segunda-feira, 15 de junho de 2015

A AGONIA DO TORCEDOR ESTÁ PRESTES A ACABAR?

É duro ser torcedor do time... e saber que o respectivo treinador, tecnicamente, chama derrotas.

E duro saber que o Presidente do time está sem foco:

a) fazendo homenagens para jogador de time adversário, querendo aparecer mais que os próprios jogadores;

b) mantendo os olhos fechados, fingindo não ver o fraco desempenho do treinador;

c) tapando os ouvidos, fingindo não ouvir os sócios-torcedores que clamam por mudança no comando técnico;

d) e sem capacidade de leitura, de prever que, no próximo domingo, o time estará na zona do rebaixamento.

É desesperador...

O time já consumiu a gordura acumulada nos 5 primeiros jogos, ao perder os 2 últimos e, agora, complicou de vez: é praticamente certo, 99%, que perderá, também, o próximo jogo domingo, fora de casa.

No caso de derrota e dependendo da combinação de resultados da 8ª rodada, o time estará na zona da degola já na 8ª rodada, caramba!

Que diabos a diretoria está armando, fazendo neste Brasileirão 2015 que não apreendeu nada com a sofrida campanha do ano passado, em que o time se salvou do rebaixamento por milagre!

Errar um ano é normal pela inexperiência do 1° ano na elite, mas voltar a viver no ano seguinte, outra vez, o desespero da zona do rebaixamento... é burrice!

Veja que situação ridícula estamos prestes a vivenciar: os próprios torcedores entendem que é melhor o time perder domingo fora de casa, se isso for necessário para que a diretoria acorde, tome atitude e mande, de vez, o treinador embora.

Diretoria, pare de ferrar o time!

O torcedor não suporta mais essa agonia de ver seu time do coração sendo comandado por treinador que chama derrotas!


domingo, 14 de junho de 2015

CHAPECOENSE: CURTAS E DIRETAS!

1 - DANILO (goleiro) - a situação está dramática. 

Ele chama desastre. 

Quatro falhas, que redundaram em gol, em sete jogos.

Tomou gol do meio da rua contra:

- Corinthians
- Ponte Preta
- Flamengo
- São Paulo

Danilo tem crédito pela boa campanha do ano passado?
Não!. 

Quem vive de passado é museu. 

No futebol, o atleta tem que provar todo dia que merece estar em campo.

Outra coisa: 

Esse uniforme todo amarelo do Danilo é ridículo, chama atenção dos atacantes adversários, servindo de ponto de referência na hora do chute. 

Chega de ajudar, colaborar com os adversários! Usar um uniforme escuro...cinza ou preto!

2 - Rafael Lima:

Mais uma falha desse zagueiro que vive do passado: não se antecipou, deixou a bola para o Luís Fabiano que armou a bola para o Souza fuzilar, marcar o gol.

3 - Contratação do CLEBER SANTANA:

Não deposito confiança no futebol dele. Ajuda pouco na criação e, o pior, não marca ninguém. Jogador "chinelinho". O time fica muito vulnerável com ele em campo. 

Se mandaram embora o Athos na época, pelo qual trazer outro com esse perfil que a diretoria execra.

4 - A Chapecoense está infestada pelos "AMARELOS".

"Amarelo" é aquele que fraqueja na hora H.

Há diversos jogadores amarelos no elenco, e no time titular. O principal amarelo, ainda, é o treinador.

5 - O principal problema grave da Chapecoense é o técnico:

- O time não engrena.

- A  torcida está dividida, para não vaiar o time em campo, metade dela abandonou os jogos no Estádio, nem comparece.

- Em 2015, caiu em 50% a frequência de torcedores na Arena Condá (sócios e não sócios).

- A qualidade técnica dos jogadores contratados este ano é pior? Não! 

O problema é o técnico, todo equivocado, está ferrando a Chapecoense, e a direção não tem a humildade de reconhecer que trouxe treinador errado.

