quinta-feira, 5 de outubro de 2017

CHAPECOENSE TEM 10 DIAS PARA TREINAMENTOS

Sem dúvida, essa pausa do Campeonato Brasileiro da Série A, em face das datas FIFA para conclusão das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo da Rússia 2018, veio em boa hora para a Chapecoense.

A Seleção Brasileira fará 2 jogos nesse período, fechando sua participação, mas já está classificada.

A atenção, portanto, nesse período, pelos lados da Chape não são as Eliminatórias da Copa, mas sim a preparação para a reta final do Brasileirão.

Faltam 12 rodadas para conclusão da temporada 2017 para a Chapecoense, e para se manter na elite nacional, são necessárias ainda 5 vitórias.

A missão é dura, árdua, e vai exigir superação.

Está no DNA da Chapecoense se agigantar nas horas decisivas. E que assim seja!

Os 3 próximos jogos do Verdão do Oeste são emblemáticos, e exigem preparação, foco total. São jogos contra Botafogo (fora), Flamengo (Arena Condá) e Atlético -MG (fora).

Para ficar fora do Z4, Chape terá que pontuar em todos esses jogos, somar pelo menos 5 pontos.

A primeira pedreira, assim, será contra o Botafogo no Estádio Nilton Santos, na próxima quarta-feira.

O Botafogo, pelo índice técnico, é a melhor equipe do segundo turno, e vem de derrota em casa para o Vitória baiano, o que torna o jogo mais dramático.

Então, Chapecoense terá que fazer jogo inteligente para superar a estrela solitária em seu campo.

Espera-se que Canteros retorne à meia cancha da Chape e que o interino Emerson Cris não invente na parte tática e na escalação.

A Chape terá que ter força, pegada, transição rápida, criatividade na meia cancha para anular Bruno Silva e João Paulo e fechar as laterais de campo.

Avante Verdão do Oeste!


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O que deu errado? Chapecoense não jogou; entrou em campo e foi uma caricatura.

O Flamengo é forte atuando na Ilha do Urubu.

Expectativa era que Chapecoense, pelo menos, lutasse bravamente, defendendo sua honra, de atual campeã Sul-Americana.

Mas, o que se viu, ontem, foi decepcionante, Verdão do Oeste perdido em campo, desde o início, dando espaços para o Flamengo.

Guerrero foi acionado, pelo menos, 3 vezes no ataque antes do primeiro gol da partida; em duas, entrou impedido e, na terceira, gol do Flamengo.

Ninguém marcava o meia Everton Ribeiro que municiava, enfiava as bolas no ataque.

As linhas estavam distantes: ataque, meio-campo e defesa.

Marcação não funcionou.

O árbitro errou ao validar o primeiro gol aos 6 minutos, impedimento de Guerrero? Grolli tocou na bola, e habilitou o atacante?

O erro do árbitro, se houve, não justifica a falta de futebol da Chapecoense.

O Flamengo definiu a sorte do jogo, com esse gol que aconteceu aos 6 minutos.

Depois disso, a Chape acusou o golpe, e ficou sem estratégia, jogadores batendo cabeça em campo.

Muito triste, decepcionante, essa puerilidade.

Quem viu o jogo, ficou desapontado com a fraqueza técnica, tática e falta de estratégia da equipe do Oeste de Santa Catarina.

Time frouxo.

Isso não é a Chapecoense que chegou à Série A do Brasileiro e que foi campeã Sul-Americana.

Ontem, foi abaixo da crítica, foi de "queimar" o filme.

Cadê a Chapecoense aguerrida, espírito guerreiro de Condá?


terça-feira, 19 de setembro de 2017

DEPOIS DE TANTA BURRICE NA LIBERTADORES, CHAPECOENSE MERECE SEGUIR NA SUL-AMERICANA

Depois do triunfo, vitória sobre o Grêmio, a direção da Chapecoense, que é sem noção!, deu para falar na imprensa.  

É blá,blá, blá.

Barbaridade!

