Ontem, quarta-feira, em jogo atrasado da 10ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A, na Arena Condá, a Chapecoense empatou com o Atlético Mineiro, placar final: 1x1. O futebol, realmente, mexe com a emoção do torcedor.
A Chapecoense vencia o jogo até os 47 min. e 50 seg. da etapa final, quando o Galo Mineiro empatou a peleja em lance de bola parada. Dátolo cobrou escanteio, alçando a bola na grande área pelo alto, Leandro Silva subiu no último andar e cabeceou firme, empatando o confronto.
Na 1ª etapa, aos 41' a Chapecoense também fizera o gol de bola parada, na cobrança de escanteio, a zaga do Galo afastou mal, e o zagueiro Jaílton, livre, cabeceou para o gol, abrindo o marcador.
Para a Chapecoense o resultado do jogo foi frustrante, pois deixou escapar a vitória nos acréscimos. É dolorido, muito sofrido.
Mas, não há de ser nada, logo adiante, com certeza, a Chapecoense também terá a oportunidade de fazer o placar, a seu favor, nos acréscimos.
A equipe do Verdão jogou muito. Mas, o futebol é uma caixa de surpresas, enquanto o juiz não apita o final do jogo, existe sempre o risco de mudança no placar. E foi o que aconteceu...
O importante é que a equipe do Verdão tem futebol, vem jogando bem, e isso enche o torcedor de esperança, há confiança de que vamos permanecer na Série A.
Este empate contra o Galo já é passado. Agora, é olhar para frente.
O foco, doravante, é o jogo contra o Figueirense, no próximo domingo, na Arena Condá. É jogo de 6 pontos, confronto direto na luta para escapar do Z4. Será jogo tão ou mais difícil, pois trata-se de clássico Catarinense. E o Argel, com certeza, vai tentar armar sua equipe para surpreender o Verdão. Todo o cuidado será pouco...
Portanto, contra o Figueirense o Verdão tem a obrigação de fazer dever de casa, para se distanciar do Z4.
Avante Verdão!
FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE 1X1 ATLÉTICO-MG
CHAPECOENSE Danilo; Fabiano, Rafael Lima, Jaílton e Neuton (Ednei); Wanderson, Abuda, Dedé e Nenén (Zezinho); Fabinho Alves (Mailson) e Bruno Rangel.
Técnico: Celso Rodrigues
ATLÉTICO- MG Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Rever (Jemerson) e Emerson Conceição; Pierre, Josué, Guilherme e Maicossuel (Dátolo), Tardelli e André (Luan).
Técnico: Levir Culpi
Gol: Jaílton (C), aos 41' da etapa inicial e Leonardo Silva (A), aos 48' da etapa final. Arbitragem: Wílton Sampaio, auxiliado por Fabrício Vilarinho e Bruno Pires (trio de Goiás) Cartões amarelos: Marcos Rocha (A) e Rafael Lima (C) Local: Arena Condá, Chapecó Público: 9.688 pagantes Renda: R$119.530,00.
Nesta quarta-feira, o Verdão do Oeste enfrentará o Atlético - MG, na Arena Condá, em jogo adiado da 10ª rodada.
É o 7° jogo do Índio do Oeste em casa (mandante), no Brasileirão 2014.
Nos jogos anteriores, como mandante, são 3 vitórias, 2 derrotas e 01 empate.
Portanto, a Chape busca, em seus domínios, a 4ª vitória na Arena Condá, nesta Série A, para se afastar da zona da degola.
Já, o Galo Mineiro, declaradamente, também quer a vitória (vai jogar no ataque!), para subir na tabela, aproximar-se do G4 e ainda sonhar com o título do certame.
Será um jogo de alto nível.
No Galo Mineiro, o que chama atenção, de plano, é a velocidade nos contra-ataques.
O Atlético Mineiro tem jogadores rápidos, velozes, na meia cancha e pelos lados do campo.
Que perigo!