O treinador chama derrotas. É um desastre...por jogo.

6 - Novo treinador da Chapecoense: 

É preciso pensar nisso!

Como a Chapecoense será derrotada no próximo domingo para o Cruzeiro, no Mineirão, a situação vai ficar preta, insustentável.

É preciso contratar um treinador, acima de tudo, disciplinador (dar um basta nos jogadores acomodados, "chinelinhos", e nos amarelos!), que treine fundamentos do futebol e que saiba armar o time para atacar, "agredir" os adversários. Chega de técnico amarelo!

Na minha opinião, para dar jeito nesse time amarelo da Chapecoense, primeira opção, só trazendo o treinador Leão. É... o Leão!

Marquinhos Santos, Celso Roth e Dorival Júnior (final de linha) são retranqueiros, não acrescentam nada. Melhor trazer o treinador Pingo, que sabe dar padrão de jogo, articulação e posse de bola.

A Chapecoense está iniciando sua queda livre...

É preciso agir rápido, para abortar, enquanto é tempo, a iminente queda para o fundo do poço.

Se não for possível trazer o Leão, então entrega o time para o Celsão!

sábado, 13 de junho de 2015

SÃO PAULO DEFENSIVO ACHA GOL NO INÍCIO DO JOGO, COZINHA A CHAPECOENSE, E VENCE A PRIMEIRA FORA DE CASA

Foto: Chapecoense/Divulgação.

Gente, passei a semana alertando... e aconteceu o que mais se temia, a Chapecoense fraguejou em casa, perdeu o jogo por 1x0 para o São Paulo, gol do Souza aos 5' da etapa inicial, num chute do meio da rua, de rara felicidade, e que o goleiro Danilo, muito adiantado, aceitou.

Após o gol, o São Paulo, que veio para jogar no erro da Chapecoense, administrou, cozinhou o jogo.

Na verdade, o Tricolor paulista não jogou nada, em termos ofensivos; limitou-se a administrar a vantagem, e foi o suficiente.

O São Paulo sentiu-se à vontade no jogo, deixando o tempo passar.

E a Chapecoense, jogando em casa, foi apenas um time lutador, brigador; faltou técnica, faltou lucidez; errou muito, nada deu certo...

O jogo foi fraco tecnicamente, sonolento, enfadonho.

Assisti à partida pela TV, transmissão da Globo São Paulo, e o narrador Cleber Machado e sua equipe estavam visivelmente decepcionados com a qualidade técnica do jogo, com um São Paulo acomodado em campo (deixando o tempo passar), e uma Chapecoense irreconhecível, sem rapidez na transição, lenta pelo meio e bloqueada pelas laterais.

Jogo chato de assistir, incapaz de prender a atenção do telespectador.

A Chapecoense é uma vergonha, está queimando o filme literalmente. 

A  empatia, que o time conquistou ano passado, está sendo destruída; decepção!

Esses nove pontos que a Chapecoense conseguiu em casa é duro dizer, mas foi sorte, milagre. A tendência, se não mudar o treinador, é acabar o 1° turno na zona da degola.

O treinador é muito ruim. Atrapalha tudo!

Melhor seria que o time não tivesse treinador.

O time peca muito na criação, na finalização e na bola parada. Faltou, ainda, pressionar a saída de bola da equipe adversária. 

A diretoria está teimando, insistindo, em seguir nessa lenga-lenga. Mais 3 rodadas e a Chape estará na zona da degola. Mas, é preciso esperar tanto?

Os deuses do futebol já abandonaram a Chape, com esse técnico não tem santo que dê jeito.

Entrega o time já para o Celso Rodrigues, por favor!

O time vai mudar da água para o vinho.

Só para lembrar: as duas maiores vitórias na Série A, fora de casa, foram conquistadas pelo Celsão contra o São Paulo no Morumbi e contra o Fluminense no Maracanã.

Se não houver a mudança já, a Chape vai perder o jogo para o Cruzeiro, no próximo domingo, no Mineirão. 

