense cobrou o lateral? Deveria estar na zaga, para orientar os demais zagueiros; preferiu ficar à frente dos dois volantes do Verdão.

No lance que o Diego Lira perdeu gol feito, ainda na primeira etapa, deixando de ampliar o marcador, os três zagueiros do Verdão estavam postados em linha, no meio, na intermediária do campo. O meia Gadelha, pelo meio, livre, em grande velocidade, sem marcação, recebeu a bola, progrediu do meio de campo até a intermediária do Verdão, e lançou, por cima dos 3 zagueiros, o atacante, que penetrava em velocidade pelo costado do Aelson, o qual cruzou a bola para o meio da grande área, encontrando, do outro lado, no segundo poste, o Diego Lira sem marcação, e com o goleiro Rodolpho já vencido, batido, meta escancarada, porém o atacante pegou mal na bola, torto, de raspão, saindo lentamente pela linha de fundo.

Faltou, no caso, para o Grolli, zagueiro da sobra, orientar o posicionamento dos demais zagueiros.

Mas, essa idéia de colocar o Grolli de líbero não é ruim, não!

É preciso, entretanto, muito treinamento específico para dar harmonia e sincronia à equipe.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

NO SEREJÃO, CHAPE ARRANCA EMPATE

Foto:Daniel Cavagnoli
Em partida válida pelo Campeonato Brasileiro da Série C, 2ª fase, fechando a 1ª rodada do Grupo F, Chapecoense e Brasiliense entraram em campo, nesta segunda-feira, 16:00 h, e empataram em 2x2, no Estádio Serejão, em Taguatinga, Brasília - DF.

No outro jogo do Grupo F, ontem, na abertura da 2ª fase, o Joinville venceu o Ipatinga por 1x0, na Arena Joinville.

Joinville é lider da Grupo, Verdão e Jacaré dividem a 2ª colocação, e Ipatinga está na lanterna.

A Chapecoense, sem dúvida, conseguiu um belo resultado fora de seu domínios, além de ganhar um ponto, evitou que o Jacaré somasse mais dois.

Neste jogo de hoje a Chape teve mais sorte do que juízo.

O sistema defensivo não foi bem. Erros de posicionamento dos zagueiros. Verdão tomou 2 gols, um em cada tempo. E, ainda, na primeira etapa, Diego Lira, livre, sem marcação, perdeu gol incrível para ampliar o placar para o Jacaré.  Amaral Rosa não foi bem.   

O Ovelha, quando abandonou o sistema tático 3-5-2 na etapa final, tirou o Marcos Alexandre (zagueiro) e colocou o meia Diogo Oliveira; deveria ter sacado o Amaral Rosa, e não o Marcos Alexandre que estava fazendo uma bela partida. Pelo erro na substituição do Ovelha, Brasiliense ampliou o placar, fazendo 2x0, na falha do Amaral Rosa. 

Grolli teve grande movimentação, presença constante no ataque. Péssimo na finalização; perdeu, pelos menos, dois gols, um na etapa inicial e outro gol feito na etapa derradeira. Isolou a bola. Precisa melhorar a finalização e o domínio de bola.

Sagaz irreconhecível. Perdido em campo. Errou muito, marcou mal, não produziu nada na ala. Foi substituído no intervalo, para entrada de Nequinha que foi melhor, porém -para atuar como ala - precisa melhorar muito. Tinha uma avenida pelo seu setor, e não soube aproveitar, para ser efetivo no apoio. Parece ser mais lateral do que ala. Ovelha vai ter muito trabalho para transformar o Nequinha, que é mero lateral, em ala.  O cara não tem velocidade. Só cobrar escanteio é pouco.

Aelson é habilidade pura. Desconcertante. Coitados dos adversários.

Jean Carlos, além da imposição física, é um atacante de boa movimentação, porém tem péssima finalização (falta pontaria), além de ser individualista. Na primeira etapa, perdeu, pelo menos, dois gols feitos. É uma barbaridade! Precisa jogar sério, menos firula. Depois de perder os gols, meio transtornado, percebendo que precisava ser solidário, voltou para ajudar na marcação no final da primeira etapa, cometeu falta, e levou o 3º cartão amarelo. Está fora do próximo jogo.

Neílson não tem bola perdida; é um guerreiro em campo. Belo gol.

A meia cancha do Verdão foi muito burocrática. Só funcionou, de verdade, com a entrada do Diogo Oliveira. Aí o trabalho do Diego Felipe, Everton Cezar e Neném melhorou, subiu. Mas, tudo ficou facilitado, também, pela falta de gás do adversário, pois, a partir dos 20 minutos do segundo tempo, a meia cancha do Brasiliense parou em campo, não tinha mais preparo físico. Gadelha, autor do primeiro gol, Deda e Ferrugem cansaram.

