sábado, 22 de setembro de 2018

CHAPECOENSE: JOGO DECISIVO, EMBLEMÁTICO, CONTRA O FLUMINENSE.



Chapecoense busca a 3ª vitória consecutiva na Arena Condá, neste returno, 26ª rodada.

O adversário, por sua vez, vem credenciado, pela importante vitória fora de casa na Sul-Americana, no meio de semana (jogo de ida): Deportivo Cuenca 0x2 Fluminense.

Será jogo emblemático para Chapecoense: só a vitória interessa.

Chape luta contra o Z4, e cada jogo é uma batalha ferrenha, dura; é preciso ter nervos de aço e coração forte, para suportar a emoção.

Verdão do Oeste tem que evitar erros... como sair atrás no placar. Barbaridade!

Penso que com a saída "forçada" do zagueiro Rafael Thyere, suspenso pelo 3º cartão amarelo, surgiu a oportunidade de ouro para o Guto Ferreira, finalmente, acertar a zaga.

A opção do Gordiola pelo zagueiro Douglas parece natural, embora Luiz Otávio poderia dar mais repertório, mais qualidade na bola área defensiva e ofensiva.

Por outro lado, é uma pena, uma perda importante, a saída do time do meia Doffo, que fez dois jogos muito bons contra Atlético-PR e Internacional, e está suspenso (3º cartão amarelo).

A opção pelo atacante Vinícius, nos treinamentos da semana, é ... assustador, para dizer o mínimo. O jogador, até agora, não disse a que veio, está na Chape há quase um ano, tem sido mais que decepcionante... fora de forma, acomodado, sem foco, sem intensidade, sem competitividade, sem garra, sem espírito de Condá, é uma aposta do treinador... mas não é hora para apostas, é momento de colocar para jogar os melhores, de contar com os melhores.

Espero que, nos treinamentos deste sábado e domingo, o Guto Ferreira ainda evolua, formate a equipe, proceda os ajustes necessários, assim como aconteceu contra o Atlético-PR que ele, só no último dia, na última hora, definiu a formação inicial, e acertou 100%.

Guto, nesta hora de superação extrema, de dar um salto na tábua de classificação, é preciso contar com jogadores 100% focados, raçudos, com garra, com espírito de Condá, com sangue nos olhos, que ralam a bunda no chão, que comam grama, que  joguem com a faca entre os dentes, e essas características não fazem parte do perfil do atacante Vinícius.

É momento de levar a campo os melhores, os guerreiros, de evitar erros, de jogar coletivamente, de ocupar os espaços, tirar os espaços do adversário, de pressionar e sufocar os visitantes, pois só a vitória interessa.

Avante Verdão!












segunda-feira, 17 de setembro de 2018

CHAPECOENSE TEM QUE FAZER O RESULTADO, NESTA SEGUNDA-FEIRA, PARA SAIR DO Z4





A vitória da Chapecoense sobre o Atlético-PR acendeu a esperança. 

Guto Ferreira acertou na escalação e nas substituições.

O vestiário está mais leve.

Nesta segunda-feira, temos outra batalha, só a vitória interessa. O adversário é o Colorado Gaúcho.

É possível, sim, sonhar com a vitória da Chape. Time do Inter vem desfalcado do atacante Rossi e do volante Dourado.

Chape, por sua vez, com a formação que começou contra o Furacão, dá esperança de vitória.

Claro, a única restrição é quanto ao volante Márcio Araújo que destoa, muito fraco tecnicamente. É incrível como esse jogador é sem noção, alheio ao jogo, erra passes (arma contra-ataque para a equipe adversária, coloca os companheiros na "fogueira", recua bola em demasia, bagunça o time), mas o Guto Ferreira não vê isso? Cadê o cara da estatística para auxiliar o treinador?

Correto deixar o Bruno Silva para entrar na etapa final, ele não rende quando começa na formação inicial; é jogador de 2º tempo. Na etapa final ele acende o jogo, tem sido assim.

Doffo e Diego Torres, na meia cancha, com certeza, fortalecem as chegadas do Verdão no ataque.

Para etapa final, as opções, entradas, de Yann e Canteros também fortalecem o time para fazer o resultado de vitória.