E, na sequência, vai ser um desastre o jogo contra o Sport, na Arena Condá.

Vamos evitar isso tudo, vamos colocar a Chape nos trilhos.

Ceso Rodrigues Já!





quinta-feira, 11 de junho de 2015

IMINENTE NÓ TÁTICO?

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Nos últimos dias, no São Paulo Futebol Clube não se fala outra coisa, senão a contratação do Osorio.

Direção, torcida e jogadores, todos empolgados, com as primeiras impressões e ações do colombiano, que parece ser de fácil convivência.

O colombiano, embora passe humildade, tem um currículo para ninguém botar defeito, graduado nos EUA, pós-graduado na Inglaterra, curso de treinador da Associação Inglesa e homologado pela UEFA. Tem estágio no Manchester City. É um cidadão que transita, com desenvoltura, pelo mundo da bola anglo-saxão e castelhano.

Contra o Grêmio, na semana passada no Morumbi, o treinador Osorio impressionou... Deu nova dinâmica (circulação) ao time do São Paulo basicamente após uma sessão de treinamento.  Sistema 4-1-4-1. Linhas adiantadas, marcação alta, compactação, aproximação, distribuição, passes curtos e sucessivos por longa duração, posse de bola e triangulações. Joga curto, retomando rápido a bola. Cozinhou o Grêmio. Vitória do São Paulo 2x0.

Agora, o desafio é a grande Chapecoense...

O Colombiano vem disposto a dar um nó tático no execrado, pela torcida,  treinador da Chapecoense.

Saída de bola. 

Como o São Paulo vai cozinhar a Chapecoense, com infindável posse de bola, com as linhas adiantadas, pressão alta, o goleiro Rogério Ceni jogará adiantado, comandará a saída de bola, atuando como uma espécie de líbero.

Agora, ainda surgiu a informação, não oficial: "o São Paulo atuará com 3 zagueiros".

Então, vai pressionar, com certeza!

E o técnico da Chapecoense o que vai fazer para evitar o iminente nó tático do Osorio?

As estatísticas até a 6ª rodada indicam que a Chapecoense é o time que mais erra passes. O ataque e o meio campo não fazem a retenção de bola, não  prendem a bola. A perda da posse de bola é muito rápida lá na frente, não dando tempo para os jogadores, que vêm de traz, subirem, se justarem no ataque. O sistema defensivo está sempre pressionado, e tem falhado principalmente nos jogos fora de casa. O volante Gil e o Denner são os que mais erram passes, desarmam bastante, mas entregam a bola de graça, na sequência... O time atua desequilibrado.

Qual a estratégia do técnico da Chapecoense superar o São Paulo?

No caso de levar nó tático, adivinhe qual vai ser a desculpa do técnico da Chape depois do jogo?

Vide: Treinou com 3 zagueiros.

terça-feira, 9 de junho de 2015

SE O TÉCNICO DA CHAPECOENSE NÃO SE ESPICHAR, VAI ABREVIAR, DE VEZ, SUA PERMANÊNCIA

É semana para colocar a Chapecoense na ponta dos cascos, pois não há jogo no meio de semana.

Há tempo suficiente, destarte, para treinar, à exaustão, mormente ações táticas ofensivas, para enfrentar o São Paulo, no sábado, na Arena Condá.

O jogo será difícil, pra lá de encardido.

Sei que não temos treinador à altura, mas na Arena Condá o torcedor empurra o time às vitórias.

Mas, contra o São Paulo será necessário algo mais, também o treinador da Chapecoense precisa ajudar na parte tática e na estratégia de jogo, pelo menos uma vez, né?

A equipe adversária é forte, atua bem fora de seus domínios, e tem no time várias estrelas.

Além disso, o Tricolor Paulista está motivado, com treinador novo, recém contratado, no caso o técnico Osorio.

Osorio chegou e, na última semana, já comandou o São Paulo na vitória sobre o Grêmio, no Pacaembu, por 2x0.

