POR NELSON KICHEL. AQUI, 100% CHAPECOENSE!.....................................Acompanhe, também, no Twitter: https://twitter.com/NKichel
terça-feira, 19 de julho de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
CHAPECOENSE CORRE ERRADO EM CAMPO?
A pressão na Chapecoense por um resultado positivo, no domingo, contra o Figueirense, na Capital, é grande.
O treinador da Chape vai mudar o time, e a imprensa já especula, cuja formação inicial poderá ser no 4-4-2:
Marcelo Boeck; Gil, Lucas Machado, Demerson, Dener; Josimar, Sérgio Manoel, Cleber Santana, Arthur Maia; Ananias e Kempes.
Vai dar certo?
Difícil!
Excesso de volantes.
Equipe tem que jogar para frente, a melhor defesa é o ataque.
Tiraria o Josimar, e colocaria no seu lugar o Rafael Bastos.
Com isso, a equipe ficaria equilibrada.
Difícil!
Excesso de volantes.
Equipe tem que jogar para frente, a melhor defesa é o ataque.
Tiraria o Josimar, e colocaria no seu lugar o Rafael Bastos.
Com isso, a equipe ficaria equilibrada.
O problema maior na Chapecoense é o treinador que tem limitações técnicas.
Veja:
A questão maior não é o esquema tático, mas sim o treinador. Pode utilizar qualquer sistema de jogo que não vai obter os resultados que a equipe precisa.
Além do esquema tático, há "n" variáveis que interferem no rendimento da equipe nas 4 linhas. Por exemplo, a postura da equipe em campo:
a) compactação das linhas (defesa, meio e ataque): As linhas devem estar dispostas, postadas, bem próximas, ocupando no máximo 30 metros do comprimento do granado;
b) adiantar a marcação: na saída de bola adversária, a linha de defesa deve estar próximo da linha divisória do gramado e das linhas de meio e ataque.
Com marcação alta, forçar o erro na saída de bola da defesa adversária (adversário vai rifar a bola, ligação direta). Mas, não é só isso!
Com marcação alta, forçar o erro na saída de bola da defesa adversária (adversário vai rifar a bola, ligação direta). Mas, não é só isso!
c) marcação curta (encurtar as distâncias), isso facilita as roubadas de bola, retomada da 2ª bola, do rebote, aumentando o volume de jogo, a posse de bola, e a equipe deixa de correr errado, evita desgaste desnecessário.
Outas questões:
a) escalação - formação inicial, utilização das peças certas, em cada função a ser desempenhada dentro de campo:conhecer as características do atleta e colocá-lo para fazer a função certa e designada.
b) leitura do jogo: no primeiro tempo a Chape corre errado, se desgasta, se mata em campo, e na etapa final, que o time precisa do treinador,cadê ele? para mudar a sorte a favor de sua equipe, para neutralizar as mudanças efetuadas pelo técnico adversário, e implementar mudanças para colocar em xeque, em apuros, o time adversário. Cadê o técnico?
c)substituições, sangue novo, e mudança na estratégia, na etapa final:
- neutralizar as mudanças do treinador adversário, na volta do intervalo, é o mínimo exigível.
- leitura de jogo.
- propor o jogo, e não só jogar por uma bola no ataque.
Treinador precisa ser pró-ativo na hora certa, socorrer a equipe, evitar vulnerabilidade, fragilidade,mormente quando a marcação não estiver chegando junto (recomposição), que o time estiver sem volume de jogo, ou que a equipe tiver dificuldade para chegar ao ataque com qualidade e com persistência.Reequilibrar a equipe em campo com rapidez.
- neutralizar as mudanças do treinador adversário, na volta do intervalo, é o mínimo exigível.
- leitura de jogo.
- propor o jogo, e não só jogar por uma bola no ataque.
Treinador precisa ser pró-ativo na hora certa, socorrer a equipe, evitar vulnerabilidade, fragilidade,mormente quando a marcação não estiver chegando junto (recomposição), que o time estiver sem volume de jogo, ou que a equipe tiver dificuldade para chegar ao ataque com qualidade e com persistência.Reequilibrar a equipe em campo com rapidez.
Pois é.
Na minha visão, avaliação, a Chapecoense tem um treinador que mal e mal sabe escalar a formação inicial.
Quanto ao mais, todo mundo está vendo, o time da Chapecoense em campo órfão de técnico a partir do intervalo dos jogos. Técnicos adversários deitam e rolam na etapa final, e o treinador da Chapecoense passivo, sem compreender a estratégia adversária, só depois da porteira arrebentada, acorda, mas sem leitura correta do jogo, tenta se mexer no desespero, e só aumenta os estragos, quando mexe na equipe.
