sexta-feira, 13 de abril de 2018

TIME DA CHAPECOENSE 2018 É O MAIS MENTIROSO DA HISTÓRIA DO CLUBE


É duro, é triste, é sinistro, mas temos que ser realistas. 
A Chapecoense 2018 não representa o espírito de Condá, não tem alma guerreira. 
Assim como o treinador, os jogadores são burocráticos.
O time não tem sequer uma jogada ensaiada.
O treinador é um prosador!
O time não tem jogada forte, em nenhum setor.
O goleiro é "mão de alface".
O lateral direito o seu futebol é espalhafatoso, como diz a gíria "muito vento e pouca chuva". Corre como um animal bravo, desgovernado, falta técnica, falta inteligência, não consegue sequer dar uma assistência para gol, quicá fazer gol.
Os zagueiros, os zagueiros, não se espera nada deles.
A zaga falhou na Libertadores, e voltou a falhar no Catarinense.
Na hora que o jogo é "pegar para capar", a zaga fraqueja.
O lateral esquerdo, caramba, nada acrescenta ao time ofensivamente.
Volantes, volantes é o que tem mais a Chape. Mas, são volantes de contenção, meros "cabeças de área", chutam a bola para o lado que o nariz aponta. Mediocridade!
Meia-atacante, camisa 10, que pudesse quebrar as linhas de marcação adversária, colocar o companheiro na cara do gol, ou resolver o jogo na bola parada, isso não existe na Chape. Maldição que perdura desde a saída do meia Barbieri em 1980. Tivemos, na sequência, Adriano (2007), Athos (2012/2013), mas nada de extraordinário.
A Chape é um clube sem maestro!
No ataque, Chape 2018 é desoladora, não tem atacantes de velocidade pelos pelos lados, pelos flancos, e não tem centroavante "matador".
Até agora a Chape 2018 é um fracasso retumbante, foi eliminada, de plano, de cara, na Libertadores e perdeu o título do Catarinense, em casa, na Arena Condá. Perdeu a chance rara de conquistar o Tricampeonato.
Pelo andar da carruagem o próximo fracasso é iminente, eliminação, de cara, na Copa do Brasil.
E tudo pode ser, ainda mais drástico, que seria o 4º fracasso do ano 2018, rebaixamento na Série A do Brasileiro. O risco de queda é grande.
A Chape, neste final de semana, inicia sua jornada no Brasileiro Série A enfrentando o Atlético-PR, na Arena da Baixada, em Curitiba.
Barbaridade!
O time do treinador Fernando Diniz, esquema 3-4-3.
O Atlético-PR acabou de estrear na Copa Sul-Americana 2018 e passeou na Arena da Baixada, ao golear o Newell's Old Boys (Argentina) por 3x0.
Há risco grande de Chape sofrer revés para o Atlético-PR, na Arena da Baixada, jogo de estreia no Brasileiro Série A, neste final de semana.
A Chape 2018, até aqui, é só fracasso!
O time precisa, no mínimo, 5 reforços em nível de titularidade, mas a direção da Chapecoense faz vistas grossas, e está empurrando, adiando as contratações.
Espero que os jogadores da Chape deixem de ser burocráticos, se superem em campo, e evitem o pior, a derrota para o Atlético-PR na estreia no Brasileiro 2018.
Avante Verdão!





sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

CHAPECOENSE: A FRUSTRAÇÃO DOS DEUSES DO FUTEBOL. AINDA ESTAMOS NO INÍCIO DA TEMPORADA 2018, URGE CORREÇÃO DO RUMO!

No futebol, a racionalidade não explica tudo.

Há mais coisas entre o céu e terra do que nossa vá filosofia possa imaginar.

Os deuses do futebol estão com Chapecoense, e a abençoaram outra vez, sobremaneira, quando se concretizou a vaga na Libertadores 2018. 

Para entender o feito.

O contexto do ano passado foi difícil. 

Primeiro, veio a reconstrução.

Depois, os erros.

Chape chegou ao fundo do posso com a equivocada contratação do Eutrópio, chegou à pontuação de zona do rebaixamento; foi período de sofrimento, de angústia, de expiação dos erros, mas corrigido o rumo com sua demissão, juntados os cacos, Chape retomou seu foco, sua forças e foi campeã do returno do Brasileiro da Série A 2017, fato inédito.