Interessante a análise tática da atuação do São Paulo contra o Grêmio, in: O começo da Era Osorio: 4-3-3 (4-1-4-1), Linhas adiantadas e posse de bola.

No final do jogo, Osorio falou:

"O que eu mais gostei foi o controle de jogo, através da circulação. A sequência longa de passes consecutivos permitia ao nosso time estar curto e poder competir pela bola quando a perdíamos. Para melhorar, muitas coisas. Mas, em termos gerais, eu fico feliz e satisfeito".

O técnico Osorio é adepto do sistema de jogo 4-3-3, e que vira 4-1-4-1 na recomposição defensiva.

No novo sistema, o meio de campo funciona assim: 

Denilson (ou Hudson) é volante de proteção imediata da zaga; Souza ganha liberdade, ao passo que Ganso retorna para ser o terceiro homem do meio.  Michel Bastos e Wesley são os ponteiros abertos nas extremidades. No ataque, Luis Fabiano, notoriamente mais participativo, como a única referência de ataque, como prega o ideal do ex-treinador do Nacional de Medellín.

Veja a análise tática in: A Prancheta Tática.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

NA CHAPECOENSE, A SEMANA COMEÇA DEVAGAR

A delegação da Chapecoense voltou, no domingo, do Rio de Janeiro.

Nesta 2ª feira, o time titular recebeu folga.

A semana, na verdade, só vai começar na 3ª feira.

Nem parece que terá jogo decisivo, no sábado, contra o São Paulo, na Arena Condá.

Alguém poderia objetar: treinar fundamentos na 2ª feira, nada disso, tem que ter, primeiro, um competente professor! 

Ainda vão contratar o cara...o que está ainda não caiu!

Pois é.

O time titular está de folga, pois jogou muito, teve desempenho fantástico contra o Flamengo. Os jogadores atuaram com sangue nos olhos, com a faca entre os dentes, arrastaram a bunda no chão, comeram grama, deram a vida, se esgotaram física e mentalmente, honraram o manto verde da Chapecoense. 

Fala sério, brother!

Você acha que os caras foram para jogar futebol?

A cidade do Rio de Janeiro é lugar para férias, passear, curtir a vida, ver e contemplar as belezas naturais, nada de stress. Ninguém pensou em futebol, Mano!

A propósito, você notou, viu, as ações táticas defensivas e ações táticas ofensivas da Chapecoense, no Maracanã, contra o Flamengo?

Meu Deus!

Os jogadores da Chape não sabiam o que fazer em campo contra o Flamengo, tremiam como vara verde, a bola queimava nos pés, mais nervosos do que bode embarcado!

Nunca treinaram à exaustão ações táticas defensivas e ações táticas ofensivas.

E será que ainda vão treinar ações táticas?

Fala sério! 

Para perorar: deixa para lá esse negócio de marcação alta, marcação por zona, compactação, aproximação, distribuição e triangulação. Ainda: nada de treinar saída de bola por baixo, pelo alto, inversão de bola, ultrapassagem, over lap e bola parada.

Isso tudo é muito complicado e trabalhoso demais...

Quer saber de uma coisa: a ordem é simplificar!

Você não sabe, desde o início do ano foi estabelecido o sistema pega ratão! 

Método empírico.

Não se ganha ponto fora de casa, mas em compensação na Arena Condá o aproveitamento está 100%.

Isso não vai dar certo por muito tempo...

Mudança já!

Urgente!, contratem um professor!



domingo, 7 de junho de 2015

CHAPECOENSE É UM "TIME MORCEGO", DORME EM CAMPO, QUANDO ATUA FORA DA ARENA CONDÁ; PERDEU MAIS UMA, AGORA PARA O TIME CAPENGA DO FLAMENGO QUE SÓ TINHA UMA JOGADA MANJADA PELA DIREITA


Foto: Chapecoense/Divulgação

Como já era esperado, a Chapecoense fraquejou, amarelou, outra vez!