Direção da Chapecoense nas vitórias deve ficar calada, e deixar a torcida comemorar, deixar que o treinador e os jogadores falem.

Por outro lado, nas derrotas, sim, a direção da Chapecoense tem obrigação, tem dever de estar presente, disponível, aparecer para o torcedor e imprensa e explicar pelo qual o resultado favorável não aconteceu, reconhecer os erros, falhas, fazer avaliação séria, franca e honesta, e prometer solução imediata.

Mas, não é isso que acontece.

Quando time da Chape perde, sofre derrotas, ninguém da direção aparece logo após o jogo, para fazer avaliação, dar satisfação para o torcedor, para a imprensa.

Outro ponto: Chapecoense na Sul-Americana

Basta falar em Copa Sul-Americana que a alma do torcedor da Chapecoense se enche de alegria, esperança, e o espírito se eleva.

Torcedor da Chapecoense respira competição internacional.

Mas vem um forasteiro, que ainda está diretor executivo (deveria estar fora!), é põe água no vinho. Maldito! 

Chapecoense, sim, deve lutar com o que tem de melhor, para avançar na Sul-Americana. 

Por fim, quero falar um pouco sobre a vitória da Chapecoense contra o Grêmio.

Uma série de fatores determinaram o triunfo da Chapecoense, mas dois são inquestionáveis: demissão do treinador tecnicamente fraco e saída do time do atacante T. de Melo.

Em relação ao atleta T. de Melo (que nada tenho contra sua pessoa, pelo contrário, é um ser humano fantástico!), Deus escreve certo por linhas tortas. Tanto eu falei, escrevi, que ele deveria sair do time (pois, não é a melhor opção técnica, tática e estratégica), e saiu sim do time, porém não foi por vontade da direção, do treinador, mas sim por vontade dos "deuses" do futebol. O imponderável atua!!!

O importante é que as condições preconizadas ocorreram, e Chape subiu, cresceu defensiva e ofensivamente.

Preciso dizer, alguma coisa mais?

Por último, reitero, próximo desafio, nesta quarta-feira, é Sul-Americana, e se o treinador não inventar (e mantiver as condições preconizadas), e se os jogadores titulares tiverem foco, empenho, raça, garra, espírito guerreiro de Condá, o resultado positivo voltará acontecer, e será para o Brasil e o mundo verem, em pleno Ninho do Urubu.

Avante Verdão do Oeste!


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

DEMITIDO TREINADOR FRACO, CHAPECOENSE COMEÇA DAR ESPERANÇAS

Ontem contra o Flamengo, antes do jogo na Arena Condá, havia receio de que a Chapecoense daria mais um vexame.

Para surpresa, com a bola rolando o que se viu foi uma Chapecoense, com dificuldades é verdade, mas bem diferente daquela dos últimos 40 dias.

Chapecoense se livrou do período de trevas que ficara submetida lamentavelmente. Trevas: tudo por erro, teimosia, da direção que optara por treinador, notoriamente, equivocado, fraco tecnicamente.

Agora, livre dessa mazela citada, Chapecoense deu esperanças ao torcedor de que o time pode voltar a corresponder, dar resposta positiva às demandas deste final de temporada, a principal delas: manter-se na Série A 2018.

Quanto ao jogo

Sistema 4-4-2

Formação inicial: Jandrei; Apodi,Grolli, F.Bruno, Reinaldo; M. Ribeiro, L.Mineiro, Canteros, Alan Ruschel; Wellington Paulista e T. Melo.

Primeiro tempo

Chapecoense se defendeu, respeitando o Flamengo. 

O rubro-negro carioca ficou bloqueado na forte marcação pelo meio e pelos flancos.

O tempo passou, e a Chape não tomou gol.

