sábado, 18 de março de 2017

CHAPECOENSE PERDEU PARA O LANÚS, POR EQUÍVOCOS DO SEU TREINADOR

Nos primeiros 10 minutos de jogo contra o Lanús, na Arena Condá, o desconforto dos jogadores da Chapecoense já era grande, o time não conseguia encaixar a marcação, corria, se esforçava, mas a 2ª bola, o rebote, ficava sempre com o Lanús. E quando a Chape retomava a bola, não conseguia articular três passes em sequência, já perdia a bola.

A posse de bola era do Lanús.

E piorou mais.

Com a lesão do Moisés Ribeiro em torno dos 20 min. do 1º tempo, e a entrada equivocada do Osman, a Chape perdeu, de vez, a meia cancha.

Na base do Deus nos acuda, a Chape conseguiu se segurar, levar o 0x0 para o intervalo.

Esperava-se que a Chapecoense voltasse para o 2º tempo, com outra postura, com a marcação encaixada, e propondo o jogo, mas não, o problema persistiu. Assim, a 2ª bola, o rebote, era sempre do Lanús.

Os jogadores da Chape, então, continuavam correndo desesperadamente atrás dos adversários que rodavam a bola, valorizavam a posse de bola, e dominavam as ações.

Num lance de sorte, na 1ª parte do 2º tempo, Chape abriu o marcador com Rossi que dominou um chute errado do Girotto, porém um minuto depois, em bobeira do sistema defensivo da Chape, sofreu o gol do empate.

Grolli, na sequência, ainda quase desempatou para Chapecoense, numa cabeçada que a bola tirou tinta da trave esquerda do goleiro do Lanús. 

Chape cansou, com 20 min. do 2º tempo.

Na 2ª parte do 2º tempo, o Lanús, melhor fisicamente, apostou pelo lado esquerdo do seu ataque, em cima do lateral direito João Pedro da Chape que estava muito mal, dava espaços, e numa escapada do Lanús  o João Pedro cometeu pênalti pueril, que foi convertido, era a virada para o Lanús.

Na sequência o técnico da Chapecoense bagunçou ainda mais seu time em campo com substituições equivocadas, e Chape levou mais um gol.

Final: Chapecoense 1x3 Lanús.

Obs: 

(i) Eu parei de assistir ao jogo da Chape x Lanús, quando o trein. da Chape chamou o poste de Melo para entrar em campo, era demais para mim tanta besteira num jogo só. Enquanto Apodi que poderia dar arranque, velocidade, no meio campo da Chape, estava esquecido no banco de reservas. Até hoje ainda não vi o 3º gol do Lanús. Nego me ver esse gol que é fruto das besteiras do treinador da Chape.

(ii) É triste... Chape não tem treinador para fazer leitura correta do jogo (tática e tecnicamente); para fazer a sintonia fina, encaixar os jogadores no time e extrair o melhor rendimento técnico e tático.Quando a direção vai acordar, abreviar esse sofrimento,e contratar treinador de verdade?


segunda-feira, 13 de março de 2017

0S 100 DIAS DA NOVA CHAPECOENSE. MINHA INTERPRETAÇÃO

Ocorrida a tragédia em novembro/2016, ao tomar conhecimento do fato, a primeira sensação foi um vazio e  uma incerteza quanto ao futuro que traduzo assim:

"perdemos mais q o time da final da Sul-Americana, perdemos quem sabia e fazia a Chapecoense de corpo e alma, com carisma, conhecimento de causa  acerca do futebol e visão estratégica de crescimento ascendente, seguro, vigoroso do Clube, de projeção crescente no mundo, que era a presidência e a diretoria de futebol".

Reconstruir um time, um plantel de jogadores não é o mais difícil, o principal é encontrar presidência e diretoria de futebol com espírito e alma de Condá, e com visão estratégica de inserção do Clube, cada vez mais, entre os grandes do Brasil com sustentabilidade, pois, por linhas tortas, a marca Chape já se tornou  potência, é conhecida no mundo.

A marca Chape é gigante, mas o Clube não o é.

Pois bem.

Quanto à nova presidência e nova diretoria de futebol da Chape, nesses 100 dias, já posso dizer em letras garrafais que agem, se comportam, como se fossem TAMPÕES, cumprindo mandato tampão, estão aí burocraticamente para tapar buracos, pois foram convocados para uma missão em momento difícil.

O que esperar de pessoas que cumprem ou se comportam como se tivessem mandato tampão?