Como mudar isso?
Simples, substituição do comando técnico.
Até isso acontecer, seque a agonia.
domingo, 10 de julho de 2016
CHAPECOENSE: FASE DE AGONIA, QUANDO O TÉCNICO VAI CAIR?
Chapecoense, com treinador retranqueiro e que além de tudo não tem leitura de jogo, definha.
A mediocridade técnica do treinador deprecia, diminui a Chapecoense. Isso dói na alma. Incompetência da diretoria que fez opção errada.
Veja o estrago que Chapecoense está vivendo por ter contratado técnico errado, rumo ao fundo do poço e rumo para Série B.
Os deuses do futebol abandonaram Chapecoense, sinto muito noticiar isso. Meu desgosto com direção da Chape também é grande. Fundo Poço em breve.
Melhor notícia que torcida da Chapecoense poderia receber amanhã, logo pela manhã, é demissão do técnico, mas diretoria vai esperar fundo do poço.
Tristeza.
Para os torcedores da Chapecoense já está mais que óbvio, provado por A+B a incompetência do técnico,mas a diretoria ainda vai insistir. O Clube terá que pagar o preço dos olhos da cara, sangrar mais, perdendo pontos preciosos contra Figueirense, Botafogo e São Paulo, para a direção se convencer e demissão ocorrer.
Fase de agonia.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
TECNICAMENTE TREINADOR CAIO JÚNIOR NÃO DIFERE DO TÉCNICO EMERSON MARIA
Os dois são técnicos retranqueiros.
Um, já foi demitido no Joinville, pela mesmice de sempre, arma o time muito previsível, e sempre defensivamente.
Outro, acabou de chegar na Chapecoense, meu Pai!
Pois é.
A diretoria da Chape fez o desfavor de resgatá-lo.
Trata-se de técnico que já perdeu mercado, seja lá fora, quanto aqui dentro País, por falta de competitividade. Mas, a diretoria da Chapecoense - iludida - ainda acha que o cara pode ser útil.
Vimos ontem, quanto ele pode ser útil.
Mandou a campo time da Chape desequilibrado, sistema de jogo suicida.
Chapecoense jogou como nunca os primeiros 60 minutos e perdeu como sempre, na Vila Belmiro.
Verdão jogou como nunca na marcação, correndo doidamente atrás dos jogadores do Santos, se arrebentou em campo, se estafou, as forças se exauriram, já no final do 1º tempo, e depois de uma hora de jogo apareceram os erros, as falhas na marcação, e tudo foi por água abaixo. Poderia, logo após o intervalo, surpreender o técnico do Santos, tirar um volante de marcação, no caso o Josimar, e colocar um meia, seja o Rafael Bastos ou Arthur Maia, para aliviar a pressão, desafogar o time, empurrar, recuar o Santos para o campo dele.
Mas, pelo qual tanta mesmice, idiotice?
Técnico tem que se impor, não pode ser medroso. O medo de perder tira a vontade de ganhar.Tem que ter como escopo, sempre, mandar a campo equipe equilibrada, defesa e ataque. Fazer jogo seguro.
Como fazer isso?
Compactar a equipe, linhas bem próximas, ocupando sempre em torno de 30 metros do campo, atacando (subindo em bloco) e se defendendo (descendo em bloco), mas sempre ocupando 30 metros do campo, sem espaços vazios entre defesa e ataque. Mantendo sempre as linhas bem próximas, para a equipe jogar curto, tirando os espaços do adversário, retomar fácil a 2ª bola, manter a posse de bola, trocar passes certeiros, e sempre com a estratégia de quebrar a marcação adversária, chegando em velocidade na área adversária.
O que se viu ontem foi uma Chapecoense retraída em demasia, fazer um esforço além humano, no seu próprio campo, esperando o Santos.
O Santos terminou o jogo com 69% de posse de bola. Mas, no 1º tempo, o Santos teve mais de 70% de posse bola.
Chapecoense desequilibrada em campo, correu muito atrás do adversário, se esgotou, se estafou em campo já no final da 1ª etapa. E quando chegava ao ataque chegava cansada, perturbada, afobada, sem força, pois sempre faltava mais contundência, já que faltava um meia para chegar junto aos atacantes.
Era previsível que essa postura defensiva, doentia, desequilibrada, não se sustentaria por muito tempo na etapa final, pois com a chegada do cansaço, do esgotamento, os erros são inevitáveis na marcação.
O Santos terminou o jogo com 69% de posse de bola. Mas, no 1º tempo, o Santos teve mais de 70% de posse bola.