Formação ideal:

Jandrei;
Eduardo
Thyere
Bareiro
e B. Pacheco;
Amaral
Elycarlos
Doffo e
Diego Torres;
Vitor Andrade e
Leandro Pereira.

Avante Verdão!


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

VOCÊ ACHA QUE CHAPECOENSE VAI VENCER FORA DE CASA?



Guto e a mesmice do Kleina.

A Chapecoense 2018 é limitada tecnicamente, e o treinador Kleina foi demitido, pois montou um time cansado, preguiçoso, não deu liga, não conseguiu extrair futebol dos jogadores.

O time é lento, marasmo, preguiça, sono.

Quando atua em casa, a torcida acorda o time, mas fora de casa é marasmo ..., não consegue ganhar de ninguém, dorme em campo.

Guto Ferreira chegou, mas o treinador não!

Aquele Guto Ferreira, que temos lembrança do 1º semestre/2016, não existe mais.

Já vai para o 4º jogo, e parece que o treinador Guto Ferreira já foi engolido pela inércia, pela letargia: 1V, 2D, e 33% de aproveitamento técnico.

Nada mudou (sistema tático, escalação, continua a mesmice do Kleina). Time continua sem força ofensiva, sem pegada, e não tem consistência defensiva e ofensiva nas laterais de campo. 

Chape ainda busca sua primeira vitória fora de casa, neste Brasileirão.

Domingo enfrenta o Vascão, em São Januário, onde nunca perdeu.

Mas, neste ano os jogadores não honram NADA! Todos os tabus estão caindo, um por um. É um time frouxo.

A Chape 2018 não tem Espírito de Condá, não é guerreira. 

Então, é ilusão esperar primeira vitória da Chape, fora de casa neste Brasileiro, em cima do Vasco, domingo.

Mas, sendo torcedor, temos que acreditar, a esperança é a última que morre.

Guto Ferreira, e mais um jogo fora de casa, derrota não!

Será que Gordiola sobrevive aos jogos contra Vasco, Palmeiras e Paraná Clube?

Logo, vamos ter a resposta.







segunda-feira, 20 de agosto de 2018

CHAPECOENSE 2018: TINHA TUDO PARA SUBIR DE PATAMAR, MAS ESTÁ UMA LÁSTIMA, CORRE O RISCO DE CAIR



Chapecoense: para aonde vai o Clube? Está vacilando em 2018, no ano mais importante de sua existência: se permanecer na Série A, terá verba de TV duplicada, superior a R$ 60 milhões a partir de janeiro 2019. Mas direção montou time capenga, que corre o risco de cair para série B. Barbaridade! 

O treinador Guto Ferreira, que tecnicamente vive fase ruim, péssima, na carreira (com duas demissões relâmpagos, em sequência, recentes: Internacional e Bahia), passou a semana passada prometendo Chapecoense forte, determinada, contra o São Paulo, no Morumbi, última rodada do 1º turno.

Só tergiversação.

Só decepção.

Bola rolou, bastaram 2 minutos, e gol do S. Paulo. 

Depois disso, não existiu risco da Chape fazer gol e, ainda, tomou mais um, no final. São Paulo 2x0.

Detalhe: Chape nunca havia perdido para Tricolor Paulista atuando em São Paulo até então (eram 3 empates e 01 vitória da Chape), mas ontem perdeu, vexatoriamente, para o time reserva do S. Paulo. Fiasco!

A Chape 2018 é um engôdo; é um time mentiroso, para não dizer time morto quando atua fora de seus domínios.

Neste Brasileirão 2018, em 10 jogos fora de casa no 1º turno: foram 4 empates, 6 derrotas, nada de vitória.

Mas, qual é o principal problema da Chapecoense 2018?

Podemos dividir os problemas em:
a) fora das 4 linhas (extracampo);
b) dentro das 4 linhas (dentro do campo de jogo).


Fora das 4 linhas:

Veja.

Só para vc ter uma ideia da barbaridade.  

