Ontem, sábado, 21 horas, fechando a 3ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B 2013, no Estádio Anacleto Campanella, a Associação Chapecoense venceu o São Caetano pelo placar de 1x0.
O gol foi marcado nos acréscimos da 2ª etapa, aos 46', pelo zagueiro André Paulino, de cabeça.
O lance do gol:
Na cobrança de escanteio pelo meia Dieguinho que entrara no lugar do Athos, a bola veio pelo alto na pequena área, o André Paulino subiu junto com a zaga adversária, antecipando-se ao goleiro do São Caetano, testando para o fundo das redes do Azulão do ABC Paulista. Azulão 0x1 Chapecoense.
O primeiro tempo da partida foi de nível técnico fraco, ambas as equipes muito burocráticas, sem inspiração.
Na 2ª etapa a Associação Chapecoense voltou melhor, criou várias oportunidade de gol, porém pecava muito nas finalizações. Quando parecia que o resultado seria mesmo o empate, eis que a Associação Chapecoense, já no apagar das luzes, faz o seu gol com André Paulino.
Com esse resultado, o Verdão do Oeste assumiu a vice-liderança do certame, com 7 pontos em 3 jogos.
Registre-se que no G4, zona de acesso para a Série A, só há clubes catarinenses!
Ontem, 2ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, atuando em Erechim-RS contra o Oeste de Itápolis, a Associação Chapecoense empatou, placar 1x1.
O Verdão do Oeste abriu o marcador, na 1ª etapa, aos 41', com Bruno Rangel, convertendo penalidade máxima assinalada pelo árbitro da partida.
Na etapa final, o Oeste empatou com Fernandes, aos 25'.
A partida foi realizada em Erechim, pois a Associação Chapecoense, como mandante do jogo, cumpriu pena de perda de mando de campo imposta pelo STJD, em face de sinalizador arremessado no gramado da Arena Condá em jogo da Série C, o ano passado.
Primeira Etapa
A Associação Chapecoense começou o jogo no esquema tático 4-4-2.
Já, o Oeste começou no 3-5-2, e proposta nitidamente defensiva.
Desde o início, o Verdão do Oeste pressionou a equipe visitante, domínio total, mas teimosamente a bola insistia em não entrar na meta guarnecida pelo goleiro Fernando Leal do Oeste de Itápolis.
O Verdão chutou mais de uma dezena de vezes a gol, 3 foram na trave, e também houve várias defesas difíceis do goleiro Fernando Leal que pegava tudo.
Mas, de tanto insistir no ataque o Verdão, o Bruno Rangel sofreu penalidade cometida pelo goleiro do Oeste que o árbitro assinalou. O próprio atacante foi para cobrança e converteu, aos 41'. Chapecoense 1x0 Oeste.
A Associação Chapecoense, ainda, perdeu outras oportunidades de ampliar o placar, na 1ª etapa.
Segundo Tempo
A Associação Chapecoense, após o intervalo, lamentavelmente voltou sossegada, sem vontade, amorcegando o jogo, deixando o tempo passar, pois correu muito na etapa inicial, e acabou o gás na etapa final (?).
Já, o técnico do Oeste, Roberto Cavalo, adiantou a marcação da sua equipe, tirando os espaços dos jogadores da Chape. Com isso, o Oeste equilibrou a posse de bola.
O meia Athos foi substituído por volta dos 18 minutos, sentindo lesão (torção no pé), entrando o meia Dieguinho.
Dieguinho entrou mal.
A partir daí, o técnico Roberto Cavalo soltou, liberou sua equipe para atacar, e numa falha de marcação da equipe da Associação Chapecoense, Fernandez empatou a partida aos 25', num belo chute da entrada da grande área. Era o castigo para o Verdão.
Sinceramente, o Verdão mostrou, já na 2ª rodada, que não tem plantel para enfrentar as dificuldades da Série B.
Faltou meia de ligação, de criação, de articulação, a partir da saída de Athos.
Caramba!
Cadê o Diego Miranda, o meia que foi contratado? Se ele estava no banco, então por qual razão o técnico não o colocou no jogo?
O prata da casa Dieguinho entrou na "fogueira", sem ritmo de jogo. O técnico "queimou" o garoto da base.
Agora, se o treinador não tem confiança no futebol do meia Diego Miranda, que disputou o Gaúchão 2013, então manda o cara embora. Se é pior do que o Diequinho, então é necessário urgente contratar um meia.
Time que só tem 2 meias (Neném e Athos), e já na 2ª rodada perde os 2 por lesão, está feia a coisa...