Nesse contexto de reconstrução do time (q ainda está em reconstrução para permanecer na Série A do Brasileiro), uma constatação: nada está sendo feito  pelo Clube em si (apenas crescem as demandas  nos tribunais).

É desesperador isso.

A Chapecoense, dia após dia, vem perdendo oportunidades fabulosas de dar um salto de qualidade para o futuro, mas falta visão estratégica, falta espírito e alma de guerreiro Condá à presidência para somar, alavancar.

A negociação do patrocínio master da Chape é coisa bizarra, coisa de amador. Foi um tiro no pé. Que desastre!  

O cavalo encilhado das estrelas mundiais, cadê?

As estrelas (Ronaldinho Gaúcho, Riquelme) se dispuseram a vestir de graça a camisa da Chape, ainda que se duvidasse que seriam titulares (e não os seriam!), mas não é isso que conta, já seria maravilhoso, uma dádiva dos céus se tivessem vindo, alavancariam patrocínios vultosos ao Clube, mas o cavalo encilhado foi afugentado, rechaçado de plano, por uma visão provinciana de quem não tem estratégia nenhuma de futuro para a Chapecoense.

Moral da história. Não temos patrocínio master este ano. Regredimos. Ano passado Chape faturou R$ 6,5 milhões com patrocínios na camisa, e neste ano, até agora, só previsão de R$ 4,56 milhões.

É o efeito do mandato tampão da presidência sem ambição, sem estratégia de futuro para o Clube.

Enquanto a Chape perde patrocínios, as demandas nos tribunais crescem.

Que barbaridade!

Cadê o marketing do Clube para buscar os patrocínios? Onde estão os projetos que possam alavancar o faturamento do clube com patrocínios?

Veja, com todas as oportunidades de faturamento que estão sendo desperdiçadas, uma coisa é certa, está-se comprometendo a existência da Chape logo ali na frente, pois as demandas contra Chape nos tribunais, como já disse, estão pipocando, se avolumando por conta das vítimas da tragédia.

Sem patrocínio master forte, enfrentar tudo isso fica difícil.

A direção da Chape precisa acordar urgente, rever tudo que deu errado ou não funcionou nesses 100 dias, e doravante, sem mais perder tempo e dinheiro, traçar estratégias arrojadas e persegui-las tenazmente para dar sustentabilidade econômica ao Clube no presente e no futuro.

Avante Verdão!

quarta-feira, 8 de março de 2017

Zulia 1 x 2 Chapecoense - Gols


Bom dia nação Chapecoense! Hoje,é um dia q começa mais leve.Jornada edificante,ontem.Vitória q emocionou o mundo, e tudo ainda está por vir.

Veja gols e melhores momentos do jogo.

quinta-feira, 2 de março de 2017

POR CONTA DA RECONSTRUÇÃO, NÃO SE PODE COBRAR EFICIÊNCIA, EFICÁCIA, NA CHAPECOENSE. ATÉ QUANDO?

Acompanho o cotidiano da Chapecoense com muita preocupação.

Já se passaram mais de 90 dias da tragédia, e quanto à Chapecoense, o que mais ouço e leio na imprensa local: "está em reconstrução"!

Até quando a direção da Chapecoense vai utilizar essa muleta, essa desculpa, para os erros cavalares e desmandos que vem cometendo?

Na cidade, ninguém admite cobranças em cima dos erros e desmandos do Presidente, do Departamento de Futebol, da Comissão Técnica, da preparação física, do marketing, e da formação do time, do elenco etc

A imprensa esportiva local, num pacto tácito, fechou os olhos, nada questiona acerca da condução temerária da nova diretoria da Chapecoense.

Enquanto isso, os erros e desmandos na condução do Clube são visíveis e os problemas se avolumam...

Isso tem um limite...

Logo, logo esses erros  e desmandos na condução da Chapecoense, se não atacados de frente e tempestivamente, serão irreversíveis e vão comprometer a temporada e a existência do Clube.

Nesse contexto, já se levanta a indagação: que Chapecoense teremos no final do ano de 2017?

Se não houver, imediatamente, correção de rumo, um choque de gestão, mudança de postura, redirecionamento, não teremos a Chapecoense na Série A em 2018.

Sócio-torcedor e sócio-contribuinte, vocês querem isso?