Foi mudança da água para o vinho. Verdadeiro milagre!

A direção da Chape tem o livre arbítrio para escolher, sim! 

Porém, quando há sintonia, sinergismo, entre direção, comissão técnica, o time e a vontade dos deuses do futebol, o trabalho honesto, ético, e a competência são potencializados com a atuação da sorte. Ou seja, o imponderável abre caminhos, decide os jogos a favor da Chape, as conquistas acontecem!

Mas, neste início temporada 2018 a direção de futebol da Chape chutou o balde, fez pouco caso do calendário internacional Sul-Americano, fechou os caminhos; não preparou equipe competitiva para as duas competições mais importantes Sul Americanas que renderiam prestígio internacional, marketing, engajamento, e reforçariam o caixa.

Os deuses do futebol querem a Chape presente no cenário internacional, em face da tragédia vivida, como símbolo, elemento agregador, na luta para manter sempre viva, difundir, a chama da esperança, da solidariedade entre os povos, tornar os povos fraternos e comprometidos com os valores mais sublimes da humanidade, mas direção atravessa o caminho e dificulta, não faz sua parte, atrasa esse processo de crescente internacionalização.

Os deuses do futebol deram à Chape calendário internacional em 2018, para que houvesse os recursos financeiros para esse processo crescente de internacionalização, mas cabia à direção formar a equipe competitiva (pelo menos a contratação meias criativos), para avançar à fase de grupos da Libertadores!

A equipe competitiva não foi formada, direção não fez sua parte, e mesmo com o adversário tecnicamente fraco o Nacional - URU (situação atípica), não foi possível avançar de fase. 

As condições favoráveis estavam dadas.

Mas, quando há negligência, descaso, falta de competência da direção na formação do plantel, na comissão técnica (equívocos) e jogadores (sem função no campo), o trabalho fica sofrido, muito bate-cabeça, não recebe a sorte, a benção dos deuses, o imponderável não atua, não aparece para coroar o trabalho, não abre o caminho concreção das vitórias.

Chape não foi Chape na sua 2ª participação na Libertadores. Quantos equívocos cometidos! Sequer fez gol. É situação para ser analisada, exige reflexão.

Por outro lado, como foram os gols do Nacional -URU? Sempre com a ajuda da sorte, do imponderável.

A sorte virou de lado. Castigo?

Chape não se preparou para o calendário internacional, para os recursos financeiros que poderia auferir, por isso teve o desfecho que teve.

Ficou a frustração cavalar, porém urge a correção do rumo para o restante da temporada 2018 (está em tempo!), o Brasileirão Série A ainda não iniciou, para que em 2019 a Chape tenha calendário e possa dar sequência à missão de retomar o caminho da internacionalização de sua missão!

Avante Verdão do mundo!

Obs:

Ainda, direção da Chapecoense foi pueril, amadora ao extremo, ao utilizar jogadores titulares no Campeonato Catarinense antes de iniciar a Libertadores (alguns atletas importantes ficaram estropiados), certame onde tem que pagar para jogar (prejuízo), cota de TV irrisória, atletas tendo que atuar em campos (gramado irregular, esburacado) que colocam em risco integridade física, tudo isso, infelizmente, em detrimento completo do calendário internacional que reforçaria o caixa do clube.
Inacreditável, a falta de planejamento inteligente, a falta de visão estratégica do Clube. Praticamente se abriu mão da Libertadores e Sul-Americana atuando com time desfalcado (ocorreu eliminação precoce!), onde faturaria milhões de dólares, para disputar o Catarinense, que tem que pagar para jogar. Isso seria cômico, se não fosse trágico!

domingo, 4 de fevereiro de 2018

ANTES DE INICIAR O BRASILEIRO 2018, CHAPE ESTÁ COM TIME TOSCO?

Não é fácil montar um plantel em alto nível em todas as posições.