Mas cabe observar: 1º tempo

a) atacante T. Melo mal, lento, marasmo, não faz o pivô, não segura a bola no ataque, não dá opção para quem vem de trás, não tem habilidade para trocar passes, não rouba bola (só entrega de graça kkk); no corpo a corpo molenga, no choque com os adversário só pipoca, fica mais no chão deitado do que de pé. Banco  de reserva para ele, que fique bem escondido lá, esquecido. kkk É muita miséria estratégica e tática escalar T. Melo. Essa opção só deve ser utilizada no desespero, nos últimos minutos de jogo;

b) atacante W. Paulista: falta-lhe solidariedade, fominha. Na beirada do campo atuando, em vez de cruzar a bola para os companheiros, chuta a esmo para o gol, sem ângulo, sem noção! Pela extremidade do campo, na verdade ele só mata as jogadas ofensivas da Chape por ser fominha e errático.

c) Alan Ruschel surpreendeu positivamente, articulou como meia avançado (4º homem do meio campo), pela extremidade e, com a sequência de jogos, deve ou vai ganhar ritmo; armou um contra-ataque para o Flamengo, ao tentar driblar um adversário no campo ofensivo. kkk

Na primeira etapa, portanto, a Chapecoense inexistiu ofensivamente, não levou real perígo ao goleiro do Flamengo.

Segundo Tempo

A Chapecoense só melhorou, agradou, a partir da saída do T. de Melo. A entrada de Penilla mudou o jogo, pelo flanco esquerdo do campo, deu opção de contra-ataque. Dos seus pés nasceram as duas grandes chances de gol. Primeiro, no chute de Penilla de fora da área, que goleiro Diego deu rebote e que Reinaldo, cara-cara, chutou torto para fora! Segundo, Penilla no contra-ataque carregou a bola na velocidade pelo flanco esquerdo, ganhou na corrida, entrou sozinho na área, cara -cara com goleiro, chutou torto para fora!


Obs: Eu ainda não sei se a saída do T. Melo para entrada do Penilla estava programada, ou se foi obra do acaso! Pois, na Chape existe cegueira, todo mundo vê que T. Melo é um problema para Chape, e não solução! Mas, ninguém tira do time esse marasmo! Chape tem que jogar com 2 atacantes de mobilidade, velocidade no ataque, caso o Ruschel seja o quarto jogador de meio campo. Ainda, penso q a Chape no 4-3-3, com 2 atacantes de velocidade pelos flancos, pelos lados do campo, e com o 3º atacante centralizado de mobilidade, torna a equipe mais competitiva e letal no contra-ataque. Por enquanto, a Chape tá sem convicção, e não há certeza que esse sistema com 4 homens no meio de campo seja a solução para jogo em casa e fora de casa. É preciso diferenciar jogos longe da Arena Condá, e jogos dentro de casa que se tem obrigação de fazer dever de casa.

O jogo de ontem sinaliza que o time pode retomar o desempenho dos bons jogos que já fez nesta temporada, principalmente no início da Série A. Mas, há ainda tudo por fazer!

Na fase depressiva que estava a Chape o empate foi bom, pois não perdeu, mas temos que ter consciência que na Arena Condá é obrigação fazer o resultado, e ontem não fizemos o resultado. Certo?

Outra coisa: Emerson Cris acertou nas três substituições, o time ficou ficou poderoso em campo. Mas é a tal coisa, quem escala mal acerta nas substituições. ehehe


Tenho dito.

Avante Verdão.









segunda-feira, 11 de setembro de 2017

DIREÇÃO DA CHAPECOENSE NÃO PODE ERRAR: TRAZER TREINADOR COM TEMPO DE RESPOSTA CURTO, RÁPIDO, JÁ

Pois é.

Meu temor é que os cabeçudos da direção cometam outra atrocidade contra a Chapecoense, nesta temporada.

Contratar treinador para inciar uma temporada, em que não há pressa para obtenção de resultados positivos, é uma coisa.

Mas, contratar treinador para final de competição, final de temporada, onde restam poucos jogos a fazer, e paradoxalmente se precisa com urgência resultados positivos imediatos, é coisa bem diferente.

É preciso analisar o perfil do treinador.

Vou-me fixar apenas em 2 nomes: Eduardo Batista e Argel.

Treinador E. Batista é treinador devagar, lento para obtenção de resultados positivos, demora seu time para engrenar, isso aconteceu no Palmeiras e Atlético-PR neste ano. Ele precisa de 8 a 10 jogos para engrenar, ajeitar o time.

