sexta-feira, 26 de junho de 2015

EM BUSCA DA REGULARIDADE PARA PASSAR CONFIANÇA

Vejo a diretoria da Chapecoense toda avexada, preocupada, com a questão do baixo público na Arena Condá, neste ano de 2015. 

Houve queda de público de 50%, em relação ao ano passado.

Embora o time seja melhor do que o ano passado, não se pode dizer o mesmo do treinador, até agora.

O torcedor está ressabiado com o treinador que limita o rendimento técnico dos jogadores e do time.

Porém, não vejo a mesma preocupação da diretoria da Chape em relação ao treinador, para exigir dele mudança de atitude, que adote outra postura, para passar confiança ao torcedor.

Senão vejamos:

a) o treinador é irritante nas entrevistas, principalmente nas coletivas de imprensa após os jogos. A análise do treinador, em regra, está equivocada, não convence o torcedor, nem a imprensa. A impressão, via de regra, é que ele viu outro jogo. Isso é desanimador para o torcedor, pois não dá perspectiva de melhoria... se o treinador vive assim equivocado, tapado;

b) após cada jogo, o treinador apresenta desculpas, não assume seus erros, suas falhas, suas gafes;

c) o treinador, em regra, não consegue extrair de cada jogador o melhor, em prol do coletivo, da equipe;

d) o treinador designa aos jogadores funções táticas individuais e coletivas que, em regra, não redundam em vantagens para a equipe;

d) o treinador, após cada jogo, fala de dados estatísticos colhidos nos jogos pelo seu staff que não se coadunam com o respectivo jogo; há falhas gritantes na colheita desses dados estatísticos. Isso deixa o torcedor aborrecido, ainda mais, pois não passa confiança no seu trabalho;

e) pelo fato do treinador dar desculpa para tudo, ele passa a imagem de resignação com a situação, abalando a esperança no torcedor de que a situação possa melhorar;

f) o torcedor quer ver um treinador irresignado e incansável pela superação de desafios, mormente após cada revés de seu time, com gana, foco para atacar, solucionar os problemas técnicos, táticos e de estratégia do time. A resignação do treinador com o desempenho aquém da equipe deixa o torcedor fora de si;

Para melhorar a média de público na Arena Condá é necessário, primeiro, que o treinador tenha outra atitude, ou seja, que o treinador seja pró-ativo, que demonstre luta incansável, para alavancar o rendimento técnico dos jogadores e do time, revertendo essa imagem passiva de técnico resignado, com desculpa para tudo.

O treinador precisa, como já disse, ser pró-ativo, irresignado, incansável, buscando sempre levar o time ao topo da tabela.

Por último, os jogadores e o time precisam também apresentar melhor rendimento técnico, conquistando vitórias com naturalidade, fora de casa e em seus domínios.

Quando o torcedor sentir confiança no treinador e no time, voltará à Arena Condá.

Avante Verdão!

quarta-feira, 24 de junho de 2015

REFLEXÕES NA CHAPECOENSE

1- Fora da Chapecoense: 

O volante ABUDA, jogador polivalente/versátil, foi contratado pelo Gaziantepspor,Turquia.

E agora?

O Abuda era o reserva imediato do Apodi.

O Caramelo, outro lateral direito, é decepção: vive no DM. 

Obs:

Tecnicamente, foi péssimo negócio a saída do Abuda, pois numa tacada só a Chape perdeu o jogador que fazia duas funções: volante e lateral direito.

Nessa carência de lateral direito, aonde a Chape vai buscar outro lateral direito?

A diretoria que se espiche! Se liberou o Abuda, então deve ter outra solução em vista, não?

Logo, logo, virão as cobranças...

2 - Pés no chão, e com todo cuidado que o santo é de barro:

O Sport Recife vem para fazer o crime...

Todo cuidado será pouco.

Vejo com preocupação o oba-oba de parte da crônica local.

Essa bajulação é nociva, tira o foco.