Mas, com jeito, tino, "feeling", sorte, competência, olho de águia,"olheiros" espalhados pelo Brasil e Mundo, rede de contatos ampla, horizonte sempre aberto, estar onipresente, é possível "garimpar", pelo menos, um jogador acima da média para cada posição, principalmente neste País que é tido como celeiro de talentos.

Há, sempre, verdadeiros "achados", que aparecem do nada, de onde menos se espera. Isto ocorre, com mais frequência do que se pensa.

Há, ainda, os negócios de oportunidade, verdadeiro "cavalo encilhado"; é a sorte - de forma espontânea - batendo sua porta, sorrindo na sua cara; pega ou nunca mais!

Há as buscas estratégicas,para dar padrão, diferencial, ao time.

Há política de contratação.

Ter vocação para negociar.

Há as revelações da base.

Digo isto, pois quem tem, no dia a dia, como trabalho, a missão de montar o plantel profissional, vai vivenciar essas situações com frequência, cuidado para não negligenciar, deve estar aberto, disponível, acessível, ter "feeling" para interpretar, perceber, e alavancar o Clube.

Em relação à direção de futebol da Chapecoense esperava mais neste início de 2018.

Nada de inteligente na montagem do elenco 2018 aconteceu, até agora, o que é uma pena, pois a Chapecoense está na Libertadores e está com time tosco, limitado, burocrático, qualificação aquém do que deveria ser e ter.

Penso que direção de futebol tem que estar mais aberta, sensível, às oportunidades boas que aparecem e que, por falta de habilidade, avaliação precipitada, falta de tirocínio, são perdidas e que travam, prejudicam o Clube na formação do time, ou seja, para obtenção das melhores opções para qualificar o time.

Decepcionante, a direção de futebol da Chape neste início de 2018 está sem talento, sem inteligência, "cabeça de bagre".

Direção de futebol inteligente é aquela que faz mais que o óbvio ou o trivial.

Direção de futebol da Chape é burocrática.

Cadê a contratação inteligente de 2018? Até agora não tem.

Cadê o meia?

Onde está o volante com saída de bola?

Lateral esquerdo com chegada forte em profundidade, na linha de fundo?

Atacante com presença de área, finalizador, "matador"?

Atacante velocista, de beirada de campo,então?

Inacreditável, nada acontece de inteligente nesta direção de futebol, neste início de 2018!

É preciso chacoalhar o limoeiro, sair dessa inércia!

Chape está prestes a se despedir da Libertadores, e se não entrar na fase de grupos, irá deixar de ganhar em torno de R$ 15 milhões!!!

Isso é pouco, para direção da Chape tratar a Libertadores com tanto descaso?

Sinceramente, o que estes senhores da direção de futebol da Chape estão pensando, fazendo, de mais mais importante não sei?

Recado está dado, os inteligentes que tomem rumo.

Espero que doravante as coisas comecem a acontecer na direção de futebol do Verdão do Oeste, pois - se continuar neste passo de faz de conta - nessa maciota - Chape vai ser saco de pancada em 2018 no Brasileiro e na Copa do Brasil.

Juízo.

Avante Verdão do Oeste!

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

TEMPORADA DA CHAPECOENSE 2018, PREOCUPA?



Foto: Chapecoense - divulgação.
Faz algum tempo que escrevi o último post no meu Blog.  

Estou sem tempo para atualizar, ainda por algum tempo. (ehehe)

Porém, muitos torcedores da Chapecoense estão preocupados, pedindo  minha avaliação, acerca da formação do elenco da Chapecoense para a temporada 2018, afinal entendem que minha visão crítica e propositiva, nos últimos 8 anos, deu sorte, sempre contribuiu e muito para evolução da Chape, pois representou inquietação, desafio e estímulo para todos da nação verde e branca, principalmente da direção, para a quebra de paradigmas! (kkk)

Humildemente digo que, nos 8 anos, coincidência ou não, a Chapecoense evoluiu de Clube sem série para Clube da elite futebol brasileiro, Sul-Americano e quiça mundial.

Isso é fenomenal, e podem crer, além do árduo trabalho humano, de todos, que direta e indiretamente trabalharam para isso e que continuam elevando a Chape, ainda tem o imponderável, o sobrenatural (força divina!).