Para a Chapecoense esse treinador não serve, Chape só tem 15 jogos a fazer na Série A e precisa vencer pelo menos 7 jogos; precisa de resultados imediatos já!!!

Veja, treinador Argel teve sucesso em 2013, 2014, 2015, 2016, respectivamente, no Criciúma, Figueirense, Inter e Vitória,  salvando essas equipes do descenso na Série A do Brasileiro, pois apresentou tempo de resposta imediato, curto, engrenou rápido para obtenção de resultados positivos.

Então, sem entrar em outros detalhes, é preciso olhar, analisar o tempo de resposta de cada treinador, antes de contratá-lo em reta final de competição, reta final de temporada. No caso a Chape precisa correr atrás do prejuízo imediatamente, e são poucos jogos para se recuperar, se salvar na competição.

Argel é a melhor opção, pois tem tempo de resposta imediato, ou seja, engrena rápido, já!

Então, peço cautela, prudência aos manda-chuva da Chapecoense, não façam besteira.

Tenham certeza do que estão fazendo, responsabilidade na contratação do treinador.

O objetivo é salvar a Chapecoense, e não derrubar para B.

O seguro morreu de velho.

No caso, se Roger Machado não vier, a escolha, com segurança, é Argel. E nisso os "deuses" do futebol também estão concordes. 

Tenho dito.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

PARA CHAPECOENSE REAGIR, SAIR DA ZONA DE REBAIXAMENTO

Alerta, choque de realidade.

Nos próximos jogos, contra Cruzeiro e Grêmio, a Chapecoense terá q somar, pelo menos, três pontos.

Jogo contra Cruzeiro, na Arena Condá:

Situação da Chape é dramática, tem que vencer, mas não tem meia-atacante de qualidade para fazer o time jogar e não tem atacante veloz pelo flanco direito. 

As perdas de Rossi e João Pedro desmontaram o time da Chapecoense.

Time perdeu as características de transição rápida, velocidade, contra-ataque.

A direção não conseguiu, lamentavelmente, recompor a saída de Rossi, e suprir a ausência de João Pedro.

Foram feitas contratações equivocadas, como as dos equatorianos e do Júlio César.

Termina o prazo para inscrição de novos jogadores nesta semana.

É um dilema.

Ainda outro problema grave, o treinador, que é trabalhador é verdade, mas não ajuda, não serve para competição Série A, está muito aquém tecnicamente, não é competitivo, não agrega efetividade na parte tática e não tem estratégia segura para vencer jogos chaves, como contra adversários do mesmo nível da Chape.

Chape no sistema de jogo: 4-3-3 ou 4-4-2:

- Meio campo:

Para vencer este jogo contra Cruzeiro, a primeira coisa a fazer é pressionar o treinador para escalar certo a equipe no meio de campo e no ataque.

No meio de campo,  nada de Seijas, esse jogador é lento, mole, marasmo, não recompõe, ruim na bola parada, errático nos passes curtos e longos. Não tem personalidade, burocrático, não tem preparo físico, não é competitivo nível Série A. Não parte, não vai para cima dos adversários na jogada individual, no drible. Só atrapalha ofensiva e defensivamente, fragiliza o time no ataque e na recomposição do sistema defensivo.

- Ataque:

O ataque da Chapecoense erra demais, tem baixo aproveitamento.

Sendo assim, é preciso pressionar o treinador para escalar certo a equipe no ataque.

Nada de Túlio de Melo que é pesado, lento, poste, não tem agilidade, não tem habilidade para dominar bola, não faz o pivô, tem aproveitamento baixo nas bolas aéreas dentro da grande área. Sequer faz jus a sua estatura.Ainda, sequer volta para recompor, não consegue roubar uma bola, não consegue desarmar adversário algum, só fica cercando de longe o adversário. Fragiliza o time ofensiva e defensivamente.