Pelo time da Chape, e pelo plantel que tem, já deveria estar somando, no mínimo, 16 pontos na tábua de classificação, mas só tem 12 pontos.

Está aquém o desempenho.


3 - O time do Avaí e o técnico Kleina:


Vejam vocês:

O Avaí, que era saco de pancada no Catarinense 2015, é time terror quando atua fora da Ressacada neste Campeonato Brasileiro da Série A.

Até agora em 4 jogos fora de casa, o Avaí conseguiu 2 (duas) vitórias e 01 (um) empate como visitante. 

É o visitante mais indigesto da Série A do Brasileiro 2015, juntamente com Atlético-MG e Corinthians.

O Avaí, atuando fora de casa, tem aproveitamento de clube grande!

A pergunta que não quer calar:

Tecnicamente, o Avaí tem time, plantel, melhor do que a Chapecoense?

Claro que não!

O Plantel da Chape é, tecnicamente, muito melhor do que o do Avaí.

Então, por qual razão, a Chape tem fraco aproveitamento, treme fora de casa?

E pelo qual o Avaí, quando atua fora de casa, mesmo com time tecnicamente limitado vai para cima, não teme os adversários?

A diferença é o treinador!

O Avaí tem um treinador cascudo, que tem estratégia correta nos jogos fora de casa; que agride, ataca os adversários, e não apenas se defende.

O treinador da Chapecoense é tecnicamente fraco, precisa fazer um estágio com o treinador do Avaí.

Olha, digo mais, se o Kleina tivesse na mão esse plantel da Chapecoense seria campeão Brasileiro com um pé nas costas.

Enquanto isso, a Chape - por ter um treinador tecnicamente fraco - o time oscila muito, e não consegue sair da pressão, desde o Catarinense.

Será que o treinador da Chapecoense vai evoluir, e fazer o time jogar equilibrado em campo, tanto nos jogos em casa, quanto fora?


Falta a sintonia fina ao treinador, que está mais errando do que acertando.


Será que o treinador da Chape vai engrenar?


domingo, 21 de junho de 2015

O IMPREVISÍVEL ACONTECEU. FOI UM MILAGRE

Foto: Chapecoense/Divulgação


Pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro 2015, Série A, neste domingo, atuando no Mineirão a Chapecoense derrotou o Cruzeiro por 1x0, gol do meia Camilo aos 37' da etapa inicial, em cobrança de falta.

Reputo essa vitória da Chapecoense como surpreendente.

Esperava-se mais uma derrota do Verdão do Oeste, e aconteceu uma vitória.

Incrível!

De repente, várias coisas que não vinham funcionando nos jogos anteriores, desta vez funcionaram, inclusive a bola parada.

Acredito que essa desconfiança no time, no treinador e as cobranças, durante a semana, mexeram com os brios dos jogadores e do técnico, deram concentração, vigilância, ou seja, maior foco. 

Na primeira etapa, a equipe, taticamente, teve postura equilibrada em campo, com as linhas bem compactadas, permitindo um bom balanço defensivo e ofensivo.

A meia cancha da Chape, com 5 homens, anulava a equipe adversária, ou seja, controlava as ações, e ainda chegava no ataque pelo meio e pelos flancos.

Numa escapada, pelo meio, o volante Gil foi derrubado próximo da meia lua da grande área, e Camilo foi para a cobrança da falta, colocando a bola no fundo das redes,fazendo Chapecoense 1x0.

Na etapa final, a Chapecoense manteve postura tática equilibrada, com as linhas compactadas, e bom balanço defensivo e ofensivo, segurando o resultado.

Cabe observar:

- O meia Hyoran é peça importante, mas continua afobado; precisa ser lapidado, jogo a jogo; é necessário o dedo do treinador (melhorar o controle de bola, a retenção de bola, melhorar o passe e nas jogadas individuais calcular melhor, para dar o bote com precisão, evitar perder a posse de bola infantilmente).  

