quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Sugestão de Time base para Chapecoense para 2017 . Que acha?

Goleiro - Juliano - CRB/Alagoas
Lateral direito - Ferrugem -Ponte Preta/Figueirense
Lateral esquerdo - Reinaldo-São Paulo
Zagueiro - Marquinhos - Figueirense
Zagueiro - Grolli - Cruzeiro/Ponte Preta
Volante 1 - Anselmo- Internacional
Valente 2 - Magno Cruz - Atlético Goianiense
Meia-atacante 1- Gabriel Xavier - Cruzeiro
Meia-Atacante 2 - Ederson-Flamengo
Atacante 1 - Eric - Palmeiras ou Maranhão/Fluminense
Atacante -2 Rafael Moura - Figueirense

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

NOVA DIREÇÃO DA CHAPECOENSE: MULTIPLICAR O LEGADO, E NÃO HÁ ESPAÇO PARA RETROCESSO

Desde a conquista do acesso em 2013 para Série A  do Campeonato brasileiro - quando chegou à elite nacional -, a Chapecoense SEGUIU trajetória ascendente até agora.

O crescimento vertiginoso é fruto do trabalho criterioso de sua diretoria, mormente da direção de futebol responsável pela montagem de elencos, de equipes vencedoras, garimpando atletas profissionais altamente comprometidos com a instituição, ano após ano.

Entretanto, a direção de futebol e o plantel de atletas profissionais, infelizmente, foram dizimados pela tragédia.

Que desfalque!

Recompor...

Vai ser difícil recompor as perdas... mas o ser humano é pródigo em superação. 

As pessoas passam, e a Instituição permanece, continua.

Chapecoense é o verde que mais se expande, e cada vez mais.

A tragédia vivida é uma grande provação... que pode tornar a Chapecoense mais forte, muito mais forte, se a NOVA direção agir com inteligência.

Depende da inteligência da nova direção, doravante.

Veja, nem tudo se perdeu...

Chapecoense tem uma filosofia de trabalho arraigada, uma fórmula de sucesso de fazer futebol, e não pode se perder, não pode ser abandonada.

Escrevi anteontem no twitter:

"Após homenagens aos eternos campeões, heróis imortais, Chapecoense inicia semana tentando pensar no departamento de futebol,q encontre forças!"

Pois é.

Os heróis imortais, além de terem deixado a Chapecoense no auge, no cume, nos cenários nacional e internacional, pela competência e pela empatia, criaram, forjaram, ainda ambiente favorável, nacional e internacionalmente, para o crescimento exponencial do Clube, DORAVANTE.


Ou seja:

Os campeões importais alçaram, elevaram a Chapecoense em nível tão elevado nos cenários nacional e internacional, jamais visto, fato inédito!

É condição sine qua non transformar o aumento, crescimento, experimentado de 620% no valor da marca Chapecoense em ganho REAL econômico-financeiro sustentável.

O marketing do clube, POR CONSEGUINTE, terá que trabalhar, e capitalizar. Mãos à obra!

É obrigação dos novos dirigentes (sucessores da anterior direção), no mínimo, manter a Chapecoense no nível de excelência de 2016 da equipe imortal.

Do marketing da Chapecoense, como disse, espera-se muito, muito mesmo!, pois a Chape é um fenômeno de popularidade mundial.

Capitalizar!

Verdão potência mundial.

Oxalá!

Pés no chão, ação, exige-se trabalho com competência, competência, competência.

Por isso, quanto ao futebol é preciso critério seguro, técnico, na definição do futuro treinador e dos atletas que vão defender a Chapecoense no Catarinense 2016, na Copa Sul-Minas, na Libertadores, na Recopa, na Sul-americana e na Copa do Brasil.

É necessário manter, preservar, a honra dos heróis imortais que alçaram, elevaram a Chapecoense, como Clube, ao mais alto nível de sua história.

Que nada disso tenha sido em vão.

Que responsabilidade dos novos dirigentes (sucessores da direção anterior).

Avante Verdão!

domingo, 4 de setembro de 2016

NA RELAÇÃO CUSTO X BENEFÍCIO VALE A PENA CHAPECOENSE PAGAR ?

Felipe Garcia é "matador" dentro dá área,grande presença de área; é um Bruno Rangel 6 anos mais novo. Não é meia.

sábado, 13 de agosto de 2016

COMO FAZER A CHAPECOENSE VENCER OS JOGOS?

Chapecoense tem problemas básicos, elementares, que estão fazendo com que a equipe figue patinando na tabela de classificação.

Vencer jogos em casa...muito sofrimento. Baixo aproveitamento. Em regra, o time não consegue fazer o dever de casa.

Vencer jogos fora de casa? O quê?  Missão impossível para o atual treinador. 

Com Guto Ferreira, técnico anterior, a equipe tinha boa mecânica de jogo, jogava de igual para igual com os adversários, seja fora de casa, seja na Arena Condá. Chegou a vencer fora de casa vários jogos. Mas, a partir da saída do Guto ficou impossível tudo.

O treinador atual é limitado tecnicamente.

Veja.