Alguns torcem o nariz, viram a cara, quando falo a velha frase do William Shakespeare: "Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia".

A Chapecoense é Clube dos deuses do futebol, aqui na terra e no plano espiritual.

Se o jogador de futebol, com talento (!) e focado que vem não rendendo em outro clube por algum motivo (lesões, excesso de cobrança, falta de confiança, falta de oportunidade!), com certeza, se fosse bem informado, aceitaria jogar na Chapecoense, para dar guinada para o sucesso na sua vida profissional. 

Pois bem.

Em relação a 2018, vou ser breve, sucinto neste post.

A Chapecoense, nos últimos anos, sempre teve dificuldade no setor de criação. É como sempre digo, "a Chape vive mendigando um camisa 10". Enquanto ele não vem para resolver, a camisa 10 na Chape é um problema não resolvido, não compreendido. O manto sagrado, a mística da 10, eternizada por Pelé, na Chapecoense é um tabu, ninguém do meio campo se atreve utilizá-la, tamanha a responsabilidade, exceto Neném, mas como ele é mais reserva do que titular, a camisa 10 na Chape está à espera do cara.

Chapecoense sempre se caracterizou por ter laterais (alas) de intensidade: jogada forte em profundidade pela chegada dos laterais na linha de fundo. Neste ano de 2018, a situação - até agora -está turva!

Direção está negligenciado esse setor, podemos ter problemas graves nesta temporada, se não tivermos jogada forte pelas laterais, para compensar a falta de chegada pelo meio.

Quanto aos volantes de contenção, estamos bem servidos com Moisés Ribeiro, Amaral, Márcio Araújo, Lucas Mineiro e Elicarlos (?).

Em relação ao volante com qualidade na saída de bola, articulação, passe preciso, para fazer o time jogar, temos problema sério, só temos o Canteros.

No ataque, também temos problema, precisamos ter, pelo menos, seis atacantes de mesma qualidade (nível de titularidade!), quatro pelos lados do campo (ágeis, rápidos, com controle de bola e que saibam raciocinar enquanto correm!).

Por ora, com o que temos, só dá para sonhar com o tri do Catarinense!

Para a Libertadores, Série A e Copa do Brasil, carecemos de meia-atacante para quebrar a marcação, quebrar as linhas de marcação dos adversários. Ainda, necessitamos de volante para saída de bola e de atacante de velocidade pelos lados do campo e outro de área oportunista, finalizador.

Era isso.

Avante Verdão!

sábado, 25 de novembro de 2017

CHAPECOENSE: MINHA LISTA DE INDICAÇÕES - POSSÍVEIS REFORÇOS

Atacante:

1.Grampola, Joinville - Série C, 29 anos, altura 1,82 m, 80 kg (Observar no Catarinense 2018)
2.Rodrigão, Santos - Série A, 24 anos, altura, 1,86 m, 92 kg 
3. Mendoza, 25 anos, 1,71 m, 73 kg, velocista, lado de campo, Corinthians (emprestado ao Bahia)
4.Joel, 23 anos, 1,78 m, 76kg, Avaí (Cruzeiro).
5. André Luis , 20 anos, 1,79 m, 71 kg, Santa Cruz-PE (atacante de lado de campo, forte fisicamente, e volta para marcar)
6. Jael, 29 anos, 1,86 m, 86 kg, Grêmio.
7. Careca, Boa Esporte , pertence ao Atlético - AC, 1,84 m, 76 kg (Seleção Série D 2017) - Aposta
8 - Érik, 23 anos, Palmeiras.(velocista)
9. Luan, 29 anos, 1,86 m, 79 kg, América-MG (pertence ao Palmeiras, mas neste final do ano fica livre).