- Cleber Santana: é necessário fazer um trabalho especial de preparo físico, condicionamento físico desse atleta (a torcida não vai tolerar ele andando em campo, tem que ajudar na marcação!. É temerário colocá-lo na formação inicial contra o Sport, no próximo jogo).

- Edmilson: o cara está sem velocidade, sem explosão, parece que está acima do peso (o ideal seria o Edmilson jogar o 1° tempo, e o Roger o 2° tempo, nos jogos), e exigir ainda maior entrega na marcação.

Por fim, não há nada a comemorar nesta vitória fora de casa, pois não foi feito nada mais do que a obrigação de buscar os pontos perdidos em casa para o São Paulo.

Agora, é necessário foco absoluto para o próximo jogo na Arena Condá, no caso contra o Sport Recife, que é líder invicto do certame.

Avante Verdão!





sábado, 20 de junho de 2015

PARA O TREINADOR DA CHAPECOENSE FALTA SINTONIA FINA, ALÉM DE TUDO

Em nível de Série A do Campeonato Brasileiro, há equilíbrio entre as equipes, não existe time bobo e não existe time bicho papão.

Basta ver a tabela de classificação, e lá estão no G4: Sport Recife e Atlético-PR; são duas equipes médias, no cenário esportivo nacional.

E na rabeira, no Z4 estão Vasco e Flamengo, que são duas equipes tradicionais do  futebol brasileiro.

Pois é. 

O futebol brasileiro, como visto, está muito nivelado, por baixo.

Nesse contexto, a Chapecoense em 2015 tem plantel que, no aspecto técnico, não deixa nada a desejar, em relação às principais clubes da Série A do Campeonato Brasileiro.

Porém, o que destoa na Chapecoense, e tem feito o time cair na tabela de classificação neste início de Série A, é o treinador que não está à altura dos desafios da elite do futebol brasileiro.

A  equipe atua desequilibrada em campo.  As linhas estão muito espaçadas, falta aproximação, compactação. A equipe joga muito estática, sem velocidade, lenta, sem poder de surpreender as equipes adversárias. Falta consistência em todos os fundamentos. O time joga muito previsível, favorecendo a marcação adversária. Além disso, nos jogos fora de casa a equipe não tem atitude, não tem objetividade, contenta-se em perder de pouco. A mediocridade do treinador está fazendo muito mal ao time e aos jogadores que estão sendo "queimados", inclusive. Falta ao treinador sintonia fina para conhecer tecnicamente os atletas e extrair deles o melhor, individual e coletivamente.

Todo mundo já constatou, já alertou a direção da Chape, quanto à deficiência técnica do treinador, mas a direção, na contração, tem insistido na sua manutenção, implicando prejuízos econômicos-financeiros de monta, em face da eliminação precoce da equipe do certame regional, da Copa do Brasil e sem falar na queda de 50% do público na Arena Condá.

Neste domingo, na parte da manhã a Chape enfrenta o Cruzeiro no Mineirão, e não há a mínima perspectiva, por parte do torcedor verde e branco, de sonhar com um resultado positivo neste jogo, em face das limitações técnicas do treinador que fragilizam a atuação do time. 

Parece que a formação inicial da Chape será (sistema 4-5-1): Danilo; Apodi, Vilson, Rafael Lima e Dener; Elicarlos, Gil, Bruno Silva, Wagner e Camilo; Edmilson.

Nessa escalação não há jogador de velocidade. O time não terá contra-ataque, não há jogador para puxar o contra-ataque. O treinador quer posse de bola.

Moral da história: o time terá alguma posse de bola, mas sem objetividade, sem poder de fogo, para pressionar o adversário no ataque. A estratégia do treinador é segurar o empate, mas todo mundo sabe que o time que joga para empatar, sempre perde o jogo, pois não vai suportar a pressão. O time da Chape, mais uma vez, vai jogar desequilibrado. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

A estratégia do treinador, portanto, é equivocada, de antemão.