Ah, Bruno Rangel e Soares nunca poderão jogar juntos , pois ambos são atacantes de área.
Fabinho Alves cansou na etapa final, mas cadê o reserva à altura para esse atacante de velocidade? Não tem...
Este empate pode ser debitado, inteiramente, na conta do Gilmar Dal Pozzo que não soube trabalhar sua equipe, deixando escapar a vitória para um adversário fraco tecnicamente.
Agora, o Verdão terá que buscar fora de casa, contra o São Caetano, no próximo sábado, os pontos que perdeu em casa para o Oeste.
Que prejuízo!
Mas, bola para frente, que não há tempo para lamentar.
Vejo indignação desnecessária da torcida pelo fato de uma rede de TV, sempre que se refere ao Verdão do Oeste, nominá-lo como "O Chapecoense" e não "A Chapecoense".
Não há nada de errado em falar "O Chapecoense". Pelo contrário, acredito ser o mais correto "O Chapecoense", pois, embora tenha a denominação de Associação Chapecoense de futebol (tem artigo feminino na denominação), é conhecido como o Verdão do Oeste.
Para esclarecer esse meu entendimento, vou citar, como exemplo, o Palmeiras.
O Periquito do Parque Antártica tem a denominação de Sociedade Esportiva Palmeiras. Ora, como é apelidado de Verdão, logo todo mundo fala "O Palmeiras", mas é uma sociedade (tem artigo feminino na denominação). Então, se fosse seguir a lógica que defende grande parte da torcida do Verdão do Oeste, o correto não seria "O Palmeiras", mas sim " A Palmeiras". Isso não soa bem!
Além disso, se fosse defender que se fizesse alusão "A Chapecoense" seria muito embaraçoso..., então a mascote não deveria ser um Índio, mas sim uma Índia. Esquisito, não?
Portanto, o mais correto é denominar "O Chapecoense", o Índio do Oeste!
Sei que terão aqueles que vão querer me bombardear..., mas pensem direito...reflitam... e então verão que o mais correto é "O Chapecoense".
O emprego do artigo "a" fica restrito para uso quando houver citação da denominação completa, por extenso, "Associação Chapecoense de Futebol", fora disso é "O Chapecoense"
Obs: A Chape, embora esteja empatada com o Joinville no saldo de gols, leva vantagem nos critérios de desempate, pois marcou mais gols. Veja:
Boa 1x4 Chapecoense Joinville 3x0 Bragantino ABC de Natal/RN 0x2 Paraná Figueirense 3x2 América de Natal/RN Icasa 2x1 Sport Recife Guaratinguetá 1x0 América Mineiro Palmeiras 1x0 Atlético Goianense.
Cuidado Verdão do Oeste, essa vitória contra o Boa Esporte significa apenas o primeiro passo desta longa e difícil caminhada para se manter na Série B e quem sabe, se fizer campanha com regularidade, beliscar uma vaga na Série A.
Ontem à noite, iniciou o Campeonato Brasileiro da Série B, edição 2013.
A Chapecoense fez sua estreia no certame jogando fora de casa contra o Boa Esporte, em Varginha nas Minas Gerais, no Estádio Melão.
E o Verdão do Oeste não tomou conhecimento do time da casa, aplicando uma goleada de 4x1.
Para a Chapecoense marcaram: Bruno Rangel, duas vezes, Alan e Wanderson. O gol de honra do Boa foi marcado por Karanga, em posição de impedimento.
Antes da partida, havia muita expectativa do torcedor alviverde para esse jogo, por muitas razões, entre elas:
a) jogo de transmissão ao vivo para todo o País (TV fechada, Pay Per view);
b) sempre o jogo de estreia no Campeonato Nacional, naturalmente, gera muita ansiedade para todos, principalmente para os atletas;
c) como a Chape reagiria depois da perda do título estadual, em casa, no último domingo;
d) qual a resposta da equipe, em campo, depois de uma viagem cansativa de Chapecó até Varginha (a viagem, o deslocamento, o tempo na estrada, durou em torno de 17 horas);
e) desfalques: o time entrou em campo sem 4 titulares: Neném, Paulinho Dias, Rodrigo Gral e Fabinho Gaúcho;
f) os novos contratados escalados, como titulares, para começar o jogo: qual seria o desempenho, a performance, dos atletas estreantes: lateral esquerdo Alan e do volante Augusto.
O JOGO
Taticamente, a Chape iniciou a partida no sistema 4-4-2. Na meia cancha, um meia na armação, na criação (meia Athos), e três volantes (Wanderson, Diego Felipe e o estreante Augusto).