Penso que a Chapecoense terá que ter muito cuidado, e evitar dar o contra-ataque para o adversário, que é letal; não dar espaços para os velozes Maicossuel, Tardelli e Luan. Além disso, muito cuidado com bola aérea do Galo.
Lateral esquerdo Neuton, caramba, acredito que ele vai jogar antenado e fechar, para valer, o seu setor.
É, o Bruno Rangel, desde que voltou, acredito, desta vez, vai se mexer, sair da inércia.
Na minha concepção, o Verdão, de forma inteligente, vai jogar compactado (sem dar espaço para os jogadores adversários), ou seja, taticamente com as linhas da defesa, meio de campo e ataque bem próximas uma das outras (ocupando faixa do campo de 30 metros, movimentando-se em bloco), subindo ao ataque em bloco, e voltando para a defesa em bloco quando estiver sendo atacado.
Chapecoense terá que ter velocidade, pelo meio e pelos flancos para chegar rápido na cara do goleiro Vitor.
Avante Verdão!
Veja os gols do último jogo do Galo.
Preste atenção na velocidade das jogadas pelo meio campo e pelos flancos.
Pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A, Chapecoense 1x0 Flamengo, ontem na Arena Condá, tarde de domingo ensolarado, gol do meia Neném aos 7' da 1ª etapa.
O Verdão do Oeste jogou no sistema 4- 4- 2 e o Flamengo no 4-3-3.
O gol foi de bola parada, em cobrança de falta por Neném. Ele sofrera a falta na intermediária, campo de ataque pela direita, cruzou de pé esquerdo pelo alto para dentro da área, a bola pegou efeito e passou por todo mundo, entrando próximo ao 2° pau, no canto baixo. Gol do Verdão!
A partir do gol, a Chapecoense cadenciou o jogo; perdeu várias oportunidades de ampliar o marcador
No final, ficou a sensação de que o placar foi magro.
FICHA TÉCNICA:
CHAPECOENSE 1X0 FLAMENGO
CHAPECOENSE
Danilo; Fabiano, Rafael Lima, Jaílton e Neuton; Wanderson, Abuda, Dedé e Nenén (Camilo); Bruno Rangel (Leandro) e Fabinho Alves (Richely).
Técnico: Celso Rodrigues
FLAMENGO
Paulo Victor; Luiz Antônio, Wallace, Marcelo e João Paulo (Márcio Araújo); Muralha, Canteros (Negueba) e Mugni; Everton, Gabriel (Eduardo) e Alecsandro.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Gols: Nenén (C), aos sete minutos do primeiro tempo.
Arbitragem: Raphael Claus, auxiliado por Rogério Pablos Zanardo e Marcio Luís Augusto (trio de SP) Cartões amarelos: Jaílton, Neuton, Leandro e Abuda (C); Muralha (F)
A crônica esportiva, em regra, carece de conhecimento técnico. Por isso, pouco explica, apenas confunde a cabeça do torcedor.
Cuidado com a alienação...
Há diversos integrantes dessa indigitada crônica, que falam para os cotovelos, que a Chapecoense está jogando bem.
Esse tipo de afirmação ou de conclusão tem contradição, pois decorre de abordagem superficial, simplista.
Mas, o que é jogar bem?
Sob o comando do técnico Celso Rodrigues a Chape melhorou sensivelmente, em relação ao que era com o Dal Pozzo, mas a equipe ainda está muito longe de resolver os jogos a seu favor com naturalidade. As vitórias, quando acontecem, estão sendo muito sofridas, dramáticas, na bacia das almas; é uma pasmaceira!
Precisa ser assim?
Enquanto o Índio do Oeste não tiver uma jogada forte, caminho seguro, para resolver os jogos, vai continuar o sofrimento...
Veja, o Verdão do Oeste, com Celso Rodrigues no comando, é uma equipe mais equilibrada em campo taticamente, joga mais descontraída e com prazer de jogar bola; as linhas estão mais próximas (defesa, meio de campo e ataque), seja quando a Chape se defende, seja quando sobe para o ataque. Com isso, a equipe está mais coesa, compactada em campo; há harmonia entre os setores da equipe. Porém, o time tem extrema dificuldade para fazer gol, não há uma jogada forte que possa caracterizar como letal para os adversários, pois afunila o jogo pelo meio, facilitando o trabalho das equipes adversárias.