Acorda diretoria!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

DESSE MATO NÃO SAI CACHORRO

Quando não se acredita em algo ou alguém, quando não se espera nada, quando não se leva fé, logo vem à mente o seguinte ditado popular: "DESSE MATO NÃO SAI CACHORRO".

Pois é.

Assim é o contexto da Chapecoense, quando joga fora de casa.

Basta o time sair de Chapecó que o seu aproveitamento técnico é zero.

A Chapecoense atuando fora de casa, neste Campeonato Brasileiro 2015, é NADA!

Culpa da diretoria que mantém um treinador, à toda prova, tecnicamente fraco, fraquíssimo!

A Chape é um time, tática e tecnicamente, moloide em campo, sem aptidão para colher resultados positivos fora de casa.

O contexto não está pior, pois o time ganhou aos trancos e barrancos, aos solavancos empurrado pela torcida, alguns jogos em casa neste início do certame, mas agora deu, também, para perder em casa.

Sinistro!

Enquanto não houver a troca do treinador, não adianta contratar reforços, inchar o plantel, pois o problema não está nos jogadores, mas na deficiência técnica do treinador que provoca e deixa o  time suscetível em campo, presa fácil e pronta para ser abatida pelas equipes adversárias. E, além de tudo, o treinador é uma "fábrica de queimar" jogadores.

O meia Hyoran deveria entrar, em todo jogo, nos 10 minutos finais; tem talento de sobra; é patrimônio do clube, e deve ser valorizado e não ser "queimado" pelo treinador que é tecnicamente incompetente.

Neste domingo, a Chapecoense vai perder o jogo de quanto para o Cruzeiro?

Não existe a mínima perspectiva de sonhar em buscar um resultado positivo fora de casa com esse treinador. É bucha!

Gostaria muito de "queimar" minha língua, mas como disse: "DESSE MATO NÃO SAI CACHORRO".

É uma pena que tudo, isso, esteja ocorrendo, por cegueira, teimosia, da diretoria.

A Chapecoense, que era um time querido em todo Brasil, que aprontava para cima dos grandes fora de casa, agora já é motivo de chacota, motivo de piada, de time que não bota medo, e ninguém admite perder ponto, em seus domínios, para esse time inoperante.

Com esse técnico, a Chapecoense está sendo depreciada, destruída. Os outros estão perdendo o respeito com a Chape. Isso dói na alma do torcedor verde e branco.

Acorda diretoria, deixa de ser ridícula! Pare de ferrar a Chapecoense.

Enquanto estiver na Chape esse treinador, só tenho uma certeza: rebaixamento!

Tenho dito.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

A AGONIA DO TORCEDOR ESTÁ PRESTES A ACABAR?

É duro ser torcedor do time... e saber que o respectivo treinador, tecnicamente, chama derrotas.

E duro saber que o Presidente do time está sem foco:

a) fazendo homenagens para jogador de time adversário, querendo aparecer mais que os próprios jogadores;

b) mantendo os olhos fechados, fingindo não ver o fraco desempenho do treinador;

c) tapando os ouvidos, fingindo não ouvir os sócios-torcedores que clamam por mudança no comando técnico;

d) e sem capacidade de leitura, de prever que, no próximo domingo, o time estará na zona do rebaixamento.

É desesperador...

O time já consumiu a gordura acumulada nos 5 primeiros jogos, ao perder os 2 últimos e, agora, complicou de vez: é praticamente certo, 99%, que perderá, também, o próximo jogo domingo, fora de casa.

No caso de derrota e dependendo da combinação de resultados da 8ª rodada, o time estará na zona da degola já na 8ª rodada, caramba!

Que diabos a diretoria está armando, fazendo neste Brasileirão 2015 que não apreendeu nada com a sofrida campanha do ano passado, em que o time se salvou do rebaixamento por milagre!