Zagueiro:

1. Bruno Alves, 26 anos, 1,84 m, 81 kg, São Paulo (ex-Figueirense)
2. Fred, 31 anos, 1,88 m, 83 kg, Vitória (pertence ao Grêmio)
3-.Jorge Fellipe - CSA - Série C. 29 anos, altura 1,95 m, 83 kg (Observar no Campeonato Alagoano 2018)

Lateral esquerdo:

1.- Danilo Barcelos, Atlético - MG, 26 anos, 1,86 m, 75 kg
2. Carleto, Coritiba, 28 anos, altura 1,72 e 74 kg
3.Vitor Luís, 24 anos, 1,80 m, 76 kg, Botafogo (Palmeiras)

Meia-atacante:
1. Mazinho, Oeste/SP (Palmeiras), 30 anos, 1,67 m,  67 kg.
2. Thaciano, 22 anos, 1,82 m, 83 kg - Boa Esporte
3. Jorginho,  26 anos, 1,80 m, 71 kg, Atlético Goianiense.
4.Giovanni, 23 anos, 1, 77 m,  78 kg, Náutico (aposta).
5.Thomaz, 31 anos, altura 1,77 m e 74 kg, São Paulo (ex-Jorge Wilstermann)
6-Zé Rafael, altura 1,75 m, 71 kg, Bahia;

Volante:

1. Ricardo, Luverdense, 23 anos, 184, 77 kg
2. Paulinho, 28 anos,  1,75 m, 72 kg, Atlético -GO
3. Pedro Castro, 24 anos, 1,80 m, 77 kg, Avaí (Tombense)
4- Anselmo, 28 anos, 1,82 m, 80 kg, Sport (pertence ao Internacional)

Lateral direito:

1. Dudu, Figueirense, 20 anos, altura 1,75 m , 75 kg
2. Fabiano, Palmeiras,

terça-feira, 7 de novembro de 2017

CHAPECOENSE E OS TREINADORES CONTRATADOS NO ANO DE SUA RECONSTRUÇÃO - PARTE 01. "AS VIÚVAS" DO TREINADOR MANCINI NA CRÔNICA ESPORTIVA

No ano de reconstrução da Chapecoense o Clube vive um carma: tem feito opção por treinadores tecnicamente fracos: MANCINI, EUTRÓPIO  E KLEINA.

Primeiro optou por MANCINI. Esse treinador revelou ser um engôdo, soberbo, estagnado, não reconhece os erros que comete, tecnicamente incompleto, fraco. 

Neste primeiro capítulo, falaremos, em resumo, do trabalho técnico do MANCINI.

No sistema tático preferido pelo treinador MANCINI (4-3-3), técnico com viés ofensivo, o time dele:

a) não propõe o jogo:

A tônica, o escopo, é atuar, explorar contra-ataques. Com transição rápida, bola longa enfiada, alçada da defesa para o ataque, ligação direta.

b) tem pouca posse, não valoriza a posse de bola:

A bola não é trabalhada no meio de campo para envolver o adversário no toque de bola, triangulações, infiltrações, ultrapassagens, over lap etc.

c) perda da segunda bola, perda dos rebotes:

O time atua desequilibrado taticamente, por não valorizar a posse de bola, corre além da conta, se desgasta demais (corre errado!), dificuldade com a segunda bola, perde os rebotes. Risco estropiar os jogadores.

d) erra em demasia o passe, principal fundamento do futebol:

Isso decorre da falta de vocação do treinador para trabalhar o passe, valorizar a posse de bola do seu time.  Com isso, o sistema defensivo da equipe fica, em regra, sobrecarregado, exposto.

Fora de casa:

Nos confrontos fora de casa, não há pressão da torcida por resultado positivo, então o time treinado por MANCINI atua fechado, retraído, atrás da linha da bola, esperando o adversário (dá o campo), para matar o jogo no contra-ataque. Esse sistema de atuar fora de seus domínios sem propor o jogo, explorando os contra-ataques, com frequência dá certo.  Colhe vitórias fora de casa.

Jogos em casa:

Confrontos em seus domínios, há forte pressão da torcida para que o time faça o dever de casa. O sistema de jogar no contra-ataque em casa não funciona, pois o time adversário não dá o contra-ataque (atua retraído, esperando, postado atrás da linha da bola). Então, o time do MANCINI, nos jogos em casa, tem o drama, vive o drama de propor o jogo, de se expor. Desastre! Falta treinamento, habitualidade, capacidade, vocação para propor o jogo. Não tem  naturalidade, qualidade na meia-cancha para criar, articular, tocar a bola, triangular, infiltrar, envolver o adversário. Ou seja: o feitiço vira contra o feiticeiro. Com frequência, dá  muito errado. Colhe derrotas nos próprios domínios.