Então, chegou a hora de exigir, cobrar por mudanças!

domingo, 26 de fevereiro de 2017

TREINADOR DA CHAPECOENSE, OUTRA VEZ, NÃO CONSEGUE TIRAR PROVEITO DE SUPERIORIDADE NUMÉRICA EM CAMPO

A Chapecoense não tem intensidade, não consegue abafar o adversário, mesmo quando joga com homem a mais. É um time morno, lento, sem gana para fazer gol.

Contra o Almirante Barroso, na Arena Condá, 3ª rodada do turno, a Chape atuou com jogador a mais todo o 2º tempo (11 contra 10), e foi um desastre, empatou 1x1.

Essa atuação foi tão fraca, tática e tecnicamente, que instalou crise na sequência, então Verdão do Oeste ficou quatro jogos sem vencer, dando adeus às chances de disputar a ponta da tabela do turno.

A equipe pode produzir mais, muito mais, do que vem apresentando, tem material humano para isso. Porém, o treinador não consegue extrair futebol dos jogadores.

Ontem, 8ª rodada do turno, contra o Joinville, na Manchester Catarinense, a Chapecoense voltou atuar com jogador a mais, todo o 2º tempo e, outra vez, não conseguiu transformar em vantagem, no placar, a superioridade numérica.

O que isso quer dizer?

O time não está rodando a bola com rapidez, de pé em pé, para sobrar um homem livre em campo, para aparecer a vantagem numérica; falta intensidade, falta velocidade, falta virar o jogo, de uma extremidade para outra, para os espaços aparecerem.

A Chape é um time burocrático, sem vibração, sem intensidade, sem fome de gol.

Quando vamos ter uma equipe de índios guerreiros?

Essas deficiências da equipe decorrem dos equívocos do treinador, que tem deficiências e insuficiências técnicas graves.

O meio campo da Chapecoense é meia boca, não tem intensidade, não tem explosão,a transição é lenta. O meia-atacante (meia -armador, meia de ligação) escalado não funciona, apenas os dois volantes. A Chape, na verdade, neste 1º turno do Catarinense vem jogando com 10 homens em campo pois o meia não funciona.

Por isso, quando o time adversário tem um jogador expulso (jogador a menos), a vantagem numérica da Chapecoense não aparece.

Isso é sério!

É preciso a diretoria da Chapecoense tomar providência urgente, chamar o treinador para uma conversa reservada, e mostrar didaticamente o problema, pois ele é lento para entender. 

Olha o perigo que Chape está correndo na estreia da Copa Libertadores. Se o meio de campo continuar com jogador nulo, vai ser um desastre contra o Zulia lá na Venezuela.

Para tirar o homem nulo do meio de campo da Chape, primeiro passo, primeira providência urgente, é formar, desde o início, a meia cancha com: Amaral, Girotto e Luiz Antônio, se for mantido o esquema 4-3-3.

Espero que a direção de futebol acorde, pois o treinador está devagar, limitando, atrapalhando o rendimento da equipe.

Neném, Nadson e Dodô, quando escalados para atuar como meia, fazer a função de meia, não possuem rendimento técnico e tático (comprometem), são nulos no esquema tático do treinador.

Avante Verdão!


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

CHAPECOENSE, FINALMENTE, VOLTOU A VENCER. MAS O QUE SIGNIFICOU ESSA VITÓRIA?

Sem dúvida, foi importante a vitória sobre o Metropolitano, para se distanciar da zona do rebaixamento.

Acalma, serena, os ânimos.

Por outro lado, há muitos problemas que essa vitória está mascarando.

O adversário de ontem, embora muito frágil pressionou a Chape na primeira etapa, e poderia ter aberto o marcador.

Se tivesse aberto o placar o Metrô, não sei se Chape venceria o jogo.

Continuo afirmando que a Chape não tem time para jogar no 4-3-3. Além disso, o técnico continua equivocado, escalando mal o time. Com isso, o aproveitamento técnico do time e do treinador continuam a desejar, continuam aquém do que deveria ser.

Em resumo, já comprometemos o 1º turno do Catarinense e quanto à Copa da Primeira Liga temos que obrigatoriamente vencer o Atlético -MG para não sermos precocemente eliminados.

E a Copa Libertadores das Américas?

Vamos começar a Copa Libertadores, cuja competição é a maior vitrine das Américas, com os mesmos problemas das outras competições citadas. 

É uma pena que não temos uma equipe ajustada, competitiva, até agora.

Mas quem sabe o departamento de futebol da Chape, nesses próximos dias, resolva anunciar 3 ou 4 reforços, em nível de titularidade, para que possamos ser competitivos na Libertadores.