A equipe não se garante no toque de bola, pois não tem qualidade no passe. Sem posse de bola, baixa posse de bola, a defesa vive sobrecarregada.

O foco do problema está na meia cancha.

A meia cancha, com 3 volantes defensivos e um meia-atacante,é problema grave.

A equipe tem baixa posse de bola como já dito, pois os volantes Josimar e Gil, que desarmam muito, correm muito, têm deficiências graves no passe, retomam a bola, mas a entregam de graça para a equipe adversária, a todo instante, desequilibrando o time, sobrecarregando a defesa que é a mais vazada do campeonato. 

Cleber Santana, como terceiro homem de meio campo não funciona como meia-armador, não chega ao ataque, tem bom passe, mas recompõe mal, marca mal, e ofensivamente não comparece. Funciona como um quebra-mola, quebrando o ímpeto ofensivo da Chape. Renderia mais se jogasse de 2º volante, pois tem saída de bola qualificada. Com Guto Ferreira, Cleber Santana jogava muito, mas como 2º volante. É perda de tempo colocá-lo como 3º homem de meio de campo, não rende. 

Qual a solução na meia cancha?

Josimar e Gil não podem jogar na mesma formação de time, pois ambos não têm qualidade no passe.

Duas situações:

1- Se Cleber Santana não estiver bem fisicamente p/ fazer a função de 2º volante, sacar então ele do time, fica como opção para a etapa final do jogos;

2 - Se Cleber Santana for recuado p/ fazer a função de 2º volante, então sacar do time, o Josimar. Escalar Gil ou Sérgio Manoel de 1º volante.

Quatro objetivos:
a) acertar os passes, melhorar a posse de bola;
b) melhorar a saída de bola;
c) melhorar a recomposição;
d) melhorar  a transição e chegar com mais qualidade no ataque, com profundidade e povoar o ataque;

Assim, a formação da Chapecoense no meio de campo, principalmente, nos jogos em casa dever ser, no 4-4-2:

Gil, Cleber Santana, Martinuccio (Arthur Maia, Neném ou Rafael Bastos), Hyoran; ou,

Gil, Sérgio Manoel, Martinuccio (Arthur Maia, Neném ou Rafael Bastos), Hyoran.

Tenho dito.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

COMEÇOU, DE VEZ, A CONTAGEM REGRESSIVA NA CHAPECOENSE: CORRIGE O RUMO OU REBAIXA

Antes de tudo quero esclarecer que não tenho nada contra a pessoa do treinador da Chapecoense; pelo contrário, comungo do mesmo pensamento da grande maioria que o tem como pessoa, ser humano espetacular, de elevada estima, educado, de boa índole, de fino trato, de fácil convívio social.

Porém, como treinador de futebol da Chapecoense seu trabalho está sujeito, tecnicamente, a análise.

Desde o início, fui veementemente contra a contratação pela Chapecoense do treinador.

Foi uma escolha muito infeliz da diretoria, quando decidiu por trazê-lo. Não foi uma escolha técnica, com certeza.

Acompanho seu desempenho técnico desde 2007, quando foi tecnicamente muito mal no Palmeiras, despencando da vice-liderança no Brasileirão, nos últimos jogos decisivos, perdendo inclusive a vaga na Libertadores, pois terminou o certame em 5º lugar.

Trata-se de treinador cujo mercado brasileiro o rejeita, mercado fechado, e com razão, pela falta de consistência técnico-tática, pela falta de competitividade, pela falta de sintonia fina, pela falta de correta leitura do jogo, pela falta de arrojo, de ousadia.

É treinador, tecnicamente, amarelo, medroso, retranqueiro, pipoqueiro. Quando tem a chance real de vencer jogos não vence, pois salta na frente do placar, mas recua o time, deixando de matar o jogo, e no final deixa escapar a vitória. 

As equipes que ele treina, em regra, não conseguem ter posse de bola, não conseguem ter equilíbrio defesa-ataque. As vitórias são raras e quando acontecem são muito sofridas, choradas, e acontecem por milagre, por obra do acaso, ou seja, em lances fortuitos. Em resumo, é tudo muito sofrido!

Como já foi previsto por mim desde o início, Chapecoense caminha, a passos largos, para o Z4, pois a distância para a zona do descenso é muito pequena e basta duas rodadas sem vitória, daqui para frente, para encostar na zona da degola, zona da confusão.

Próximos jogos serão  os mais difíceis do ano, contra o Internacional, na Arena Condá, e contra o América Mineiro, no Horto. 

Celso Roth, como é sabido de todo mundo, gosta de retranca, vai armar ferrolho intransponível (já o fez, certa vez, quando veio a Chapecó treinando o Coritiba e arrancou empate, num jogo feio, truncado), e o Internacional penso, então, não perderá em Chapecó.

No Horto, o Coelho Mineiro também não perderá para Chapecoense, pois Enderson Moreira trouxe intensidade ao América Mineiro, e os resultados já estão aparecendo, nos últimos jogos conseguiu empate contra o Sport em Recife, e no Horto empatou com o Grêmio e ganhou do Santos.

Então, como visto, o quadro se desenha dramático para a Chapecoense, com esse treinador inoperante.

Tenho dito.