E pelo qual a Chapecoense não tem sequer uma jogada forte para chegar ao gol com naturalidade?
Falta treinamento, ensaio. Falta treinar fundamentos do futebol. Falta fazer o óbvio, o trivial. O Dal Pozzo, enquanto técnico do Verdão, não treinou fundamentos do futebol, a equipe tem, nesse aspecto, grave defasagem, que precisa ser corrigida com o veículo em movimento (trocar o pneu com o carro em movimento, difícil, não?).
Faltam jogadas agudas pelos flancos. Na Chape ninguém chega à linha de fundo, em velocidade, e cruza para trás na entrada da grande área. Fabinho Alves, normalmente, recebe a bola no ataque e espera sofrer a falta, não vai à linha de fundo, não cruza. O Tiago Luís é outro que não sabe cruzar, arranca em velocidade, quando não arrisca direto para gol, cruza muito forte na diagonal, sem precisão, desperdiçando contra-ataque.
Jogadas de linha de fundo, em velocidade
Isso precisa acontecer na Chape.
Veja os 2 gols do Londrina contra o Santos, na vitória do Tubarão paranaense por 2x1, ontem, quinta-feira, pela Copa do Brasil, jogo de ida, no Estádio do Café.
Essas são jogadas de linha de fundo, que na Chape não existem!!!
Obs:
Paulinho e Joel, o primeiro tem 19 anos e segundo 20 anos, a dupla infernal do Londrina. Fica uma pergunta: que relação comercial tem a direção da Chape com o Grêmio que, para a Chape, só vem bagulho... Veja o que joga Paulinho, ele foi emprestado pelo Grêmio ao Londrina há poucos dias (ele não poderia estar na Chapecoense se a direção fosse mais diligente, guápa, se tivesse mais conhecimento do mercado da bola?).
O Verdão do Oeste precisa de um atacante de velocidade, assim como o atacante Paulinho, 19 anos, que foi emprestado há poucos dias pelo Grêmio para o Londrina. Pelo qual a Chapecoense não conseguiu junto ao Grêmio trazer o Paulinho? Isso que enerva o torcedor. O Grêmio e o Inter, quando emprestam jogadores para o Verdão, só mandam para cá bagulhos!!!
Quando a Chapecoense sobe ao ataque pelo meio, o Bruno precisa, além de tudo, fazer o pivô, receber a bola, prender a bola, esperar a subida do meio de campo, e devolver para um meia arrematar para o gol.
Ou seja: o Bruno precisa prender mais a bola, esperar que os meias possam se apresentar para chutar a gol. Mas, o cara não consegue nem acertar passe, aí fica difícil!
Leandro Banana é outro poste no ataque, não tem mobilidade, nem velocidade.
Bola parada decide jogo
Seja na cobrança de escanteio, seja na cobrança de faltas (frontal ao gol ou na diagonal), o Verdão não tem aproveitamento na bola parada. Isso é uma barbaridade!!
Veja dois exemplos recentes:
Primeiro:
No último domingo, na Arena Grêmio, pela 12ª rodada do Brasileirão, o Coritiba fez o crime, venceu o tricolor dos pampas por 3x2. Bola parada do Alex terminou em gol do Coxa.
Segundo:
Vitória do Novo Hamburgo, na última terça-feira, eliminando o ABC-Natal, pela 3ª fase da Copa do Brasil 2014. Noia 2x0, veja o gol de bola parada, no último minuto de jogo:
Pois é.
Se a Chapecoense tivesse jogadas pelos flancos, jogadas de linha de fundo e aproveitamento nas bolas paradas (cobranças de faltas frontais ao gol, e na diagonal e na cobrança de escanteios), com certeza, as vitórias viriam ao natural, sem esse sofrimento, sem essa pasmaceira!