Diogo Oliveira desequilibrou, entortou a zaga adversária e serviu Neném para decretar o empate.

A sensação que ficou, aqui em Brasília, foi que a Chapecoense, se tivesse forçado o jogo desde o início, e não somente quando o Brasiliense cansou, poderia ter melhor sorte na partida. 

Pena que a Chape acordou tarde; quando percebeu que poderia ganhar o jogo, faltou tempo, o juiz acabou a partida.

Agora, é preciso fazer o dever de casa contra o JEC, no próximo domingo. O Coelho está engasgado, e vai ter que vomitar, devolver, os 6 pontos que arrancou do Verdão na primeira fase.

Chegou a vez do Verdão tirar o couro do Coelho.

Espera-se, pelo menos, 13 mil pessoas na Arena Condá.

Avante Verdão!

Veja os lances e gols da partida

domingo, 25 de setembro de 2011

CHAPE DESEMBARCOU EM BRASÍLIA, NO DIA MAIS QUENTE DO ANO



O clima em Brasília não está fácil!

Na área político-econômica, o Ministro da Fazenda Guido Mantega, que estava em Whashington - EUA, teve que antecipar o retorno à Brasília a pedido da Presidente Dilma, em face do agravamento da crise global e da exagerada elevação da cotação do dólar.

Nesse contexto, já nas primeiras horas desta segunda-feira, a equipe econômica do governo da Presidente Dilma se reune para buscar uma solução, no sentido de frear a alta do dólar, a queda dos índices nas bolsas (Bovespa e BM&F) e acalmar o mercado financeiro, principalmente o mercado de capitais brasileiro.

No último dia 27 de julho, na tentativa de conter a baixa do dólar, governo anunciou a taxação de derivativos cambiais, e um criou um grande problema, uma bomba, que agora precisa desarmar.

O dólar, desde então, não pára de subir, e já ameaça a economia brasileira, contratos das empresas em dólar, e elevação do índice de inflação.

Então, nesta segunda-feira, o governo deve anunciar a retirada da taxação de derivativos cambiais (desarmar a bomba que criou).

Na área ambiental, Brasília, que está encravada no cerrado do Planalto Central, vive os dias mais quentes e secos do ano.

A propósito, ontem, sábado (24/09) foi o dia mais quente do ano no Distrito Federal. A temperatura atingiu o patamar de 33,4º Celsius e umidade relativa do ar de 22% (vide: http://www.climatempo.com.br/destaques/tag/brasilia).

Nesse clima de calor e secura, o Verdão do Oeste estreia na 2ª fase do Campeonato Brasileiro da Série C, nesta segunda-feira, às 16:00 h, em Brasília, no Estádio Boca do Jacaré, em Taguatinga, contra o Brasiliense do ex-Senador Luiz Estevam.

Verdão está em Brasília, desde sábado, aguardando a partida contra o Jacaré do papo amarelo; treinou, sábado à tarde, e hoje (domingo) pela manhã, no CT do Gama.

Pois é.

Chapecoense não deu sorte com o clima de Brasília, pois chegou na cidade no dia que os termômetros registraram a maior temperatura do ano no Distrito Federal.

Não se pode ter sorte em tudo!

O importante é fazer um bom jogo, ter sorte no placar, e terminar na frente, para levar os 3 pontos para Santa Catarina.

Avante Verdão!

Obs: Choveu à noite em Brasília, em torno de 5 a 8 mm, e o dia, 26/09/2011, amanheceu nublado. Às 7:45 a.m., temperatura 19º C e umidade relativa do ar 77%. Outras informações vide INPE: Clima em Brasília

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

SOL E CALOR DE RACHAR A PINHA DO ÍNDIO

Nesta segunda-feira (26), às 16:00 h, na Capital da República, Brasília, a Chapecoense enfrenta a excelente, forte, experiente, equipe do Brasiliense, especificamente na Região Administrativa de Taguatinga, no Estádio Serejão, mais conhecido como "Boca do Jacaré", em partida válida pela 1ª rodada, 2ª fase, do Campeonato Brasileiro da Série C.

O jogo é cercado de muita expectativa e de muitos interesses, e não poderia ser diferente, pois luta-se, de vez, pelo acesso à Série B, por um lugar melhor ao sol.

Aliás, sol que deve, nesta segunda-feira, rachar a pinha, como se diz popularmente.

Como é do conhecimento da maioria, a escolha do dia e o horário desse jogo virou uma novela, com vários capítulos. Mas, o mais importante é que o jogo está confirmado pela CBF, e que, portanto, não se mexa, não se altere mais, o dia, local e hora.