A direção do clube, no início do ano, passou algum tempo conjecturando, em sigilo, ou seja, fato não conhecido do público, gastando ou despendendo o precioso tempo com reunião e lavratura de ata (materializando documento, acordo), para contornar o Estatuto do Clube: remunerar os cargos de presidente e outro (via distribuição de premiação em dinheiro), desde que o time atingisse alguma meta (É vedada remuneração para esses cargos! O clube já paga todos os custos de locomoção, estadia e alimentação, mediante utilização de "Cartão Corporativo" pelo dirigente). Mas, isso não seria suficiente, surgiu a pretensão de algo a mais?

A Chapecoense é um clube comunitário, resultado da "Força da Comunidade", ninguém jamais, de sã consciência, pensou em remuneração em nível da direção executiva (gente da comunidade). Todos sempre trabalharam e trabalham pela Chape, sem visar retorno pessoal, só com um objetivo: ver a Chape ocupando seu espaço, no alto da tabela de classificação, de todos os certames que disputar.  

O sucesso da Chape é o sucesso da comunidade, da cidade, da região, aumentando fluxo de pessoas, turistas, incremento nas vendas, criação de empregos, renda, oportunidades de negócios, turismo, forçando o Poder Público a fazer investimentos em infra-estrutura, como melhorias do Aeroporto, do Estádio etc.

Mas, como agora esse espírito de Conda se foi? Se perdeu...será?

Pois é. Isso é muito triste.

Moral da história: essa situação veio à tona, vazou na imprensa recentemente, pegou mal. 

Mas, não é só isso, se a direção pensa em retorno pessoal, remuneração para si, qual o moral que tem, qual o exemplo que passa para dentro do clube e para a comunidade em geral que mantém esse clube, cujos sócios-torcedores muitas vezes privam suas famílias para ajudar o clube? A solidariedade, a confiança, a união, a ética, ficam afetados, abalados, não?

Chape, fora das 4 linhas, vive crise de confiança, de ética dos dirigentes, que afeta a solidariedade, a união, em prol de um objetivo comum. Por isso, entendo que o Presidente, no mínimo, deveria pedir desculpa, e renunciar. Pois sua conduta violou o Estatuto do Clube e a ética da comunidade Chapecoense! Ou a ética não vale nada para a Chapecoense?

Pois bem.

Se fora de campo a coisa está assim, dentro das 4 linhas a situação é reflexo, e também não vai bem.

O time da Chape, dentro de campo, é desequilibrado, desde o início do ano.

Basta ter deficiência em um setor, que isso afeta negativamente o time todo.

Mas, a Chape tem deficiências em vários setores: 

a) não tem laterais (esquerdo e direito) em nível de titularidade, com força, intensidade, habilidade, que possam dar conta defensiva e ofensivamente. Laterais Bruno Pacheco e Eduardo são limitados tecnicamente, não possuem futebol para disputar Série A. Seus reservas imediatos também não possuem condições técnicas. Na verdade, laterais Bruno Pacheco e Eduardo só desequilibram os jogos a favor dos times adversários, com suas falhas. Isso é bucha! Isso abala, fragiliza demais, a Chape. Não há esquema tático que dê certo com laterais inoperantes;

b) falta atacantes de lado de campo diferenciados, que possam fazer a diferença. Só há o prata da casa, Bruno Silva. Não se pode colocar, exigir responsabilidade desse atleta que só tem 18 anos de idade;

c) não tem atacante de área, com cheiro de gol, "matador". WP9 já passou o seu tempo, parece barata tonta em campo, caneludo, não acerta um passe, só mata jogadas no ataque, não sabe segurar a bola, fazer o pivô, inútil para o time. Leandro Banana ainda não disse a que veio.

Além disso, a Chapecoense é um time ingênuo em campo, se tem alguma consistência tática, isso fica prejudicado, pois o time não tem domínio de bola, não tem controle do jogo, corre errado em campo, se desgasta na marcação, e quando retoma a bola, peca no principal fundamento: "o passe". Então, falta tudo! O time não tem transição rápida, não tem velocidade, não tem verticalidade rumo ao gol. As laterais não funcionam. O comando do ataque é inoperante. Os zagueiros são burocráticos. O time não tem jogada forte para ludibriar e superar as equipes adversárias.

Os meias e volantes?

Foram contratados meias.