O Verdão do Oeste precisa, por conseguinte, que o treinador passe a exigir dos seus atletas, via treinamento, jogadas de linha de fundo e aproveitamento na bola parada. Pelo meio, que está sempre congestionado, o caminho para as vitórias é o mais longo e difícil.
Então, está na hora de fazer treinamento específico, jogadas de linha de fundo e aprimoramento da bola parada.
Sob o comando do Celso Rodrigues, foi a pior atuação da Chape.
O que deu errado?
Primeiro, o técnico do Santos, Osvaldo Oliveira, armou taticamente a equipe do Peixe, de forma que confundiu a marcação da Chape, quando o Santos atacava.
A marcação da Chape não encaixou.
Vale dizer, quando parecia que o Santos ficaria encaixotado pela retranca da Chape, o Santos recuava para zaga o volante Alison e adiantava, liberava para o apoio, os 2 laterais que se mandavam para frente, puxando a marcação para os lados do campo e abrindo o sistema defensivo do Verdão.
E não demorou para o Santos chegar ao gol.
O sistema defensivo da Chape "bateu cabeça" logo aos 12' da etapa inicial (havia um amontoado de jogadores da Chape se acotovelando, um estorvando o outro, dentro da grande área), e o Santos abriu o marcador com Rildo.
A partir daí o Santos sossegou até o final do 1° tempo, e a Chape lenta, chegava no ataque em cobranças de faltas, bola parada, mas sem aproveitamento.
Na etapa final, o sistema defensivo da Chape não funcionou (piorou!), havia uma avenida aberta pelo setor do Rodrigo Biro, e Tiago Ribeiro deitou e rolou pelo setor, e por aí o Santos, nos contra-ataques, chegou ao 2° e 3° gols.
A Chape tinha posse de bola, chutou a gol, com certeza, mais vezes que o Santos (Chape chutou a gol o dobro de vezes em relação ao Santos), mas faltou qualidade, a bola chegava no ataque expirada, muito quadrada, falta um meia diferenciado para arredondar a bola, dar assistência, servir os atacantes, colocar os atacantes na cara do gol.
Além disso, faltou qualidade no arremate, as bolas foram chutadas em cima do goleiro Aranha que fez 3 ou 4 defesas difíceis no jogo.
Já o goleiro Danilo da Chape praticamente não trabalhou no jogo, e tomou 3 gols, pois o Santos chegou com perigo no ataque 5 vezes, e marcou 3 gols, mostrou qualidade e precisão nos arremates.
Depois do revés de hoje, o Celsão tem uma semana cheia, inteira, para treinar o time, para o jogo contra o Flamengo, no final de semana na Arena Condá.
A Chape precisa evoluir técnica e taticamente. E a bola parada? Continua aproveitamento nulo.
Como perdera o jogo de ida por 2x1, o Verdão do Oeste precisava vencer o Vozão para continuar na competição, mas não deu...
Como já acontecera das outras vezes, Chape caiu na 2ª fase.
Das outras vezes, a equipe verde e branca, sempre na 2ª fase, foi eliminada por clube grande, tradicional, da Série A (Internacional, Atlético Mineiro e Cruzeiro), mas, desta vez, a decepção é maior, pois havia condições de fazer história na competição, avançar mais, mas - por uma série de erros, falhas - veio a eliminação para uma equipe da Série B (clube médio).
Paciência! Ficou o gosto amargo da desclassificação e a certeza de que se deixou de ganhar, pelo menos, R$ 1 milhão (Hum milhão de reais) na próxima fase (430 mil cota da CBF + 600 mil de arrecadação com o jogo do Internacional na Arena Condá).
A classificação restou comprometida no jogo de ida, na Arena Condá, quando a Chape era ainda comandada pelo Dal Pozzo, treinador tecnicamente muito fraco. Bastou o seu auxiliar assumir a equipe, e o time transformou-se da água para o vinho. Então, o problema visivelmente era, sim, o antigo treinador que precisa evoluir, estudar, se aprimorar, pois seus métodos de trabalho são arcaicos, ultrapassados. A equipe continua ainda sem aproveitamento na bola parada. Chape continua sem fazer gol na cobrança de escanteio e na cobrança de faltas.