As razões da marcação desse jogo para segunda-feira às 16:00 h, ainda, não estão claras; podem até ser plausíveis, mas que é estranho, inusitado, é o mínimo que se pode dizer.

Primeiro: o Jacaré trocou de treinador na semana do jogo contra o Verdão. 

Adiar o jogo, por um dia, de domingo para segunda-feira, sem dúvida, foi uma medida que parece ser natural e representou um dia a mais para o técnico Argel conhecer, trabalhar o time, e dar tempo hábil para recuperação dos jogadores com problemas musculares e para outros que estão retornando do Departamento Médico.

Segundo: a alegação de que o Estádio tem problema de iluminação, e que o jogo não pode ser à noite, mas sim à tarde, parece, num primeiro momento, plausível. 

Inconcebível ...é o Estádio "Boca do Jacaré" não ter iluminação para realização de jogo à noite.

Terceiro: a alegação de condições climáticas adversas no final desta semana (sábado e domingo), para deslocamento do jogo para segunda-feira, não procede.

Não é preciso morar em Brasília para saber que no período de abril a setembro não chove regularmente no Distrito Federal, são 6 meses de seca por ano, estiagem, clima quente, temperatura, durante o dia, entre 30 e 40º Celsius, chegando, nos dias mais críticos, a umidade relativa do ar a 12%.

Para quem mora em Brasília, esse clima é rotina; não assusta. A vida segue normal!

De modo que não vejo diferença em jogar domingo à tarde ou segunda-feira à tarde.

Se o problema fosse a baixa umidade relativa do ar durante o dia, então a partida poderia ser realizada à noite no Estádio Bezerrão, na Região Administrativa do Gama, cujo palco para a prática do futebol é espetacular e tem iluminação fantástica. Trata-se de um Estádio, praticamente novo, reformado, gramado novo, e com capacidade de lotação para 40 mil pessoas, que o governo do Distrito Federal recuperou (gastando fortuna!), mas que, atualmente, está ocioso, verdadeiro "elefante branco". 

Claro, o Bezerrão será um Estádio de apoio à Copa do Mundo, uma vez que Brasília é uma das sedes da Copa do Mundo 2014. O Estádio Mané Garrincha, na região central de Brasília, foi demolido, e no seu lugar está sendo levantado, obras já adiantadas, o ESTÁDIO NACIONAL para a Copa do Mundo 2014.

Pessoal, então o jogo, nesta segunda-feira, será realizado debaixo de um sol forte de 35 a 40º Celsius.

Para a equipe do Brasiliense isso não é problema, mesmo contando com uma equipe com média de idade alta. Os jogadores do Jacaré já estão acostumados com o clima. 

No Brasiliense a aposta é que o Índio, já muito urbano e habituado às condições urbanas de Chapecó, não vai suportar o clima do Cerrado do Planalto Central.

Sem dúvida, a aposta da equipe adversária, portanto, é que a Chapecoense não suporte o ritmo da partida, e na segunda etapa, o Brasiliense possa definir o jogo, como aliás tem feito regularmente nos jogos em casa, ou seja, o Jacaré tem vencido os adversários na etapa final, fazendo gol, em regra, nos últimos 10 minutos dos jogos em casa, exceto contra o Marília que houve empate inesperado.

Jacaré quer vencer, dominar, o Índio em pleno cerrado do Planalto Central. A arma: o sol de rachar a pinha. 

Será que o Índio, acostumado às condições da selva, vai decepcionar, fraquejar?

Abra o olho Chapecoense!

O Ovelha precisa ser inteligente, principalmente, para esse jogo no Planalto Central.

Três substituições, nesse jogo, vai ser pouco, vai ter um monte de jogador pedindo para o mundo acabar em barranco no segundo tempo, para se encostar.

Na minha concepção, a formação inicial deveria ser esta:

Rodolpho; Amaral Rosa, Grolli, Marcos Alexandre; Sagaz, Diego Felipe, Everton Cezar, Neném e Aelson; Jean Carlos e Neílson.

Como o Jacaré costuma "matar" seus adversários na etapa final, o Índio, para não passar vergonha, vai ter que sair mais para o jogo na etapa final, mudando o esquema tático de 3-5-2 para 4-4-2. Para isso, basta deslocar o Marcos Alexandre para a meia cancha, e tirar um volante cansado e colocar um meia, no caso o Diogo Oliveira. As outras duas substituições, é ver, na hora, quem estiver mais precisado, desgastado. 

É jogo para o Verdão, se jogar com inteligência, retornar a Chapecó com os 3 pontos na bagagem.

Avante Verdão!