Atualmente, treinador MANCINI é técnico do Vitória baiano. Lá, assim como foi na Chapecoense, ele colhe, com frequência, resultados positivos longe dos seus dominios e resultados negativos em casa.

É o drama de um treinador soberbo, mas incompleto, pois não reconhece seus erros táticos, técnicos e de estratégia. Por isso, a evolução na carreira não vem como deveria, não acontece! 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

CHAPECOENSE MAL ESCALADA: TREINADOR VAI DAR MOLEZA PARA O SPORT?

Apoiei e apoio a contratação do Kleina, mas não é por isso que deixarei de falar o que tenho quer dizer, como torcedor, quando percebo, com antecipação, que ele está tecnicamente equivocado.

Kleina é um treinador defensivo, sofrível, deficiente na sintonia fina, vive a bater cabeça e, por isso, não tem evoluído na profissão, vive reproduzindo suas mazelas por onde passa.

Veio para Chapecoense, depois de ser despedido da Ponte Preta por deficiência técnica (o que não é novidade na sua carreira, antes despedido do Avaí também por deficiência técnica), e já começa a "inventar" aqui também.

Todo torcedor da Chapecoense sabe que João Pedro, lateral de origem, é um "desastre" na lateral direta, por ter característica ofensiva, não guarda posição de lateral, chega atrasado na marcação, não tem senso de cobertura, notabilizou-se pelas levadas de "bolas nas costas", principalmente na Copa Libertadores. 

Depois de derrotas muito sofridas no Catarinense, Primeira Liga, e Libertadores (bolas nas costas do João Pedro), Mancini "descobriu" que poderia utilizá-lo na meia cancha, como meia-atacante, e então JP tornou-se o melhor jogador da Chape atuando de meia-atacante, demolindo sistemas defensivos das equipes adversárias, mas veio, infelizmente, a lesão no joelho que o afastou do time por 5 meses, a partir do início do Brasileiro Série A.

Agora, depois de 5 meses de recuperação da indigitada lesão no joelho, João Pedro está de volta, recuperado, graças a Deus, mas para continuar arrebentando os jogos como meia-atacante obviamente, e não como lateral, pois nessa posição é desastroso, não tem cacuete de lateral, só leva bolas nas costas, fragilizando o sistema defensivo de sua equipe.

Pois é.

Parece cômico se não fosse trágico.

Nesta semana cheia para trabalhar a parte tática e técnica, vem a notícia bombástica: Kleina defininiu ou está propenso a utilizar o João Pedro de lateral, no jogo importante contra o Sport Recife na Arena Condá, neste final de semana.

Caramba!

Será que não existe alguém com vida inteligente no departamento de futebol da Chapecoense para demover, afastar, esta pretensão absurda do treinador?

Esperamos que até domingo, Kleina abandone essa intenção de colocar João Pedro na lateral direita, pois nessa posição o jogador não rende, só compromete, e há risco sério da Chapecoense perder o jogo, caso o Sport jogar, explorar as costas do lateral.

João Pedro é arma poderosa para atuar como meia-atacante, demolidor de sistemas defensivos com sua imposição física, com seus dribles certeiros em direção à meta adversária.

É muita ingenuidade, falta de informação, ignorância, escalar João Pedro como lateral direito, o jogador não tem cacuete de lateral, mas sim é exímio meia-atacante, sem dúvida o melhor meia-atacante da Chapecoense em 2017 e melhor jogador do plantel atual.

Para finalizar, seguem, a seguir, dois vídeos que mostram, didaticamente, a deficiência do João Pedro como lateral direito, levando bolas nas costas, e derrotas da Chapecoense na Copa Libertadores.

Avante Verdão!










domingo, 29 de outubro de 2017

COMO VI A ESTREIA DO KLEINA NA CHAPECOENSE

Todo mundo sabe que o treinador Gilson Kleina tem viés defensivo.

Estreando fora de casa no comando da Chapecoense, adivinhem, claro, armou o time defensivamente contra o Atlético Paranaense; arrancou um empate, mais sorte do que juízo.