Chapecoense desequilibrada em campo, correu muito atrás do adversário, se esgotou, se estafou em campo já no final da 1ª etapa. E quando chegava ao ataque chegava cansada, perturbada, afobada, sem força, pois sempre faltava mais contundência, já que faltava um meia para chegar junto aos atacantes.
Era previsível que essa postura defensiva, doentia, desequilibrada, não se sustentaria por muito tempo na etapa final, pois com a chegada do cansaço, do esgotamento, os erros são inevitáveis na marcação.
O técnico da Chape demorou para mexer na equipe. Time cansado.
Foi o que aconteceu aos 16 minutos do 2º tempo, o lateral Cláudio Winck, cansado, escorregou, deu mole na marcação, foi superado pelo Copette, meia do Santos que recém entrara, abriu a defesa do Verdão, e Rodrigão - que não tinha feito nada até então no jogo - mandou para as redes.
Tristeza.
Desmorronou literalmente a estrategia defensiva do técnico da Chape. Equipe apagou em campo.
Acabou aí o jogo para a Chapecoense, meia horas antes do apito final do árbitro.
Ficou sem norte. Tomou o 2º gol na sequência.
Mas, pelo qual isso?
Equipe que jogou para empatar, sofreu o gol cedo, ficou sem chão, sem poder de reação. Não tinha proposta de jogo para envolver o adversário, mas sim para ser envolvida.
Técnico molenga no banco, não mexeu no time na volta do intervalo para mudar o sistema de jogo, para dar sangue novo. Então, foi para as cucuias, foi para o brejo a vaca com corda e tudo.
A estrategia do treinador da Chape foi errada, equivocada, matou a Chapecoense em campo, nesse jogo contra o Santos.
Técnico que não confia no seu taco, transforma a Chapecoense em equipe medíocre em campo, sem poder de reação, no seu primeiro jogo fora de casa.
Mas, técnico da Chape sabe pensar, fazer coisa diferente do que fez ontem, nos jogos fora de casa? Não! Não sabe fazer jogo seguro, com marcação curta, posse de bola e arranque rápido, qualificado com pelo menos 6 jogadores rumo à área adversária.O time chega capenga ao ataque, falta um jogador de meio. Por outro lado, sobra jogadores defensivos em campo e, ainda assim, a defesa, não se garantiu nesse jogo. Isso é equipe desequilibrada.
Essa deficiência é marca registrada do técnico da Chape, está no seu DNA.
Por isso, tem a fama de ser técnico amarelão, de seu time - fazer parte do jogo espetacular - mas de, em regra, no final morrer na praia!
quinta-feira, 2 de junho de 2016
domingo, 29 de maio de 2016
domingo, 24 de abril de 2016
LEITURA EQUIVOCADA DA DIRETORIA DA CHAPECOENSE
Este ano, de 2016, será uma espécie de vestibular do Futebol para a Chapecoense. Ou muda de patamar para estar entre os clubes que lutam na primeira parte da tabela de classificação do Brasileiro da Série A e de olho em vaga para os campeonatos,torneios, copas internacionais; ou continua lutando na parte de baixo da tabela apenas para permanecer na elite nacional, correndo risco iminente, grande, de queda para Série B.
Estou com um pé atrás, ou seja, não estou otimista.
Explico.
Está faltando leitura, visão, à direção da Chapecoense, quanto ao plantel de jogadores que montou para 2016.
A fragilidade do Campeonato Catarinense, com o time colhendo vitórias em cima de clubes desorganizados, tecnicamente fracos, fez a Chape estar na final, e isso baixou a guarda da diretoria, acreditando que já tem um time formado para a Série A do Brasileiro.
Mas, como já é de entendimento pacífico, o campeonato catarinense não serve de parâmetro confiável para o Campeonato Brasileiro, seja das Séries A, B, C ou D.
Vejo, então, a diretoria do Verdão do Oeste perdendo tempo, está atrasada, na definição de contratações necessárias e inteligentes para reforçar o time para o certame nacional.
Existe um oba-oba na imprensa, até na diretoria e nos atletas, uma espécie de cegueira, de que a Chape em 2016 já tem um bom plantel.
Discordo veementemente de que temos time para não sermos atropelados no Brasileiro da Série A 2016.
Acredito, não tenho dúvida disso, que o Guto Ferreira levou a Chapecoense à final do Catarinense 2016 tirando leite de pedra, mas a diretoria do Verdão do Oeste não tem essa leitura; porém, a queda de rendimento técnico do time a partir da metade do returno prova isto que estou dizendo, alertando, ou seja, o Guto Ferreira já tirou o leite de pedra que tinha para tirar, secou a fonte!