Conclusão:

Como demonstrado, se o treinador tirar do time Túlio de Melo e Seijas as coisas poderão começar a melhorar, o time poderá ganhar competitividade nível Série A. Mas, se esses dois forem mantidos no time, Chape não terá jeito. A solução será, então, trazer novo treinador que possa fazer leitura correta das peças que Chape tem, e definir sistema de jogo e estratégia eficaz, segura, para voltar a vencer os jogos e se manter na Série A 2018.

O mínimo que se espera contra o Cruzeiro é superação!

Tenho dito.

Avante Chapecoense!



sexta-feira, 21 de julho de 2017

CHAPECOENSE: ATO MARCADO PELA IMBECILIDADE. OPÇÃO POR TREINADOR NANICO

Vou ser objetivo, sucinto, se puder.

Com treinador Wagner Mancini Chapecoense tomou gols inacreditáveis, mas fazia gols às pamparras. Em regra, após os jogos nossa decepção era por ter deixado de ganhar jogo que estava ganho.

O time não tinha consistência defensiva, mas tinha viés ofensivo, jogava encantando. Era fabuloso, extraordinário gol marcado no contra-ataque letal, mortal. Inenarrável.

Obs: Direção de futebol não soube trabalhar com W. Mancini, deu-lhe excesso de poder, rédeas soltas, e tudo descambou. Faltou segurar as rédeas, perdeu o controle.

Perdemos jogos ou deixamos de vencer por excesso de ofensividade, imprudência ofensiva (ação precipitada, falta de cautela defensiva).

O time jogava como time grande! (tínhamos mais alegrias que decepções).

Por outro lado, com treinador Eutrópio, a situação é diametralmente oposta: 

- o time tem cuidados defensivos (em excesso!), nem por isso deixou de fraquejar na defesa, continua vacilando, mas perdemos por completo a alegria de sonhar, time não tem poder ofensivo, time perdeu objetividade ofensiva, não tem verticalidade, não tem profundidade, time não é agudo no ataque, não tem vocação para fazer gol. Fazer gol virou coisa rara. 

- Chape se apequenou, de vez, voltamos à mediocridade. Chape não assusta mais ninguém.

Estamos perdendo jogos por insuficiência de ofensividade, por deixar de fazer o que se espera que seja feito no ataque. Negligência ofensiva (falta de ação, omissão!).

O que é preferível: um time ofensivo que faz gols às pamparras e que peca por imprudência (falta de cautela defensiva) ou um time defensivo (excesso de cautela), mas negligente no ataque, omisso, sem vocação para fazer gol?

Como já disse, com treinador Mancini, a Chapecoense jogava como time grande, perdemos jogos incríveis, mas em regra deixávamos os adversários derrotados ou com a calça na mão, seja fora ou em casa.

Agora, a situação se inverteu, Chapecoense passou a não saber o que é vencer fora de casa e, em casa, ganha com a calça na mão.

A situação, tecnicamente, é: "estamos andando de lado" para o precipício.

A direção da Chapecoense não sabe o que está fazendo (perdida!), fez opção por treinador tecnicamente insuficiente:

- que privilegia a negligência ofensiva (excesso de cautela defensiva que implica omissão ofensiva, falta de verticalidade, profundidade, não é agudo, sem vocação para fazer gol).

Só espero que ainda haja tempo para corrigir o rumo, para permanecer na Série A em 2018.

O que é pior: treinador que tem excesso de viés ofensivo (imprudente sem cautela defensiva) ou técnico com viés excessivamente defensivo (negligente, omisso ofensivamente).

A esperança, pela retomada inclusive das vitórias fora de casa, é a última que morre.

Avante Verdão!


quinta-feira, 6 de julho de 2017

APEQUENARAM A CHAPECOENSE

Pessoas incompetentes se apossaram desta querida Instituição amada em todo o Brasil e no mundo. 

Pessoas essas que não possuem firme compromisso em mantê-la na Série A.

A partir deste instante, estou entrando em período de férias sem previsão de volta, e os deuses do futebol, com certeza, estão com alívio do fardo que sempre carregaram na parte que competia à minha invocação teimosa de ajuda à Chapecoense e que sempre atenderam tanto nas minhas orações.