Errar um ano é normal pela inexperiência do 1° ano na elite, mas voltar a viver no ano seguinte, outra vez, o desespero da zona do rebaixamento... é burrice!

Veja que situação ridícula estamos prestes a vivenciar: os próprios torcedores entendem que é melhor o time perder domingo fora de casa, se isso for necessário para que a diretoria acorde, tome atitude e mande, de vez, o treinador embora.

Diretoria, pare de ferrar o time!

O torcedor não suporta mais essa agonia de ver seu time do coração sendo comandado por treinador que chama derrotas!


domingo, 14 de junho de 2015

CHAPECOENSE: CURTAS E DIRETAS!

1 - DANILO (goleiro) - a situação está dramática. 

Ele chama desastre. 

Quatro falhas, que redundaram em gol, em sete jogos.

Tomou gol do meio da rua contra:

- Corinthians
- Ponte Preta
- Flamengo
- São Paulo

Danilo tem crédito pela boa campanha do ano passado?
Não!. 

Quem vive de passado é museu. 

No futebol, o atleta tem que provar todo dia que merece estar em campo.

Outra coisa: 

Esse uniforme todo amarelo do Danilo é ridículo, chama atenção dos atacantes adversários, servindo de ponto de referência na hora do chute. 

Chega de ajudar, colaborar com os adversários! Usar um uniforme escuro...cinza ou preto!

2 - Rafael Lima:

Mais uma falha desse zagueiro que vive do passado: não se antecipou, deixou a bola para o Luís Fabiano que armou a bola para o Souza fuzilar, marcar o gol.

3 - Contratação do CLEBER SANTANA:

Não deposito confiança no futebol dele. Ajuda pouco na criação e, o pior, não marca ninguém. Jogador "chinelinho". O time fica muito vulnerável com ele em campo. 

Se mandaram embora o Athos na época, pelo qual trazer outro com esse perfil que a diretoria execra.

4 - A Chapecoense está infestada pelos "AMARELOS".

"Amarelo" é aquele que fraqueja na hora H.

Há diversos jogadores amarelos no elenco, e no time titular. O principal amarelo, ainda, é o treinador.

5 - O principal problema grave da Chapecoense é o técnico:

- O time não engrena.

- A  torcida está dividida, para não vaiar o time em campo, metade dela abandonou os jogos no Estádio, nem comparece.

- Em 2015, caiu em 50% a frequência de torcedores na Arena Condá (sócios e não sócios).

- A qualidade técnica dos jogadores contratados este ano é pior? Não! 

O problema é o técnico, todo equivocado, está ferrando a Chapecoense, e a direção não tem a humildade de reconhecer que trouxe treinador errado.

O treinador chama derrotas. É um desastre...por jogo.

6 - Novo treinador da Chapecoense: 

É preciso pensar nisso!

Como a Chapecoense será derrotada no próximo domingo para o Cruzeiro, no Mineirão, a situação vai ficar preta, insustentável.

É preciso contratar um treinador, acima de tudo, disciplinador (dar um basta nos jogadores acomodados, "chinelinhos", e nos amarelos!), que treine fundamentos do futebol e que saiba armar o time para atacar, "agredir" os adversários. Chega de técnico amarelo!

Na minha opinião, para dar jeito nesse time amarelo da Chapecoense, primeira opção, só trazendo o treinador Leão. É... o Leão!

Marquinhos Santos, Celso Roth e Dorival Júnior (final de linha) são retranqueiros, não acrescentam nada. Melhor trazer o treinador Pingo, que sabe dar padrão de jogo, articulação e posse de bola.

A Chapecoense está iniciando sua queda livre...

É preciso agir rápido, para abortar, enquanto é tempo, a iminente queda para o fundo do poço.

Se não for possível trazer o Leão, então entrega o time para o Celsão!

sábado, 13 de junho de 2015

SÃO PAULO DEFENSIVO ACHA GOL NO INÍCIO DO JOGO, COZINHA A CHAPECOENSE, E VENCE A PRIMEIRA FORA DE CASA

Foto: Chapecoense/Divulgação.