Avante Verdão!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

TIME DA CHAPECOENSE SE DESGASTA, SOFRE MUITO EM CAMPO E AS VITÓRIAS NÃO ACONTECEM, MESMO EM CASA. PROBLEMA É O TÉCNICO?

É preciso serenidade para entender a nova Chapecoense.

Foi necessário recomeçar do zero, é verdade.

Mas, as desculpas do técnico da Chapecoense não tem cabimento; já passou o tempo de aceitá-las, depois de seis jogos oficiais.

O técnico da Chapecoense é muito devagar, equivocado, erra muito, sonolento e não tem sintonia fina para escalar os melhores tecnicamente e para adotar o sistema de jogo mais adequado, de acordo com o material humano que dispõe.

Os jogadores devem fazer em campo, no jogo, as funções que treinam durante a semana. A Chape treina o quê?, pois só tem a jogada do "chuverinho" que somente consagra a zaga adversária.

Falta discernimento, fibra, gana, sangue nas veias para o treinador para ser efetivo.

Está evidente, escancarado, que a Chapecoense não tem rendimento no sistema de jogo 4-3-3.

Eu diria  mais, a Chape não tem atletas para jogar no sistema tático 4-3-3. 

Falta pegada, força, arranque, criação e articulação na meia-cancha. Mas, não é só isso!

Falta, ainda, chegada do meio de campo no ataque para conclusão a gol.

A Chape só tem a jogada do "chuverinho" na área. Mas, também, é necessário o atacante de referência fazer o pivô para que os meias, que vêm de trás, chutem a gol com qualidade.

Sem dúvida, a nova Chapecoense está mal treinada, sem repertório de jogadas. É visível isso! A Chape, todo jogo, é aquela  mesmice, muita correria, nada efetiva, não conhece o caminho do gol.

Então, torna-se necessário, na minha avaliação, fortalecer o meio campo, para chegar ao ataque com qualidade, pelo meio e pelos flancos.

Para arrematar, concordo com o Maringá. O técnico da Chape tem viés ofensivo sim, mas isso por si só não ganha jogo, pois o técnico tem um grave problema: não sabe armar o meio de campo, onde se ganha jogo.

Ademais, é preciso que os laterais cheguem na frente com mais qualidade e joguem para o time.

Outra coisa: zagueiro ou tem qualidade para sair jogando, ou então chuta a bola direto para o mato, pelo menos assim não arma contra-ataque em favor do adversário. Esse negócio de zagueiro "rifar" a bola toda hora, da defesa para o ataque, armando contra-ataque para a equipe adversária, é também indicativo que falta treinador.

Pois é.

Do jeito que as coisas estão não vejo futuro para a Chape nas competições com esse treinador.

A Chapecoense continua perdendo tempo, e comprometendo a temporada. 

Já estamos lutando contra o rebaixamento no Catarinense; estamos prestes a ser eliminados da Primeira Liga, se não vencermos o Atlético-MG. E a Copa Libertadores? Com esse técnico devagar, equivocado, sonolento, a Libertadores poderá ser grande fiasco. Pense nisso!

Mas, temos esperança em milagre!

Que tudo mude do água para o vinho, nos próximos dois jogos.

Ou que, pelo menos, a diretoria da Chapecoense acorde para a realidade, não é?

Avante Chapecoense!

Chapecoense 1 x 1 Figueirense - Melhores Momentos & Gols - Campeonato Ca...

domingo, 12 de fevereiro de 2017

COM TÉCNICO VACILÃO, CHAPECOENSE É PRESA FÁCIL; FRUSTRAÇÃO MUNDIAL

A reconstrução da Chapecoense é acompanhada pela imprensa de todos os cantos do Planeta, mas a decepção começa tomar conta de todos, pela falta de desempenho, de resultados. 

A frustração maior e generalizada, na verdade, é com a deficiência técnica do treinador que, cada vez mais, fica evidente, escancarada.

O comandante técnico foi escolhido pela direção para aferir a capacidade técnica e tática dos jogadores (sintonia fina), dar padrão tático, sistema de jogo, e aplicar estratégia de jogo compatíveis rumo às vitórias e títulos.

Os jogadores, com características específicas para cada posição e funções a desempenhar em campo, foram escolhidos pela direção de futebol.