Que atuação vexatória!, ridícula do Verdão do Oeste fora de casa, perdeu para o tecnicamente fraco, medíocre e irreconhecível Flamengo, no Estádio Maracanã, pela 6ª Rodada do Campeonato Brasileiro da Série A 2015.

Deu Flamengo 1x0 Chapecoense. 

O gol foi anotado pelo Gabriel aos 20' da etapa final,numa sucessão de lambanças da defesa do Verdão do Oeste.

O jogo, tecnicamente, foi horrível. 

Que pelada m...!

Olha, a Chapecoense, atuando fora de casa, é um time de várzea, covarde, dorme em campo, sem perspectiva de que possa conseguir algo diferente do que "derrotas".

Perder para o Flamengo no Maraca seria normal, mas não para esse Flamengo que esteve em campo; é coisa bisonha; é coisa ridícula, muito feia.

A Chapecoense está queimando o filme, nos jogos fora de casa.

A imagem da Chape, - que se tinha da Série A do ano passado, um time guerreiro, lutador, valente, macho-, que buscava vitórias fora de casa, está sendo jogada na lata de lixo...

Tem muita coisa errada no comando técnico da Chapecoense.

A Chape é um time acomodado, sonolento, marasmo total. Time inofensivo, sem confiança, sem ousadia, não tem capacidade para propor o jogo. Se toma gol não tem poder de reação, de mexer no placar!

Outra coisa: tecnicamente falando, o treinador amorcega o time. A diretoria não vê isso, já aconteceu no Catarinense, já aconteceu na Copa do Brasil.

No lance da expulsão do Vilson, a Chapecoense dormiu em campo, sofreu um contra-ataque pelo setor direito do ataque do time da casa, com Marcelo Cirino. Veja: o Flamengo só tinha uma jogada forte no jogo, ou seja, lado esquerdo da defesa da Chapecoense. E o time da Chape foi incompetente para policiar, de fechar o setor. É um time desligado...

Onde estava o Dener?  

Para assumir a lateral esquerda, cadê o Tiago Costa?

Avaliação do desempenho, notas dos jogadores  da Chapecoense:

Goleiro: Danilo 
Falhou no gol do Flamengo, trombou com o Apodi, soltou a bola. Goleiro inseguro em campo, desde o início do jogo. Antes de tomar o gol, Danilo havia falhado em vários bolas aéreas lançadas na área, saíra caçando borboletas. Sem tempo de bola. Nota: 4.

Lateral Direito: Apodi. 
Ridículo, faltoso, muito mal, sempre chegando atrasado na marcação, cometeu um pênalti, que o juiz fez vistas grossas e não assinalou. Ainda, Apodi se atrapalhou com o Danilo no gol sofrido, que lambança! No ataque, desferiu um chute a gol aos 41' da etapa final (aliás, único chute a gol da Chapecoense no jogo com a bola rolando): Nota: 4.

Zagueiro Vilson. Acomodado, desconcentrado, em campo. Foi expulso aos 18' da etapa final. Nota: 3.

Zagueiro: Rafael Lima. Só está no time pelo seu passado; está jogando com o nome. Não passa segurança na zaga. Rifa a bola, dá chutão a esmo. Nota: 3.

Lateral esquerdo: Dener. Tecnicamente é o mais fraco do sistema defensivo. Não dá conta sequer da parte defensiva, e quando se aventura no ataque é desastre. Ridículo na bola parada. Nota: 1.

Volante: Gil. Esforçado, tem raça, mas produziu pouco. Nota: 4. 

Volante: Bruno Silva. Desligado do jogo, faltoso, burocrático. Nota: 2.

Volante: Elycarlos. Apagado. Nota: 3.

Meia: Vagner. Começou a partida mal, a bola queimava nos seus pés. Depois melhorou um pouco, segurando mais a bola na meia cancha, cavando faltas, mas só isso, muito pouco. Nota: 4.