Mas, Chape continua atuando com excesso de volantes (volantes cabeçudos, caneludos), não sabem dominar a bola, não sabem virar o jogo, se desfazem da bola sem raciocinar- de plano - para onde o nariz aponta, só botam os companheiros na "fogueira". Não conseguem acertar passe. Sem noção!

Chape somou 21 pontos neste 1º turno. Para se manter na Série A terá que somar mais 25 pontos no 2º turno. É um desafio imenso para esse time tecnicamente capenga.

Enquanto não expirar o prazo para inscrição de jogadores, urge a contratação de lateral esquerdo, direito, atacante de lado, e centroavante finalizador. Isso é o mínimo!

Avante Verdão de Santa Catarina!


sábado, 4 de agosto de 2018

CHAPECOENSE: KLEINA ESTÁ PRESSIONADO. FALTA DE RESULTADOS, FRUTO DA MESMICE, COMODISMO, MARASMO, FALTA DE FOCO, FALTA DE INTENSIDADE, FALTA DE DESEMPENHO TÉCNICO DO TIME

Entendo que o Kleina é um bom treinador, mas... tem problemas;  repete SEMPRE os mesmos erros na sua carreira por todos os clubes que passa.

Não consegue evoluir, se livrar de suas mazelas. Pelo contrário, insiste em dar vida a elas.

Primeira coisa: é se livrar de auxiliar técnico que não consegue distinguir entre uma bola e uma porta.

Futebol não é lugar para confundir amizade e competência.

É preciso ter compromisso com a competência técnica, com o crescimento técnico-tático, com a excelência, com gestão de grupo, com o ambiente de trabalho. 

Jogador é jogador, técnico é técnico, direção é direção. Torcedor é torcedor. Imprensa é imprensa.

Cada macaco no seu galho.

No futebol, que é esporte de alto rendimento, quem não estiver focado e com alto rendimento, simplesmente, não pode ser objeto de conivência, de proteção, não pode permanecer no time titular, pois afeta o rendimento do todo. Uma laranja podre no cesto contamina as demais, se não removida a tempo, imediatamente.

Isso é tão óbvio, mas para o Kleina isso não é óbvio.

Errar é humano, mas insistir no erro é abalar, botar por terra o desempenho do time. Perder o controle da situação.

Kleina, após a 6 a 8 meses de trabalho, pela mesmice, pelo comodismo, pela falta de cobrança enérgica, pelas amizades, pela convivência, seu prazo de validade expira. Estagnação e falta de desempenho técnico. Falta de intensidade do time. Marasmo. Tudo isso mina, solapa, cava, abala o ambiente e os resultados positivos ficam distantes.

Urge correção do rumo!

Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás.

Esse é o desafio do Kleina na Chape e na carreira.



domingo, 29 de julho de 2018

ALGO MAIOR TERÁ QUE ACONTECER NA ARENA CONDÁ, NESTE DOMINGO, FRENTE AO GRÊMIO, PARA QUE A VITÓRIA DA CHAPECOENSE ACONTEÇA!




Chapecoense tem grupo de jogadores, em grande parte, muito limitado tecnicamente, nível Séries B ou C.

Escolha equivocada do Diretor Executivo Rui Costa. 

Chape não tem mais direção de futebol, tudo é com o alienígena, forasteiro, sujeito de outras plagas, o Diretor Executivo Rui Costa.

O time que era fraco antes da parada da Copa do Mundo tinha como "válvula de escape" o lateral Apodi, q assustava as equipes adversárias com a correria desenfreada, e na bola parada tinha o letal Arthur Caíke, mas os dois foram embora.

Chape ficou reduzida a coisa pouca, ao marasmo, time "meia boca" não tem força, qualidade técnica, para dobrar os adversários em casa, e fora dos seus domínios é presa fácil, até para os mais fracos do certame. Na última rodada perdeu bisonhamente para o destroçado Botafogo que vive crise séria técnica, fora e dentro de campo, mas Chape foi lá no Estádio Nilton Santos e fez o favor de reabilitar a "Estrela Solitária".

Situação é de reflexão, e tomada de decisão.