E olha que o Guto Ferreira, taticamente, é um bom treinador.
Mas, como que o treinador vai continuar tirando leite de pedra, se:
1 - não temos lateral direito ofensivo, não temos jogada forte pela direita: só o Maranhão, de atacante aberto na direita, é pouco, pois não sabe fazer gol e, ainda para piorar, é individualista;
2 - não temos meia-atacante (camisa 10) incisivo, qualificado, para fazer a diferença;
3 - os volantes Gil e Cleber Santana estão cansados exauridos e não têm reservas à altura;
4 -não temos jogada de linha de fundo pela esquerda, pois Dener é lateral mais marcador, do que ofensivo, e os atacantes pela esquerda que foram testados, - seja Ananias, seja Silvinho -, são pura decepção!
5 - E no comando do ataque só apostar em Bruno Rangel e Kempes é mediocridade sem tamanho.
1 - não temos lateral direito ofensivo, não temos jogada forte pela direita: só o Maranhão, de atacante aberto na direita, é pouco, pois não sabe fazer gol e, ainda para piorar, é individualista;
2 - não temos meia-atacante (camisa 10) incisivo, qualificado, para fazer a diferença;
3 - os volantes Gil e Cleber Santana estão cansados exauridos e não têm reservas à altura;
4 -não temos jogada de linha de fundo pela esquerda, pois Dener é lateral mais marcador, do que ofensivo, e os atacantes pela esquerda que foram testados, - seja Ananias, seja Silvinho -, são pura decepção!
5 - E no comando do ataque só apostar em Bruno Rangel e Kempes é mediocridade sem tamanho.
Então, em resumo, estamos nessa situação.
O momento é, na verdade, de repensar a Chapecoense para a Série A do Brasileiro, pois há interpretação equivocada da diretoria, pelo fato do time estar na final do Catarinense 2016.
Se a diretoria não se espichar, não fizer contratações inteligentes, não trouxer um lateral direito ofensivo, um meia-atacante diferenciado, um atacante pela esquerda de velocidade, um centroavante finalizador e dois volantes que saibam marcar e sair para o jogo, vamos passar vergonha na Série A do Brasileiro em 2016.
É hora, portanto, de mudar isso.
Avante Verdão!
Obs:
Chapecoense q temos em 2016 não é confiável dentro de campo.Sempre q a imprensa local baba,sai de baixo,pois espere o pior.Temor pela Chape.
11:26 - 23 de abr de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
PROBLEMA DE ESPAÇO NA CHAPECOENSE
No futebol,há problema de espaço.Dentro das 4 linhas, pela forte preparação física, falta espaço; fora de campo,quando o ego fica grande.
09:04 - 19 de abr de 2016
Chapecoense tá c/problema de espaço.Nas 4 linhas,o time adversário ocupa todos espaços;fora de campo,atletas da Chape tão c/ ego gigantesco.
09:12 - 19 de abr de 2016
Em resumo, na Chapecoense está faltando humildade aos jogadores e ao técnico, e trabalhar mais, chega de enganação.
09:15 - 19 de abr de 2016
Isso mesmo!
Trabalhar, trabalhar, foco, meta, e abandonar a vida de glamour.
Chega de papelão!
É necessário estar consciente de que é feio, papel ridículo, jogador de futebol entrar em campo e permanecer em campo, de salto alto, molenga, desengonçado, suscetível, dominado pelo inimigo.
Aqui na Chapecoense exige-se jogador que honre as tradições desta terra; que encarne o espírito do Índio Vitorino Condá, valente, destemido, dominador e implacável.
Avante Verdão!
sábado, 16 de abril de 2016
RAIO-X DA CHAPECOENSE. É HORA DE TOMAR DECISÃO
Chapecoense sem Apodi,Vilson, Bruno Silva, Camilo e Túlio de Melo, é uma incógnita, para não dizer, medo.
09:25 - 16 de abr de 2016
Diretoria da Chapecoense tá parada,não fez reposição à altura das perdas,e na base da improvisação pode ser campeã catarinense.Mas isso não cola p/ o Brasileirão.
09:31 - 16 de abr de 2016
Chapecoense não tem titular em 4 posições p/ a Série A do Brasileiro:
-Lateral direito
- meia-atacante
- centroavante
-atacante Lado Esquerdo
09:37 - 16 de abr de 2016
Chapecoense tem q se espichar,trazer meia -atacante p/ tomar conta da camisa 10, e fazer o time jogar. Renan Bressan aceita vir, mas por 2 anos.