Atacante: Ananias. Tem a missão de dar velocidade, rapidez, agilidade. Apareceu pouco, cochila em campo. Nota: 3.

Atacante: Edmilson. Sequer chutou uma bola a gol. Postura muito defensiva do time. Nota: 3.

Treinador da Chapecoense: Nota: 0,00 (zero). Tecnicamente amorcega o time nos jogos fora de casa, imprime marasmo, sonolência, falta ousadia, pipoca, não tem estratégia eficiente de jogo; tecnicamente é muito fraco, não tem condições de treinar time de Série A; tem desculpa para tudo! Dá raiva, muita raiva, ouvir suas infindáveis explicações após o jogo na coletiva de imprensa. Procura tapar o sol com peneira. Não se manca! É dose para elefante! Enquanto a Chapecoense tiver aproveitamento de 100% nos jogos em casa, a diretoria vai mantê-lo, mas não acredito que dure mais três jogos no cargo. 

Daqui a pouco, os resultados não vão acontecer a favor na Arena Condá, e o time terá que buscar pontos fora de casa. É bom nem pensar nisso!

No próximo sábado, se não vencer o São Paulo na Arena Condá, hasta la vista!

Sabem pelo qual a Chapecoense ainda tem 100% de aproveitamento em casa?  

A responsável por essa façanha, por essa performance, é a torcida do Verdão do Oeste que, na Arena Conda, faz pressão, empurra o time, e acorda morcegos!

Só na pressão!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

NA 1ª MEIA HORA, CHAPECOENSE DEFINIU O PLACAR

Foto: Chapecoense/Divulgação


Ontem à noite, a Chapecoense enfrentou o Joinville na Arena Condá pela 5ª rodada do Brasileirão. Clássico regional. Duelo de Catarinenses, e deu Chapecoense 2x0.

Ananias anotou aos 10' e Bruno Silva aos 28'. Os gols aconteceram na etapa inicial.

Já se sabia de antemão que a equipe da Chape que começou o confronto seria competitiva, com Vagner no lugar de Hyoran e Edmilson no lugar de Roger. Essas modificações, na verdade, aconteceram por pressão da torcida e da imprensa.

Essas modificações já deveriam ter sido efetuadas no jogo anterior, em Campinas, quando a Chape perdeu para a Macaca por 3x1, pois o técnico escalara na formação inicial, naquele jogo, um time frouxo. Os homens de frente, naquele jogo, não produziram nada e ainda deixaram de ajudar, efetivamente, na marcação. Time perdido em campo.

Desta vez, a Chape foi diferente, atuou com muita intensidade na marcação em todos os setores da equipe, bem compactada, bem organizada, não dando espaços para a equipe adversária. Vagner muito bem no jogo. A camisa 10 é do Vagner!

A Chape decidiu o jogo pelo setor direito, com Abuda bem na marcação e no apoio, dando assistência, inclusive, para o gol de Ananias, que completou para as redes de bico, num lance individual típico de futebol de salão.

Pela esquerda, a Chape foi pouco efetiva, embora o Dener estivesse sempre livre, pois o jogador tem muita dificuldade no apoio, não tem qualidade nos lançamentos.

Na etapa final, faltou técnico para a Chapecoense. Se a Chapecoense tivesse um treinador esperto, sagaz, com coragem, teria goleado o Coelho nos contra-ataques, pois o Joinville se abriu, se atirou para cima da Chape. O Hemerson Maria, logo na volta do intervalo, tirou o volante Naldo para entrada do Tiago Luís, passando a atuar no esquema 4-3-3.

Na verdade, a Chape sentiu a falta de um atacante de velocidade, quando o Ananias cansou. O Maranhão entrou, e o ataque do Verdão morreu. O técnico da Chapecoense amorcegou, ainda mais o jogo, com a entrada do Nenén, no lugar do Vagner.

Agora, na próxima rodada a Chape enfrenta o Flamengo, no Maracanã, no sábado. 

E o desafio é grande: buscar pontos, pontuar fora de casa.