Acabam de chegar quatro reforços: 

1) - O provecto zagueiro Rafael Pereira, ex- Metropolitano, sonho da Chape desde a época do treinador Ovelha, início desta década. Agora, em final de carreira, vem para Chape finalmente. Não concordo com essa contratação, já passou o tempo para esse jogador. Se não veio quando a Chape estava na Série D, C e B, muito menos se justifica sua contratação agora na Série A, onde precisamos de zagueiros nível Série A.

2) Atacante de lado de campo Victor Andrade: boa contratação. Quando surgiu no Santos era demolidor de zaga adversaria, pela força física, arranque, velocidade, mas foi para o exterior, e parece que o futebol dele murchou e, com seu cartaz em baixa no mercado internacional, Chape fez o favor de repatriá-lo. Espero que corresponda o investimento. Chape aposta na recuperação do futebol desse jogador. Apenas acredito que pode dar certo, mas não tenho certeza. Vale a pena apostar, sim!

3) Volante Edgardo Orzusa: boa contratação. Vem para ser o titular, pois o Márcio Araújo é o maior engôdo, frustrante o desempenho técnico desse jogador que passou por grandes clubes, mas parece que não apreendeu nada na sua carreira, não consegue ter atuações aceitáveis na Chapecoense. 

4)  Meia Diego Torres. Pode ser, finalmente, o maestro que a torcia esperou a vida toda, até agora.
Jogador que tem, mostrou, regularidade no seu desempenho técnico, por onde passou. Então, enche o torcedor da Chape de esperança que se pode brigar em 2018 por mais que mera permanência na Série A.

O grande desafio da Chape é hoje, vencer o Grêmio e afastar possível crise séria que poderá ser instalar, em caso de derrota em casa.

Neste momento sou franco, a Chape está com sua nau à derriva, não podemos só depender do time, algo maior terá que acontecer hoje, para vencermos o Grêmio na Arena Condá. O imponderável vai ter que entrar em campo, direcionar a bola fora do alcance do goleiro adversário, e acontecer um sinergismo, um resultado coletivo, entre o esforço dos jogadores, a força sobrenatural e a torcida que terá que jogar junto, todo o tempo.

Somos mais que onze! 






domingo, 22 de julho de 2018

CHAPECOENSE X SANTOS.



Abandona o marasmo, a apatia, Chape!

A parada do Campeonato Brasileiro Série A para a realização da Copa do Mundo da Rússia 2018 não fez bem à Chapecoense.

Isso ficou claro na retomada, realização da 13ª rodada, 1º jogo após a Copa do Mundo, Chape enfrentou o Bahia na Arena Condá, e não jogou nada, merecia ter perdido, mas no final conseguiu achar um golzinho do Osman, e a partida acabou empatada, placar final 1x1

Neste domingo, novamente nos seus domínios, a Chape tem a missão de buscar a vitória, enfrenta desta vez o Santos, o alvinegro praiano, que não vem bem no Campeonato, mas que conseguiu importante empate com o Plameiras, no Pacaembu, na última rodada, saiu perdendo, mas no final, placar 1x1.

O que esperar da Chape neste jogo contra o Santos?

A torcida, direção, comissão técnica, ficaram na bronca com o fraco desempenho do time, no jogo passado.

Há pressão de todos os lados, e não poderia ser diferente, para que os jogadores vistam a camisa e joguem com raça, mostrem serviço.

O Santos tem melhor time que o Bahia, é qualificado, então Chape vai ter jogar, se desdobrar, para não amargar revés em casa.

Kleina tem colocar no time, desde o início, o Osman Jr, esse jogador pode fazer a função de meia-atacante, tem drible fácil, quebra a marcação, é a esperança de servir os atacantes na cara do gol e também aparece para concluir, finalizar.

No esquema 4-2-3-1, minha formação sugerida: Jandrei; Eduardo, Douglas, Rafael Thyeri, Bruno Pacheco; Elicarlos, Marcio Araújo; Canteros, Osman Jr e Bruno Silva; Leandro Pereira.

Outra coisa:

Já passou mais de 1/3 (um terço) do Campeonato e a Chape só tem 3 vitórias, bá...time do Kleina tem dificuldade para ganhar em casa, e fora de casa, caramba, ainda não venceu.

Acorda Kleina!!!

O time da Chape em 2018 parece tartaruga, e voltou mais lenta depois da Copa do Mundo.