Mas, logo que a bola começou a rolar, de plano, viu-se uma Chape bem postada em campo, um time consciente.
E as diferenças entre as equipes, aos poucos, começaram a aparecer.
O Boa, por ser uma equipe totalmente remodelada, diversa da equipe que disputou o Campeonato Mineiro, acusava a falta de entrosamento, falta de padrão de jogo, por ter sido formada recentemente.
A Chape, por ser uma equipe com padrão de jogo definido, bem entrosada, cujos jogadores, a maioria, jogam juntos desde a Série C do ano passado, passou a tomar conta do jogo, aos poucos.
E aos 32 minutos da 1ª etapa, numa arrancada do Fabiano pela meia direita, e já na altura do bico da grande área, num lançamento rasteiro, na diagonal, que atravessou a grande área, encontrou o Bruno Rangel próximo ao 2º pau na pequena área, o qual só teve o trabalho de empurrar a bola para as redes, abrindo o marcador. Boa 0x1 Chape.
Nos acréscimos do 1º tempo, numa bobeira da zaga do Verdão, Nivaldo salvou a Chapecoense, numa defesa incrível, em cima da risca, evitando gol de empate da equipe local.
Na etapa final, a Chape voltou arrasadora, e logo a 1 minuto, Bruno Rangel, dentro da pequena área, chutou forte a pelota para o gol que não entrou (explodiu no goleiro), mas o próprio Bruno Rangel pegou a sobra, o rebote, já na linha de fundo, e rolou para trás, servindo o Alan que chutou fraco para o gol, mas bola tocou levemente num defensor, enganando o goleiro, indo para o fundo das redes. Boa 0x2 Chape.
Aos 8 minutos, na cobrança de escanteio de Athos, a bola veio pelo alto e Wanderson subiu mais que a zaga e o goleiro, testando para o fundo das redes. Boa 0x3 Chape.
O Boa ficou atordoado em campo, e aos 23 minutos ainda levou o 4º gol do Verdão, o 2º de Bruno Rangel. O lance começou com cobrança de falta de Athos pela esquerda de ataque, que mandou a pelota para pequena área, e bruno Rangel mandou mandou para as redes, contando com a colaboração do goleiro Jonatas.
O goleiro Jonatas passou a ser fortemente vaiado pelos torcedores do Boa, pela fraca atuação, teria falhado, pelo menos, em 2 gols do Verdão, o 3º e 4º gols.
Dal Pozzo, após o 4x0, fez a 1ª alteração, sacou do time o volante Augusto, de grande atuação, forte na marcação e nas arrancadas em direção ao gol, para entrada do volante Glaydison, que não disse pelo qual foi contratado, pois, na origem , falhou na marcação do adversário, no lance que originou o gol do Boa, aos 28 minutos.
Depois disso, a Chape se fechou de vez, mas continuou perigosa no contra-ataque.
O Dal Pozzo ainda fez duas substituições burocráticas, defensivas, tirou o zagueiro André Paulino (acusou lesou...), para entrada de Dão; tirou o meia Athos para entrada do 3º atacante Soares.
A Chape, a partir do 40 minutos, com o meio de campo desorganizado, sem meia de criação, só se defendendo, mas ainda tinha o contra-ataque, porém a bola chegava no ataque na base da ligação direta, levando vantagem a zaga adversária.
Sinceramente, não deu para entender a 3ª substituição do Dal Pozzo. O normal era a entrada do meia Diego Miranda ou do Dieguinho, e não do atacante Soares. A Chape passou a ter 3 atacantes em campo, sem meia de ligação para alimentar esses 3 atacantes. É difícil entender a lógica ...do Dal Pozzo.
Mas, o mais importante foi que o Verdão marcou os 3 pontos, e dormiu na liderança da Série B, em noite de empates nos demais jogos. Oeste 1x1 Avaí; Paysandu 1x1 Asa; São Caetano 0x0 Ceará.
Mas, é preciso frisar, espero que essa vitória, de hoje, não seja " fogo de palha", ou mera sorte de principiante. Nada adianta vencer fora de casa, se não fizer o dever de casa no próximo jogo contra o aguerrido e incansável Oeste, na cidade de Erechim/RS. A Chape, nesse jogo, cumpre pena de perda de mando de campo.
Ontem, na Arena Condá aconteceu o jogo de volta da final do Catarinense 2013, e a Chapecoense derrotou o Criciúma por 1x0, com gol de Rafael Lima aos 12' da etapa inicial.