Não temos treinador par buscar pontos fora de casa, mas quem sabe com um pouco de sorte, poderemos beliscar um resultado positivo contra o desesperado Urubu da Gávea.

Avante Verdão!




terça-feira, 2 de junho de 2015

NOTÍCIA BOA???

Pessoal, a diretoria está só esperando que duas desgraças aconteçam para demitir o técnico, ou seja, derrotas da Chapecoense para o Joinville, nesta quarta-feira, e para o Flamengo, no próximo sábado, no Maracanã.

Só assim, vamos estar livres do técnico que está custando os olhos da cara, pela eliminação precoce do Catarinense 2015, eliminação precoce da Copa do Brasil 2015, pela redução, estagnação, do n° de sócios-torcedores e pela vergonha que estamos passando com o time, principalmente nos jogos fora de casa.

Pelo fato da Chapecoense ter um técnico que não inspira confiança, o Joinville já conta com os três pontos, na Arena Condá.

Pelo andar da carruagem, a Chapecoense, outra vez, vai ressuscitar o JEC?

O Coelho lanterna vem com tudo, com a responsabilidade de um jogo de final de Copa do Mundo! 

E a Chapecoense vai continuar devagar?

Só a diretoria da Chapecoense não vê que o time não engrena!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

BOLA PARADA DA CHAPECOENSE





Bola parada decide jogo, se houver aproveitamento.

É mágico o gol de falta, a bola passando sobre a barreira e estufando as redes!

A Chapecoense não faz gol de bola parada (seja em cobrança de falta, seja em cobrança de escanteio), e não há perspectiva nesse sentido.

E pelo qual a Chape não tem aproveitamento na bola parada?

A resposta não é simples, há vários fatores a ponderar.

Primeiro, os jogadores precisam ter vocação, talento, para trabalhar com o futebol, gostar do futebol e se dedicar aos treinamentos à exaustão.

Na Chapecoense, no plantel profissional, não vejo jogador com talento nato para jogar bola, exceto o Hyoran e algum outro. Na falta de outra opção para ganhar a vida, os jogadores se enveredaram pelo futebol, sem talento. Por isso, há muita pereba. Uma das boas exceções é o Hyoran, tem talento, mas falta lapidar; é necessário treinador com vocação para encaminhar o piá. Exigir que ele, além de aprimorar os fundamentos do futebol,treine bola parada, de forma incansável. A Chape não tem treinador com vocação, talento, para trabalhar com futebol. 

Na jogada de bola parada, quem não tem talento nato, pode adquirir habilidade, se aprimorar, via treinamento, repetição à exaustão.

Na minha concepção, todo meia-atacante ou meia de ligação deveria saber bater na bola com precisão, ser exímio atleta na bola parada, mas não é o que acontece atualmente no futebol brasileiro.

Já não se tem camisa 10 como antigamente.

Com gol de falta, em cobrança perfeita, o futebol tem mais magia.

Por isso, não temos ídolos nos clubes. Falta saber bater com precisão na bola. Falta magia!

Na Chapecoense a bola parada é uma vergonha!

Atletas, sem amor à profissão, apesar de viverem do futebol, detestam treinamento à exaustão. Preferem ser chamados de perebas!

O treinamento à exaustão, para quem tem algum talento, leva à perfeição.

O exemplo mais feliz é o goleiro Rogério Ceni. O goleiro, quando passou a ser titular no São Paulo em 1996, percebendo que o time não tinha aproveitamento na bola parada, por conta própria ele, além de fazer o treinamento de goleiro, passou a dedicar mais horas do dia às cobranças de falta sobre a barreira.

Conta ele que passou a bater nos treinamentos, em média, 2.500 faltas/mês.

E, só depois de bater, em torno, de 15 mil faltas nos treinamentos, passou a cobrar faltas nos jogos oficiais.

Quem não sabe, pode apreender a fazer, se tiver amor à profissão, à família e ao clube.