09:45 - 16 de abr de 2016
Chapecoense deveria buscar rápido, por empréstimo, o finalizador Leandro Pereira, q tá descontente lá na Bélgica, e quer voltar p/ o Brasil.
09:41 - 16 de abr de 2016
Isso- essas contratações - para início, para começar o Brasileiro da Série A mirando a ponta de cima da tabela, sem sofrer pressão, solavancos e apagões.
Avante Verdão!
domingo, 10 de abril de 2016
DERROTA DA CHAPECOENSE REQUER AJUSTES NO CLUBE, NO TIME, NA DIRETORIA. CHEGA DE OBA OBA!
Metropolitano 2x1 Chapecoense
Lamentavelmente, a Chape perdeu no Catarinense 2016 para um adversário tecnicamente fraco, que lutava contra o rebaixamento.
Foi-se, assim, a invencibilidade de 16 jogos.
Acabou o sonho... o sentimento de frustração muito grande...foi para os ares, virou pó, a oportunidade de fazer história, de deixar o nome gravado de forma indelével no Clube, ou seja, de vencer invicto o Campeonato Catarinense 2016.
Isso revela que temos jogadores medíocres, que não pensam no Clube.
Mas, por outro lado, com essa derrota acabou a farsa, o mascaramento, o deslumbramento que fazia todo mundo cego, para os problemas do time que a invencibilidade escondia.
Chega de "salto alto"!
A realidade volta a ser nua e crua.
Na verdade, desde o início do ano 2016 este time nunca me enganou e continuo com o mesmo pensamento de que a Chape ainda não tem time para se manter na Série A do Brasileiro.
Assim, diferentemente da maioria dos torcedores, acredito que essa derrota veio para o bem, pois a invencibilidade, como já disse, estava escondendo, mascarando graves problemas, deficiências do time em todo os sentidos, e que agora terão quer ser enfrentadas de frente, sem rodeios.
Cuidado, pois as coisas na Chapecoense, com essa derrota, podem ser funestas, e os jogadores que se achavam craques, intocáveis, agora serão duramente questionados, e vamos começar ver quem é quem.
Essa derrota, no curtíssimo prazo, poderá ter um impacto avassalador, fulminante,se não bem administrada, pois o time poderá degringolar, de vez, nessa reta final do campeonato, e o título que já parecia favas contadas, poderá escapar das mãos.
Mas, no curto prazo, penso que a diretoria, finalmente, poderá cair na realidade, fazer uma avaliação precisa do grupo de jogadores, e saber com quem poderá contar para o Brasileiro da Série A, separar o joio do trigo.
Há jogadores perebas no grupo principal da Chapecoense posando de craque, e não passam tecnicamente de engodo, são enganadores, e a diretoria precisa acordar, ser firme, expurgar esses que - se ficarem - poderão rebaixar o time no Campeonato Brasileiro da Série A.
Eu já não aguentava mais ver o time jogar mal, e por alguma razão, no final, se salvar da derrota,e essa enganação continuava inexplicável...mas se sabia que tinha hora para acabar, pois até os deuses do futebol também se cansam dessa patifaria.
Acabou a enganação!
Esse negócio de jogar mal e se salvar, pode dar certo, de algum modo, no Catarinense que os adversários são fracos tecnicamente, mas não existe, não vinga, no Campeonato Brasileiro da Série A.
Então, acredito piamente que está derrota da Chape para o Metropolitano vai redirecionar a diretoria do Verdão, e abrir os olhos para a realidade nua e crua, para a necessidade urgente de contratação:
- 01 lateral direito de verdade (pois, Gimenez e Cláudio Winck, tecnicamente, sem condições de serem titulares do Verdão!);
- 2 zagueiros diferenciados (Rafael Lima está fora, adeus, hasta la vista!);
- 2 volantes de qualidade;
- 1 meia diferenciado, pois Rodrigo Andrade? (só serve para ser reserva);
- 2 atacantes de qualidade, pois Ananias e Maranhão, tecnicamente, são muito irregulares, instáveis. Já Silvinho, Alanis e Kempes são regra 3, e Bruno Rangel é velho todo mundo sabe e, ainda, tem agravante "gosta muito de treinar". kkk
Para terminar, cuidado diretoria com a "casca de banana", no ano em que o dinheiro está jorrando na Chapecoense como água na fonte, a vida costuma pregar peças... e rebaixar o Clube no Brasileiro da Série A, nesse contexto, é imperdoável, e o risco disso acontecer é cavalar, então mãos à obra, para evitar o pior.
Tenho dito.
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