O Blog não será atualizado nesse período de afastamento, e se o Clube cair para Série B o Blog será extinto, tamanha decepção.

Digo isto, pois os mandachuvas da Chapecoense, por serem auto-suficientes, por agirem com soberba, empáfia, condutas incompatíveis com a simplicidade, humildade, valores nobres aos olhos do Poder Supremo, cerraram as portas à atuação da energia positiva, construtiva dos deuses do futebol, do imponderável, da força divina. 

Entregar, passar o comando técnico às mãos de treinador incompetente em detrimento do Clube que corre risco de agonia na Série A e em detrimento de treinador competente que deixou de ser contratado tempestivamente para salvar o Clube, tudo por mero capricho, preconceito, picuinha, birra, valores mesquinhos, implica que inexiste desfecho, resultado outro que não o Clube viver as consequências dessa trama malograda. Ou seja: a ruína, o rebaixamento.

Assim, a partir do hoje, a responsabilidade é única e exclusive desses mandachuvas que se apossaram da Chapecoense, trocando as mãos pelos pés, passaram olvidar que a Chape não é mais só de Chapecó, mas do Brasil e do mundo.

A empatia com o Clube,  mundo a fora, está virando decepção.

Apequenaram a Chapecoense por mera vontade de apequenar.

O torcedor, o grande consumidor do futebol, não foi ouvido.

Viraram as costas para a sorte.

Mas, os responsáveis pelos desmandos, certamente, menos dias mais dia, terão a pesada reprovação dos mais próximos, do Brasil e do mundo, um por um, cada qual no seu devido tempo.

Obrigado à Chapecoense que existiu até ontem, pois proporcionou-me viver a realidade de sonhos que jamais pensei que fossem vividos nesta vida.

Foi bom acompanhar, viver, o crescimento da Chape.

Agora, que golpearam a Chape, apequenando-a, vou abafar a minha decepção, desligando-me do noticiário e das redes sociais.

Não tenho estrutura para acompanhar o definhamento dessa Instituição.

Despeço-me com as boas lembranças.

Fui.


Obs: Claro, minha indignação com a direção da Chapecoense leva-me a não ter paciência, por isso prefiro ficar em silêncio, mas é evidente que os deuses do futebol, também, não chancelam o que essa diretoria perdulária vem fazendo. 


quarta-feira, 5 de julho de 2017

AOS TORCEDORES AVESTRUZES DA CHAPECOENSE

Conheço história Chapecoense.O q penso acerca da Chape,está tudo no meu Blog, mas os q me criticam,são avestruzes,não querem ver a verdade.


Obs: Torcedor avestruz é aquele q dificulta o crescimento da Chapecoense, pois entre exigir resolução, eliminação, correção de falhas, supressão dos erros e desperdícios da direção na gestão do Clube, prefere o silêncio, a omissão, faz "vistas grossas", esconde, enterra a cabeça na areia, finge nada ver, que nada disso é com ele. Isso não é salutar. A Instituição para seu aprimoramento, crescimento, longevidade, perenidade e busca permanente de auto sustentação para enfrentar os desafios do departamento de futebol em âmbito local, regional, continental e mundial exige gestão profissional, sem erros, falhas e desperdícios, ou seja, deve buscar, perseguir, permanentemente, eficiência, eficácia, padrão de excelência. E você torcedor é peça mais que importante para que essa engrenagem funcione sem  ruídos, solavancos ou interrupções.
Se você não contribui para padrão de excelência do seu Clube do coração, então está no lugar errado. Este Blog é para quem quer ver Chapecoense protagonista nos certames nacionais, continentais e mundiais.

sábado, 1 de julho de 2017

CHAPECOENSE:Treinador não pode ter carta branca para contratar, ou vetar contratação de jogador


A imagem pode conter: 1 pessoa, praticando um esporte e texto
Meia-atacante Renan Bressan, passadas largas, visão de jogo, exímio na finalização de média, longa distâncias e nas bolas paradas.