Gente, passei a semana alertando... e aconteceu o que mais se temia, a Chapecoense fraguejou em casa, perdeu o jogo por 1x0 para o São Paulo, gol do Souza aos 5' da etapa inicial, num chute do meio da rua, de rara felicidade, e que o goleiro Danilo, muito adiantado, aceitou.

Após o gol, o São Paulo, que veio para jogar no erro da Chapecoense, administrou, cozinhou o jogo.

Na verdade, o Tricolor paulista não jogou nada, em termos ofensivos; limitou-se a administrar a vantagem, e foi o suficiente.

O São Paulo sentiu-se à vontade no jogo, deixando o tempo passar.

E a Chapecoense, jogando em casa, foi apenas um time lutador, brigador; faltou técnica, faltou lucidez; errou muito, nada deu certo...

O jogo foi fraco tecnicamente, sonolento, enfadonho.

Assisti à partida pela TV, transmissão da Globo São Paulo, e o narrador Cleber Machado e sua equipe estavam visivelmente decepcionados com a qualidade técnica do jogo, com um São Paulo acomodado em campo (deixando o tempo passar), e uma Chapecoense irreconhecível, sem rapidez na transição, lenta pelo meio e bloqueada pelas laterais.

Jogo chato de assistir, incapaz de prender a atenção do telespectador.

A Chapecoense é uma vergonha, está queimando o filme literalmente. 

A  empatia, que o time conquistou ano passado, está sendo destruída; decepção!

Esses nove pontos que a Chapecoense conseguiu em casa é duro dizer, mas foi sorte, milagre. A tendência, se não mudar o treinador, é acabar o 1° turno na zona da degola.

O treinador é muito ruim. Atrapalha tudo!

Melhor seria que o time não tivesse treinador.

O time peca muito na criação, na finalização e na bola parada. Faltou, ainda, pressionar a saída de bola da equipe adversária. 

A diretoria está teimando, insistindo, em seguir nessa lenga-lenga. Mais 3 rodadas e a Chape estará na zona da degola. Mas, é preciso esperar tanto?

Os deuses do futebol já abandonaram a Chape, com esse técnico não tem santo que dê jeito.

Entrega o time já para o Celso Rodrigues, por favor!

O time vai mudar da água para o vinho.

Só para lembrar: as duas maiores vitórias na Série A, fora de casa, foram conquistadas pelo Celsão contra o São Paulo no Morumbi e contra o Fluminense no Maracanã.

Se não houver a mudança já, a Chape vai perder o jogo para o Cruzeiro, no próximo domingo, no Mineirão. 

E, na sequência, vai ser um desastre o jogo contra o Sport, na Arena Condá.

Vamos evitar isso tudo, vamos colocar a Chape nos trilhos.

Ceso Rodrigues Já!





quinta-feira, 11 de junho de 2015

IMINENTE NÓ TÁTICO?

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Nos últimos dias, no São Paulo Futebol Clube não se fala outra coisa, senão a contratação do Osorio.

Direção, torcida e jogadores, todos empolgados, com as primeiras impressões e ações do colombiano, que parece ser de fácil convivência.

O colombiano, embora passe humildade, tem um currículo para ninguém botar defeito, graduado nos EUA, pós-graduado na Inglaterra, curso de treinador da Associação Inglesa e homologado pela UEFA. Tem estágio no Manchester City. É um cidadão que transita, com desenvoltura, pelo mundo da bola anglo-saxão e castelhano.

Contra o Grêmio, na semana passada no Morumbi, o treinador Osorio impressionou... Deu nova dinâmica (circulação) ao time do São Paulo basicamente após uma sessão de treinamento.  Sistema 4-1-4-1. Linhas adiantadas, marcação alta, compactação, aproximação, distribuição, passes curtos e sucessivos por longa duração, posse de bola e triangulações. Joga curto, retomando rápido a bola. Cozinhou o Grêmio. Vitória do São Paulo 2x0.