Situação que requer mobilização, para chacoalhar o time e o Rui Costa o que está fazendo, que não consegue sequer fazer uma contratação inteligente, relação custo x benefício.

A gente pensando em vaga na Libertadores, Sul-Americana, mas pelo que estamos vendo está difícil para permanecer na elite...

Se Chape não vencer hoje não é bom nem pensar como será o  after day.

A obrigação é inadiável: é fazer o dever de casa, "comer grama", "sangue nos olhos",  "faca entre os dentes", somar três pontos.

Avante Verdão do Oeste!



quinta-feira, 28 de junho de 2018

EM TERMOS DE REFORÇOS, FALTA INTELIGÊNCIA NO DEPARTAMENTO DE FUTEBOL CHAPECOENSE?

Obs: A lentidão da direção da Chape é sintomática, até tartaruga anda mais rápido.

Campeonato Brasileiro Série A parado por um mês, em face da realização da Copa do Mundo da Rússia.

Clubes deram folga de duas semanas aos jogadores e, passado esse tempo de descanso (folga), os jogadores já começam a retornar ao trabalho.

Chape retornou aos trabalhos, ontem, justamente na hora do jogo Brasil x Sérvia.

Em pauta a definição de amistosos, antes da bola voltar a rolar no Brasileirão, possivelmente contra São Lorenzo (Argentina) e River Plate (Uruguai), ambos na Arena Condá.

Enquanto isso, o mercado da bola começa ficar agitado, movimentado, transferências, saídas e chegadas.

A Chapecoense vive um drama, necessita se reforçar, mas não tem recursos para trazer reforços. Por outro lado, corre sério risco de perder jogadores com a proximidade da janela de transferência de julho/agosto.

Na Chape não há dinheiro para tirar jogador de outro clube, mas o clube perde - com facilidade - jogadores para outros clubes.

Isso é dramático.

O segundo semestre 2018 é de alto risco para a Chapecoense; é a permanência na Série A do Brasileiro que está em disputa.

Mas, a direção de futebol, desde o início do ano, ainda não conseguiu fazer sequer uma contratação inteligente de jogador em nível de titularidade, isso é deverás frustrante, decepcionante!

Falta um setor de inteligência no departamento de futebol da Chape.

O Corinthians, por exemplo, tem o CIFUT (Centro de Inteligência do Futebol).

Quando não se tem recursos para trazer um meia diferenciado, é preciso ter alternativas, como "olheiros" espalhados pelos rincões do Brasil, para "descobrir" precocemente talentos. 

Mas, na Chape sequer há meias de articulação, de ligação e meia-atacante na base. Então, é preciso repensar urgente!

Para quem viu o jogo Grêmio 3x0 Chape, em Novo Hamburgo, transmitido ao vivo pelo canal Esporte Interativo, Campeonato Brasileiro de Aspirantes, ficou decepcionado com as improvisações da Chape.

O lateral esquerdo Bruno foi escalado no meio de campo, pois não havia meio-campista. Enquanto isso, o Gabriel foi escalado na lateral esquerda e todos viram que pela lateral esquerda da Chape o Grêmio deitou e rolou na primeiro tempo, fazendo 3x0 com facilidade.

Ora, se não há meio campistas sequer na base, então o que se está fazendo?

Urge a criação na Chape de Centro de Inteligência, nos moldes do Corinthians.

Obs: Com informação precisa, o Corinthians foi buscar o talentoso Matheus, 19 anos, no ABC de Natal e está prestes a levar o meia-atacante Pedrinho,18 anos, Oeste.

A Chape precisa contratar meio time, em nível de titularidade, para tentar se manter na Série A, e não consegue sair da casca, departamento de futebol "morto", sem vida, sem inspiração, sem inteligência.

Cadê?

- Cadê atacante de velocidade pelo lado do campo? (Bruno Silva é atacante que rende, quando joga centralizado no ataque, e não pelo lado de campo, pois é definidor e não preparador de jogadas);

- Cadê o meia? Pelo menos, então deve-se envidar esforços para trazer por empréstimo o meia-atacante Vitinho, Palmeiras (acabou de retornar do Barcelona-B, Espanha).