A vitória da Chapecoense, pelo placar mínimo, foi insuficiente para tirar a vantagem construída pelo Tigre no jogo de ida no domingo anterior, quando venceu por 2x0, na Capital do carvão mineral.
Considerando o placar agregado dos dois jogos da final, deu Criciúma!
O Tigre fez a festa do título em plena Arena Condá.
Para os torcedores da Chape, a perda do título foi um sentimento de frustração inédito, pois o Índio do Oeste, até então, jamais havia perdido decisão em casa.
Coisas do Regulamento da Competição.
Quando o Regulamento é esdrúxulo, corre-se o risco da equipe de melhor índice técnico não ser campeã, como no caso da Chapecoense que conseguiu 42 pontos na competição, e o Criciúma apenas 35 pontos.
Nas finais do Campeonato, não deveria prevalecer o saldo de gols como critério de desempate, mas sim o aproveitamento técnico da fase de classificação, no sentido de privilegiar a equipe que teve maior regularidade durante a competição. Mas, enquanto o nefasto Regulamento não for alterado, afastado, temos isso: equipe de aproveitamento técnico inferior sendo campeã!
Barbaridade!
Não obstante, parabéns ao Tigre pelo título!
Uma palavrinha rápida acerca do jogo.
Tanto Chapecoense, quanto Criciúma, iniciaram o jogo no sistema 4-3-3.
Como já dito, a Chape abriu o placar rapidamente, mas, depois disso, nada deu certo...
Na 1ª etapa, o meia Neném, responsável pela criação, foi muito discreto; fez o seu retorno à equipe após se recuperar de lesão, mas, nitidamente, jogou no sacrifício. Por isso, ficou devendo futebol, sequer tinha coragem para cobrar falta que é o seu ponto forte (bola parada). Não adianta jogar com 3 atacantes se não há qualidade no meio de campo para alimentar os atacantes.
O atacante Rodrigo Gral, esperança de gol do torcedor alviverde, jogou muito fora da área. Aí fica difícil, né seu Dal Pozzo!
Rodrigo Gral é atacante de área, para jogar enfiado na pequena área.
Digo mais: Rodrigo Gral, fora da área, é igual a peixe fora da água.
Mas, o Dal Pozzo não sabe disso?
Na etapa final, mesmo problema!
Neném mal. Rodrigo Gral voltando para buscar o jogo. Barbaridade!
Chapecoense muito previsível em campo, aceitando a marcação do Tigre.
A entrada do Athos no lugar do Wanderson, também, não surtiu efeito. Athos errou muitos passes, lento, fora de forma, sem preparo físico. Athos é um jogador inteligente, está na hora dele cair na real, e saber que precisa se empenhar mais na preparação física, mesmo por que a idade já não ajuda.
Fabiano, finalmente, foi bem, na lateral direita.
As entradas de Soares e Diego Felipe, nos lugares de Fabinho Alves (lesionado) e Fabiano, respectivamente, não mudaram o panorama do jogo, pois faltava qualidade na criação na meia cancha, faltava qualidade no passe e velocidade para envolver o sistema de marcação do Tigre. Com a saída de Fabinho Alves, a Chape perdeu, de vez, velocidade.
O trio de arbitragem foi mal, irritando muito os jogadores da Chapecoense.
Mas, de tudo isso, ficaram muitas lições, com certeza!
Mas, o mais importante foi que a Chape, por ter chegado na final do Catarinense, fez seu marketing (angariando novos torcedores no Estado!), conseguiu vaga na Copa do Brasil e ainda faturou um dinheiro novo nos jogos em casa da semifinal e final, o que ajudou a pagar os prêmios dos atletas.
Agora, é bola para frente!
Não há tempo para remoer essa perda de título, pois, já na sexta-feira, a Chape faz sua estreia, no Campeonato Brasileiro da Série B, contra o Boa, lá em Varginha, nas Minas Gerais.
Por fim, não posso deixar de externar minha grande preocupação: os reforços, ou a falta deles.
A diretoria da Chape precisa acordar mesmo, pois com essas contratações anunciadas, vamos lutar contra o rebaixamento.
Sem dúvida, há necessidade de contratação de um meia para ser titular, pois depender do Neném e do Athos vai ser sinistro!
No ataque, meus Deus! Se não jogar o Rodrigo Gral, não temos nada!
Nas laterais, o que foi anunciado é preciso dar um tempo, para ver se os contratados vão corresponder. Mas, desde já, temos que reconhecer a diretoria gosta de emoção!