Agora, o desafio é a grande Chapecoense...

O Colombiano vem disposto a dar um nó tático no execrado, pela torcida,  treinador da Chapecoense.

Saída de bola. 

Como o São Paulo vai cozinhar a Chapecoense, com infindável posse de bola, com as linhas adiantadas, pressão alta, o goleiro Rogério Ceni jogará adiantado, comandará a saída de bola, atuando como uma espécie de líbero.

Agora, ainda surgiu a informação, não oficial: "o São Paulo atuará com 3 zagueiros".

Então, vai pressionar, com certeza!

E o técnico da Chapecoense o que vai fazer para evitar o iminente nó tático do Osorio?

As estatísticas até a 6ª rodada indicam que a Chapecoense é o time que mais erra passes. O ataque e o meio campo não fazem a retenção de bola, não  prendem a bola. A perda da posse de bola é muito rápida lá na frente, não dando tempo para os jogadores, que vêm de traz, subirem, se justarem no ataque. O sistema defensivo está sempre pressionado, e tem falhado principalmente nos jogos fora de casa. O volante Gil e o Denner são os que mais erram passes, desarmam bastante, mas entregam a bola de graça, na sequência... O time atua desequilibrado.

Qual a estratégia do técnico da Chapecoense superar o São Paulo?

No caso de levar nó tático, adivinhe qual vai ser a desculpa do técnico da Chape depois do jogo?

Vide: Treinou com 3 zagueiros.

terça-feira, 9 de junho de 2015

SE O TÉCNICO DA CHAPECOENSE NÃO SE ESPICHAR, VAI ABREVIAR, DE VEZ, SUA PERMANÊNCIA

É semana para colocar a Chapecoense na ponta dos cascos, pois não há jogo no meio de semana.

Há tempo suficiente, destarte, para treinar, à exaustão, mormente ações táticas ofensivas, para enfrentar o São Paulo, no sábado, na Arena Condá.

O jogo será difícil, pra lá de encardido.

Sei que não temos treinador à altura, mas na Arena Condá o torcedor empurra o time às vitórias.

Mas, contra o São Paulo será necessário algo mais, também o treinador da Chapecoense precisa ajudar na parte tática e na estratégia de jogo, pelo menos uma vez, né?

A equipe adversária é forte, atua bem fora de seus domínios, e tem no time várias estrelas.

Além disso, o Tricolor Paulista está motivado, com treinador novo, recém contratado, no caso o técnico Osorio.

Osorio chegou e, na última semana, já comandou o São Paulo na vitória sobre o Grêmio, no Pacaembu, por 2x0.

Interessante a análise tática da atuação do São Paulo contra o Grêmio, in: O começo da Era Osorio: 4-3-3 (4-1-4-1), Linhas adiantadas e posse de bola.

No final do jogo, Osorio falou:

"O que eu mais gostei foi o controle de jogo, através da circulação. A sequência longa de passes consecutivos permitia ao nosso time estar curto e poder competir pela bola quando a perdíamos. Para melhorar, muitas coisas. Mas, em termos gerais, eu fico feliz e satisfeito".

O técnico Osorio é adepto do sistema de jogo 4-3-3, e que vira 4-1-4-1 na recomposição defensiva.

No novo sistema, o meio de campo funciona assim: 

Denilson (ou Hudson) é volante de proteção imediata da zaga; Souza ganha liberdade, ao passo que Ganso retorna para ser o terceiro homem do meio.  Michel Bastos e Wesley são os ponteiros abertos nas extremidades. No ataque, Luis Fabiano, notoriamente mais participativo, como a única referência de ataque, como prega o ideal do ex-treinador do Nacional de Medellín.

Veja a análise tática in: A Prancheta Tática.