Hoje, vou tratar, abordar, ainda que tardiamente, de uma decisão da Chapecoense no início do ano que me revoltou, aborreceu muito e deu-me a certeza que este ano será duro para o Clube fugir do descenso.

Há anos escrevo, reiteradamente, no meu Blog que Chapecoense não tem uma política interna de valorização do meia-atacante (a mística do camisa 10), o craque que puxa torcida ao estádio, o meia-atacante cabeça pensante que decide jogos, que faz o time jogar, armar jogadas, exímio na conclusão a gol, finalização certeira de média e longa distâncias, e na bola parada.

(Obs: Veja que absurdo: na Chapecoense o manto sagrado, camisa 10 é tão mal tratada, é tão sem moral, que ninguém quer usar. Neste ano de 2017 (ano de reconstrução) quem está com a camisa 10 é um centroavante sem mobilidade, lento, lerdo, pesado,verdadeiro poste, e que não merece nem pegar banco. Péssimo!. O manto camisa 10 tá sem moral. Que pecado imperdoável!).

Pois é.

No início deste ano 2017, a sorte sorriu para Chapecoense, por acaso.

O cavalo encilhado apareceu.

Os deuses do futebol guiaram, mandaram Renan Bressan até a Chapecoense.

Finalmente, vamos ter um camisa 10.

Ledo engano!

A direção de futebol e o técnico ficaram com pé atrás, não deram importância, acharam que ele estava em fim de carreira, pois vinha do Chipre; resolveram apostar em Dodô, Nadson, e Neném.

Isso seria trágico se não fosse cômico.

Na verdade, o meia-atacante Renan Bressan, no 2º semestre de 2016 tomou decisão difícil, seguiu proposta tentadora, aceitou atuar pelo APOEL do Chipre para disputar a Liga Europa. Estrategicamente não foi boa opção. A equipe foi eliminada precocemente do certame na fase de grupos, e Renan Bressan ficou sem clube em dezembro/2016. Pensou fortemente em retornar ao Brasil, ficar mais próximo da família (ele é natural de Tubarão/SC).

Renan Bressan gostou da ideia de jogar na Chapecoense, de reconstruir o clube, de disputar finalmente a Libertadores e o Campeonato Brasileiro Série A 2017.

Mas, a direção de futebol da Chapecoense e treinador não ficaram empolgados. E o que poderia ser extraordinário para todas as partes, não foi à frente.

E Chapecoense deixou de contratar o verdadeiro camisa 10, idade 27 anos, passadas largas, exímio na finalização de média, longas distâncias e na bola parada, e ainda com longa carreira pela frente.

É desolador o fato de termos perdido tamanha oportunidade.

Renan Bressan só ficou disponível para negociar com a Chapecoense no início de 2017, por erro de estratégia que cometera no ano anterior ao se aventurar pelo futebol cipriota.

A Chapecoense, por interpretação equivocada, entendeu que não valeria a pena contar com o jogador no seu plantel em 2017.

Então, imediatamente o jogador firmou contrato com o Chaves para a parte final do Campeonato Português.

Fez belo certame (parte final temporada 2016/2017), tanto que renovou o vínculo por mais 3 temporadas.

O torcedor Transmontano está em estado de graça, de euforia, pela renovação de Renan Bressan com o Grupo Desportivo de Chaves.

O jogador ainda atua pela Seleção de Belarus/eliminatórias Copa da Rússia 2018 (no momento, em 5º lugar no Grupo A -Eliminatórias da Europa).

Poderia estar na Chapecoense Renan Bressan, mas as decisões na Chapecoense 2017 são sui generis, e estão nos dando dor de cabeça.

Oxalá, que os deuses do futebol olhem com piedade à Chapecoense neste 2017, e voltem a dar força, sorte. Ou seja, que o imponderável, a força divina, sempre decida, doravante, a favor do Verdão para que se mantenha na Série A 2018, pois da diretoria e do treinador pouco se espera, ou quase nada, pela sucessão de erros (erram demais!). 

Avante Chapecoense!