Mas, como foi a peleja, na Arena da Baixada, em Curitiba?

Para o torcedor da Chape foi um jogo para testar o sistema cardíaco, muito sofrimento de início ao fim.

A Chapecoense correu risco sério de perder o jogo, em face da retranca.

Visivelmente a Chape foi a Curitiba para empatar. Mas, quem joga para empatar, invariavelmente, colhe derrota.

A Chape escapou da derrota, por sorte, por proteção dos deuses do futebol, e por grande atuação do goleiro Jandrei, o melhor jogador em campo.

Mas de qualquer modo, na história ficou registrado o fato de que a Chape conseguiu empatar, e somar um ponto precioso na luta contra o descenso.

Taticamente, a Chapecoense não foi bem.

Chape foi dominada, principalmente, no primeiro tempo, pois:

a) não conseguiu encaixar a marcação;

b) não conseguiu pegar a 2ª bola, perdeu praticamente todos os rebotes;

c) não tinha posse de bola;

d) as linhas estavam recuadas, e os jogadores estavam dispersos, distantes uns dos outros, faltava aproximação, dificultando o passe, a saída de bola, o toque de bola. Além disso, muitos erros de passe;

e) como disse, os jogadores tinham dificuldade extrema, não procuravam os espaços vazios, não se aproximavam, não se deslocavam para dar opção de passe seguro, para trabalhar a bola com segurança, para manter a posse de bola e articular com qualidade;

f) a zaga dava rebotes, e a 2ª bola sobrava para o adversário. O jogo foi muito sofrido para a Chapecoense.

No segundo tempo, a partir das substituições promovidas pelo Kleina o time melhorou taticamente, e equilibrou o jogo, mas nada de extraordinário.

Kleina demorou para fazer a entrada do meia João Pedro.

Para o próximo confronto ante o Sport Recife, na Arena Condá, a Chapecoense tem três desfalques, por suspensão (3º cartão amarelo): Apodi, Fabrício Bruno e Canteros.

Para o lugar do Apodi, o substituto natural deve ser o Diego Renan.

Para a vaga do Fabrício Bruno, o Grolli deve voltar ao time.

Para o lugar do Canteros, claro o meia João Pedro está pronto, merecendo a titularidade, a final é o melhor meia da Chape, e pelo qual não dizer, o melhor jogador da Chapecoense na temporada 2017, apesar de ter ficado 5 meses parado. Que o Kleina não invente colocá-lo na lateral direita, pois João Pedro não tem cacuete para atuar na lateral, é muito falho na marcação, só leva bolas nas costas. Olha o perigo do Kleina fazer m...

Se fora de casa o Kleina é retranqueiro (isso ficou nítido ontem!), no próximo jogo na Arena Condá contra o Sport Recife o treinador terá que se desdobrar e armar a Chapecoense para fazer o dever de casa, garantir os 3 pontos.

Avante Verdão!

Obs:

A desculpa do Kleina para o desequilíbrio tático da Chapecoense foi o campo da Arena da Baixada, gramado sintético, piso duro, a bola quica e corre com mais velocidade, sempre muito "viva" difícil para dominar, controlar; falta de adaptação ao gramado.



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Chapecoense: os sete ajustes que Kleina terá que fazer no time

A Chapecoense é um time mal treinado, mas - em regra - os times brasileiros são mal treinados, pois os treinadores não possuem base teórica, são empíricos. Em face disso, os europeus têm preconceitos contra os treinadores brasileiros que, além de tudo, possuem dificuldade com a própria língua portuguesa e sequer falam outro idioma.

Deixando de lado esse problema, vamos direto ao que se espera do Gilson Kleina na Chapecoense.

Os principais ajustes que ele terá que fazer:

1 - Bola aérea defensiva: 

- Posicionar a zaga da Chapecoense que marca a bola e não o atacante. Ontem contra o Atlético-MG  havia 11 jogadores da Chapecoense na sua própria área para se defender na cobrança de escanteio efetuada pelo lateral Fábio Santos, a bola veio pelo alto, sem força, demorou chegar, e Fred subiu sozinho, e empatou o jogo de cabeça. Ninguém da Chape subiu com Fred?