Quanto ao jogo de ontem, a equipe da Chape lutou muito, mas a desvantagem era muito grande. O Ceará construiu vantagem no jogo de ida, e administrou, ontem.
Penso que se a Chape tivesse jogado no esquema 4-3-3, desde o início do jogo, o resultado poderia ser outro. No lugar do Abuda, o técnico deveria ter iniciado a partida com Fabinho Alves. Assim, com 3 atacantes, Rangel centralizado, Leandro e Fabinho Alves abertos pelas pontas, o Rangel poderia ter sido mais acionado no comando do ataque. Do jeito que foi o jogo, a Chape afunilou muito pelo meio, facilitando o trabalho da zaga do Vozão.
Acho que faltou ousadia para o Celsão no 2° tempo. O Ceará retornou na etapa complementar muito recuado e atormentado, preocupado em não sofrer o 2° gol, e a Chape continuou com um monte de jogadores defensivos em campo. Barbaridade!
Mas é isso, fim de papo na Copa do Brasil 2014 para a Chape e que se apreenda com os erros!
Agora, é levantar a cabeça e retomar a luta na Série A do Brasileiro, pois sábado tem "pedreira", ou seja, Santos na Vila Belmiro.
Verdão terá que jogar para vencer, para pelo menos trazer um empate.
Logo mais, a partir das 19:30 h, a Chape estará em campo, enfrentando o Ceará, jogo de volta, pela 2ª fase da Copa do Brasil 2014.
No jogo de ida, na Arena Condá, deu Ceará 2x1, com Bill, em dose dupla, anotando para o Vozão.
Agora, a Chape precisa vencer por 2 gols de diferença, para avançar para a próxima fase. Se devolver o placar, a vaga será decidida nas penalidades. Há outra opção para o Verdão: vitória por diferença de 1 gol, desde que faça pelo menos 3 gols.
Além do Ceará ter uma excelente equipe, tem Sérgio Soares, que é um grande técnico.
Outra coisa: a Chape nunca venceu o Ceará. As equipes jogaram 3 vezes, até agora. O Ceará venceu duas vezes, e houve um empate. Na Série B ano passado, Chape estava invicta na competição, e o Ceará venceu, jogo do 1° turno, por 3x1, gol do Verdão anotado por Fabinho Alves. Já no 2° turno, na Arena Condá, o jogo terminou 1x1, com a Chape empatando nos acréscimos, gol de Potita.
Então, além de todas as dificuldades, Chape - para continuar na Copa do Brasil - terá que quebrar esse tabusinho...
Na Chapecoense, como é sabido, não há dinheiro para contratar reforços consagrados.
Mas, é possível ter "olheiros" e garimpar jovens jogadores com potencial, com talento, que disputam as competições menores, em nível nacional ou regional.
Inteligência!!!
A Chape tem carência de lateral esquerdo diferenciado.
Cabe a Chape designar um "olheiro" para observar o lateral esquerdo Kapa do Guarani de Palhoça, que está disputando a Série D 2014.
A partir dessas rodadas da 1ª fase, o Ibirama perdeu rendimento, e o futebol de Kapa ficou prejudicado. Mas, ele voltou a figurar na 7ª rodada da 2ª fase - hexagonal. Wellington Saci, Joinville, foi eleito o melhor lateral esquerdo e craque do campeonato.
Ontem, sábado, em pleno Estádio Morumbi, a Chapecoense derrotou o São Paulo FC, por 1x0, gol do volante Ricardo Conceição, aos 11 minutos da etapa final.
Público superior a 43 mil pagantes presenciou a dedicação e a obediência tática dos jogadores do Verdão de Santa Catarina. O gol, a vitória, foram a coroação desse empenho dos jogadores.
Foi uma batalha que vencemos!
Pés no chão, humildade, pois há "n" batalhas para serem superadas, daqui para frente, nesta luta pela permanência na Série A do Brasileiro.