- Cadê os alas (laterais), que possam chegar constantemente na linha de fundo, em profundidade no ataque, pela direita e pela esquerda?

Com a saída do Apodi, Chape perdeu a último sopro de esperança de jogada em profundidade pela lateral do campo.

A lentidão da direção da Chape é sintomática, até tartaruga anda mais rápido.

Acorda direção de futebol.


sábado, 16 de junho de 2018

PARADA PARA A COPA 2018. É TEMPO PARA COLOCAR A CHAPECOENSE NOS TRILHOS


Lamentavelmente, o ano de 2018 está esquerdo à Chapecoense, como dizem os italianos o ano está "sinistro".

Mas, pelo qual este ano está tão sofrível para a Chape?

Uma série de decisões equivocadas e "crendices" do departamento de futebol estão travando, "apequenando", atrasando, o clube. 

Que barbaridade!

O maior problema da Chape em 2018 é a "cegueira" da direção de futebol que está travando tudo.

Primeiro, foi dada carta branca ao treinador Kleina para mandar no departamento de futebol.

Ora, a Chape tem seu próprio DNA. 

Não é um treinador forasteiro, que nada conhece da história da Chape, que deve dar as cartas no departamento de futebol.

Não chega o fato do manda-chuva do futebol ser de outras plagas, de outras bandas? Nada entende de garra da Chape, de espírito guerreiro de Condá.

Até  a data da fatídica derrota da Chape na final do Catarinense 2018 e, ainda, a derrota humilhante para o Atlético-PR na estreia do Brasileiro Série A 2018, o Kleina reinava absoluto na direção de futebol da Chape. Ele dava as cartas.

O trabalho do treinador, então, passou a ser questionado, desde então, pelos 4 meses de perda de tempo, fracassos (janeiro a abril/2018): eliminação bisonha, precoce da Libertadores, perda do calendário internacional, perda da vaga na Sul-Americana, perda do tricampeonato catarinense e derrota acachapante para o Atlético Paranaense.

E o plantel de jogadores 2018? 

Desequilibrado.

Esse problema ainda terá que ser corrigido, urgentemente, na parada da Copa do Mundo 2018. 

Não há mais tempo a perder.

Mas, há risco da situação piorar. Caramba!

Explico.

Laterais: 

O DNA da Chape - em sua história - sempre teve jogada forte ofensiva, pelas laterais. Os alas se projetando ofensivamente, em profundidade no ataque, para compensar a falta de meias-atacantes de qualidade.

Pois é.

Em 2018, não temos meias-atacantes de qualidade e não temos ala pela esquerda. Só temos o ala Apodi pela direita, com suas limitações.

Mas, Apodi é Apodi, simbolo da garra Chapecoense. O jogador que encarna o espírito guerreiro de Condá.

Esse jogador preocupa, sobremaneira, os treinadores adversários, obrigando-os a dobrar a marcação para bloquear as subidas do ala.

O jogador é válvula de escape do time, suas escapadas ofensivas, servem para aliviar a pressão defensiva que o time da Chape sofre nos jogos.

Porém, causa-me muita preocupação, muita tristeza, a informação de que Apodi estaria negociado sua saída da Chape, na janela de julho/2018 (há interesse de clubes do Japão e do Oriente Médio). 

Bá... se Apodi deixar a Chape, então o time vai ficar mais previsível, capenga de vez. 

Mas, que cegueira imperdoável da direção de futebol em enfraquecer o time, ainda mais, no ano que a Chape tem que buscar, a todo custo, ser mais forte, para permanecer na Série A do Brasileiro, pois 2019 será o ano da redenção, da alforria financeira, para os clubes pequenos e médios da Série A como a Chape, pois entrará em vigor novo sistema de cotas da verba de tv, mais justo e que, no caso da Chape praticamente dobrará o valor.

Isso é pouco?

Acorda direção capenga da Chapecoense!

Cadê os meias?

Cadê os alas?

Cadê os atacantes de lado de campo, velozes e habilidosos no trato da bola?

Cadê os volantes para dar qualidade na saída de bola?

Se essas carências do time não forem solucionadas, como a Chape vai permanecer na Série A e como vamos sonhar com calendário internacional?

Acorda direção capenga!!!