O lugar da Chapecoense é na elite do futebol brasileiro.
Não há gente que mais goste de futebol do que a gente do Oeste Catarinense.
Na Arena Condá vão duelar com a Chape todas as agremiações da Série A do Campeonato Brasileiro.
É um ano par no calendário civil comum (calendário gregoriano), mas é um ano ímpar para a Chapecoense e para o povo do Oeste no futebol, que marca, oxalá, o início de longa e eterna trajetória no Brasileirão.
Amém!
Tudo, graças à Chapecoense.
Até os famigerados gremistas e colorados do Oeste, que nunca presenciaram ao vivo, em Estádio, um jogo, desses clubes gaúchos, agora estão podendo ver in loco na Arena Condá, graças ao contexto que vive a Instituição Associação Chapecoense de Futebol - ACF.
É situação curiosa, né? Quem nunca deu a mínima para a ACF e agora está se beneficiando dela, para assistir ao Grêmio e Inter aqui em Chapecó.
Ah, como nessa hora gostaria que a Chape tivesse 22.600 sócios-torcedores e que fosse disponibilizado apenas 10% da capacidade do Estádio para torcedores da equipe visitante (Estatuto do Torcedor).
Engraçado né, torcedores que moram aqui no torrão local e são visitantes (pertencem à equipe visitante) no Estádio Arena Condá. KKK
Em tese, algo está de errado com esses maledetos, não?
Claro, temos que respeitar, cada um torce para quem quiser, temos que respeitar. Viva a ACF.
Já, se a Instituição ACF está em alta, o time não, pois vem jogando um futebol capenga, de time do Z4.
É hora, enquanto ainda é cedo, a diretoria, o treinador e os jogadores acordarem!
A diretoria precisa correr, efetivamente, atrás de reforços e chega de embromação, e contratar logo, já:
a) um meia-armador e um meia-atacante, ambos de qualidade;
b) um atacante de área, finalizador, oportunista, matador.
Não adianta contestar ou se levantar contra a verdade.
Analise e responda:
O que era a Chape antes de Athos?
O que foi a Chape com Athos? e,
O que está sendo a Chape sem Athos?
Falta um cérebro na meia cancha do Verdão, para quebrar a marcação, e colocar os atacantes na cara do gol.
Hoje, a Chape tem um time que joga a ferro e fogo, ou seja, um time que joga na força, burocrático, sem inteligência. Mas, futebol não é só força, é criação, jeito, técnica, talento e inteligência.
Sinceramente, não tem preço estar na Série A do Brasileiro, e a diretoria ainda não acordou, está tratando o futebol muito burocraticamente.
Para o crescimento e fortalecimento da Chape, é condição sine qua non sua permanência na elite do futebol brasileirão.
Acorda diretoria!
É fantástico, é inenarrável, o calor, a efervescência que toma conta da Região do Oeste, neste momento, em torno da Chapecoense.
O dia -a - dia sisudo, frio, triste, difícil do trabalhador e das cidades toma outro sentido no Oeste Catarinense; tudo parece ter mais vida, mais sentido. A Chapecoense é um elo de integração e um agente econômico que alavanca oportunidades!
Mas, a diretoria ainda não tem consciência disso.
Além de tudo, é preciso dar uma dura nesse treinador retranqueiro que subjuga o time que treina, escalando 3 volantes sem qualidade ofensiva (meros volantes de contenção), tanto nos jogos em casa, quanto fora.
Nos jogos fora de casa, tudo bem a formação com 3 volantes é aceitável quando a equipe da casa toma iniciativa do jogo, cabe então a Chape explorar os contra-ataques.
Porém, nos jogos em casa, que é preciso fazer valer o fator local, onde é preciso impor-se ao adversário, não é admissível jogar na retranca, principalmente quando o adversário já vem retrancado, com postura defensiva.
Quando a Chape atua em seus domínios, é preciso armar o time no meio de campo com 2 volantes e 2 meias de articulação que saibam sair para o jogo, e ter força, competitividade, pelos flancos, para minar a retranca adversária.
Para o treinador da Chape, seja o jogo em casa ou fora, o esquema é sempre o mesmo: retranca. Mas, quem joga para empatar em casa, quase sempre perde.
Até quando vamos suportar essa mediocridade?
Torço muito para que a Chape pare de decepcionar seu torcedor. Os jogadores precisam jogar mais do que estão fazendo, pois está sendo insuficiente para vencer os adversários.
O momento é de afirmação do time, mas a diretoria e o treinador estão na contramão!
Avante Verdão!