2 - Os alas da Chapecoense:

- Apodi. Esse atleta é velocidade pura pela ala direita, porém enquanto corre, dispara com a bola, não raciocina. Então, todo lance dele dá em nada; não consegue dar uma assistência sequer. Fazer gol? Só se receber assistência de algum companheiro. Mas, é ele quem deve dar assistência, não é? Complicado. Futebol do Apodi "é muito trovejo, barulho, e pouca chuva". Além disso, suas investidas malogradas no ataque fragilizam o sistema defensivo da Chape. É preciso corrigir o mundo de erros que o Apodi comete todo jogo. Ele corre com a bola, e não consegue dar assistência, conduz demais, e erra os passes (percorre o mundo e morre na praia). Pouco produtivo.

- Reinaldo: é um ala técnico, talentoso, porém não joga sério, dispersivo, falta concentração no jogo. Muito irregular. Tem dias que ele tem mais talento para comediante do que jogador de futebol. Ele tem que se concentrar no jogo e parar de reclamar dos adversários  e do juiz.  Deixar de ser irritante. Foco. Isso lhe falta muito. Tem futebol, mas lhe falta foco!

3 - Padrão de jogo:

Com a saída do atacante Rossi e lesão do meia João Pedro, Chapecoense perdeu a condição para atuar no 4-3-3.

João Pedro está voltando, está na transição; é o melhor meia da Chape. Como lateral, posição de origem, é negação, só leva bolas nas costas.

O sistema de jogo que vai salvar a Chapecoense, mantê-la na Série A e, oxalá, beliscar uma vaga na Libertadores (G-9?)/Sul-Americana, é o 4-4-2.

É necessário treinamentos repetitivos, à exaustão, do sistema de jogo para que a assimilação pelos jogadores seja automática.

4 - Fundamento: o passe, toque de bola.

Reiterando, falta treino técnico-tático, tem q ter repetição à exaustão, automatizar.

A Chapecoense é um time não treinado, infantil, ingênuo, não tem toque de bola preciso; tem dificuldade extrema para trabalhar a bola quando sofre marcação sob pressão do adversário, marcação curta ou marcação alta. Não consegue dar 3 toques na bola, já rifa, "queima" no pé, afobação. Falta levantar a cabeça, olhar, visualizar, virar o jogo, sair da marcação, procurar companheiro melhor colocado em outro setor, evitar passe na "fogueira" no setor congestionado, para não armar o contra-ataque adversário.

5- Propor o jogo:

A Chapecoense tem dificuldade para propor o jogo, quando atua em casa.
É o pior ano da Chape no Brasileirão da Série A; não vem conseguindo fazer o dever de casa.
O aproveitamento, atuando fora dos seus domínios, é maior do que o aproveitamento na Arena Condá.
O time não consegue encontrar os espaços para chegar à meta adversária.
É necessário retomar também, portanto, a força da Arena Condá que sempre foi marcante, característico.

6 - Bola parada ofensiva:

- Nesse fundamento a Chapecoense, embora tente muito, é uma negação, não tem aproveitamento.
Quando foi, a última vez, que a Chapecoense fez gol em cobrança de falta direta, bola alçada na área e/ou em cobrança de escanteio?

7 - Time estático, não joga sem a bola:

A Chapecoense é uma equipe previsível em campo, estática, se entrega à marcação adversária, justamente pelo fato dos jogadores não se apresentarem para o jogo, sem  a bola. Os jogadores não dão opção de passe para envolver, ludibriar a equipe adversária.

Falta sincronismo, movimentação sem a bola, triangulação, ultrapassagem, infiltração ofensiva.

Acredito que esses são, sem dúvida, os principais problemas da Chapecoense, dentro das quatro linhas.

Esperamos que Kleina venha para fazer a diferença positiva, não é?

Então, mão à obra, pois cobranças logo, logo, não faltarão.

Avante Verdão.

Obs: O jogo de ontem contra o Galo mineiro foi exceção, o time lembrou os melhores momentos com treinador Mancini no comando técnico, em alguns jogos fora de casa. Na Arena Condá, desde o início do ano a Chape tem dificuldade para propor o jogo.