Entretanto, o treinador não está conseguindo dar evolução técnica, tática, sistema de jogo à equipe. Lamentavelmente, o técnico tem mostrado, demonstrado, desconhecimento total quanto à capacidade técnica dos atletas, com escalações equivocadas.

Além de mal escalada, a equipe em campo vem sendo, tecnicamente, prejudicada pelas decisões equivocadas do treinador, principalmente nos três últimos jogos.

Senão, vejamos.

Jogo contra o Almirante Barroso:

Contra o Almirante Barroso, confronto na Arena Condá, Chapecoense com um homem a mais desde os 30 min. do primeiro tempo, vencia a partida por 1x0 na etapa final, jogo controlado, equipe adversária não oferecia perigo; porém, o treinador da Chape inventou, desarrumou a equipe na 2ª parte da etapa final, enfraqueceu o sistema defensivo e meia cancha, e encheu o time de atacantes para golear, e tomou o gol de empate. Chape perdeu 2 pontos em casa. Caramba! Técnico vacilão! 

Um órgão de imprensa, assim, resumiu a jornada da Chape, in verbis:

(...)
Verde, só se for de raiva. A Chapecoense decepcionou o torcedor na noite deste sábado na Arena Condá. Com um a mais desde os 30 minutos do primeiro tempo, a equipe de Vagner Mancini apresentou um futebol sonolento e não soube se impor diante do lanterna Almirante Barroso. O resultado? Um decepcionante no 1 a 1, em partida válida pela terceira rodada do Campeonato Catarinense. Curiosamente, Hulk foi o algoz do verdão. Túlio de Melo abriu o placar de cabeça. Ao apito final, tímidas vaias foram ouvidas pela primeira vez na temporada.
(...)


Partida contra o Avaí:

Na Ressacada, em Florianópolis, 4ª rodada, o jogo foi um desastre para a Chapecoense, a equipe sofreu um sonoro 3x0.

O treinador da Chape mandou a campo uma equipe mal escalada, aberta, espaçada, ou seja, sem consistência tática e com estratégia furada. Novamente, enfraqueceu o meio de campo, com substituições equivocadas, e terminou a partida cheio de atacantes em campo.

Um órgão de imprensa, assim, sintetizou a vitória do Avaí sobre a Chape:

(...)
Uma vitória maiúscula, do tamanho da diferença de momento em que as duas equipes se encontram neste início de 2017. O peso histórico do confronto podia até apontar para o equilíbrio, mas o Avaí não tomou conhecimento da Chapecoense na noite desta quarta-feira, na Ressacada, pela quarta rodada do Campeonato Catarinense. Com a base que garantiu o acesso à Série A mantida, o Leão aproveitou a falta de maturidade do novo Verdão para impor um indiscutível 3 a 0 e disparar na ponta da tabela. Rômulo, duas vezes, e Denílson aproveitaram os espaços na defesa rival para construir o placar.
(...)

Confronto contra Brusque, no berço da fiação catarinense:

Outra jornada de equívocos do técnico da Chapecoense, que entregou, literalmente, o jogo.

Brusque 2x1 Chapecoense.

Novamente o treinador da Chape escalou mal o time, não deveria ter mandado a campo na formação inicial: Fabrícío Bruno, Neném, Arthur Moraes e Nadson, mas sim Elias, Natan, Martinuccio e Luiz Antônio.

Time, ainda, não tem saída de bola pelas laterais.

Saída de bola da defesa, pelo meio, sofrível.

Outra vez, na 2ª metade da etapa final, o treinador enfraqueceu o meio de campo para colocar atacante de área.

Time morreu em campo, sem meia cancha e sem atacante de velocidade para puxar contra-ataque com a saída de Rossi.

Treinador vacilão! 

A jornada da Chape foi assim resumida por um órgão de imprensa:

(...)
Uma derrota amarga para a Chapecoense. Com um a mais em campo, o Brusque aproveitou a vantagem numérica e pressionou o Verdão do Oeste até o último minuto de jogo. A estratégia do time do Vale deu resultado na tarde deste sábado. E, aos 49 do segundo tempo, Eliomar desempatou a partida, que estava 1 a 1, e colocou o Bruscão na vice-liderança do estadual. A Chape até tentou, mas com futebol inconstante não conseguiu se impor diante do adversário fora de casa.
(...)

Outra constatação: o preparo físico dos atletas da Chapecoense também está deficiente, insuficiente. Veja, depois de um mês de atividade, o time se arrasta em campo nos finais de jogos.

Exige-se mudança urgente!