sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Leonardo Valencia, meia-atacante

Texto extraído:


http://espn.uol.com.br/post/661870_100-possiveis-reforcos-gringos-para-clubes-brasileiros



"Leonardo Valencia, 25 anos, Palestino. Por que nenhum clube brasileiro foi buscar esse meia? Jogador protagonista, que chama a responsabilidade e não sossega enquanto não tira sua equipe de alguma enrascada. Valencia tem um arremate certeiro de fora da área; além disso é driblador, ótimo assistente e bom finalizador no interior da área. Há um ano, Valencia era só um bom jogador. Neste início de 2017, é um grande destaque sul-americano. Isto acontece pois seu ganho de maturidade em um ano foi excepcional e lapidou vários de seus pontos fortes, mas que eram instáveis no início de 2016."

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

OS OITO PROBLEMAS DA NOVA CHAPECOENSE

Após a tragédia de novembro/2016, a marca Chapecoense tornou-se forte, conhecida mundialmente.

A marca Chape é gigante, mas as pessoas que passaram a administrar a Chapecoense ainda possuem mente provinciana, retrógrada, não acordaram para a nova realidade.

Chape tem seguidores nas redes sociais em todos os países e continentes deste mundo; são de línguas e culturas as mais diversas, mas todos querem acompanhar, conhecer a Chape, porém as pessoas que hoje administram a Chapecoense, volto a frisar, estão limitando, travando, o crescimento da Chape. Veja, o Site Oficial, que é sofrível, continua a prestar informação apenas em Português.

É preciso somar, engajar, e não afugentar, desmobilizar.

Os novos dirigentes ainda não compreenderam, portanto, a nova dimensão da Chapecoense que é mundial. 

Utilizando uma analogia, eu diria que a nova direção vê o Clube PEQUENO e com imagem em baixa definição, mas os seguidores nas redes sociais, que são vários milhões, querem ver a Chape GIGANTE e em alta definição. Ou seja, querem a Chapecoense como protagonista no cenário mundial. Não querem só lembrar da Chape como vítima de tragédia, de sofrimento, mas querem a Chape pulsante, viva, forte, dando alegrias, e que seja sempre muito presente, permanente, no cotidiano de cada um, honrando, com técnica, raça, garra e determinação, os heróis imortais.

Que nada do que aconteceu seja em vão, ou esquecido. Por isso, a Chape deve sempre perseguir títulos. Esse sempre foi o ideal dos heróis imortais.

Meu Deus dê discernimento aos dirigentes da Chapecoense!

A Chapecoense, no momento, tem oito problemas, pelo menos, que precisam ser resolvidos, atacados imediatamente:

1 - SITE DO CLUBE.

Não se pode dizer que a Chapecoense tem um site oficial. É muito precário. É necessário melhorar a qualidade técnica das publicações, inclusive.

A Chape é um Clube mundial. 

Não se tem sequer opção de acesso ao Sítio em outra língua que não o Português.

É preciso disponibilizar em língua estrangeira, pelo menos: Inglês e Espanhol.

2 - NÚMERO DE SÓCIOS:

A Chapecoense deve ampliar, urgentemente, o nº de sócios-torcedores, dos atuais 12 mil para 25 mil.

Era o sonho do Sandro Pallaoro que a Chape tivesse, pelo menos, 15 mil sócios-torcedores, para dar mais estabilidade nas receitas do Clube. 

Vejo a atual direção, com tristeza, por ser perdulária,  e ao limitar o nº de sócios-torcedores em 12 mil, isso é um tiro no pé. 

Ora, pode-se ter até 25 mil sócios-torcedores.

Independentemente da capacidade atual do Estádio, já existe uma estatística segura, confiável que, em média, apenas 70% dos sócios-torcedores vão aos jogos na Arena Condá.

Por exemplo: o Internacional de POA tem mais de 100 mil sócios-torcedores, e o Estádio tem capacidade para apenas 40 mil.

Obs: Quanto aos sócios-contribuintes, apenas, 18 mil é  nº muito baixo. A direção da Chape conseguiu desengajar os outros 50 mil que se cadastraram? 

Que desperdício!

3 - PRESIDÊNCIA DA CHAPE:

Precisamos de um Presidente que saiba transformar, multiplicar, alavancar a Chapecoense.

O atual Presidente tem ideias perdulárias.

A marca Chapecoense é gigante, mas o Clube é pequeno. 

O desafio é tornar a Chape gigante no futebol, como Clube perene e auto-sustentável. 

Urge colocar o marketing da Chape para trabalhar, e elevar, alçar, o Clube ao mesmo patamar da marca que hoje é mundial.

Acorda Presidente! 

4 - DIRETOR EXECUTIVO DE FUTEBOL:

Por enquanto, o Diretor Executivo de Futebol da Chape tem-se mostrado ser grande orador, bom de retórica.

Mas, não é esse tipo de profissional que a Chape precisa.

Precismos de um diretor de futebol que entenda, muito bem, o mercado da bola, para que se faça as contratações que o time precisa.

Necessitamos de um Diretor Executivo que entenda, tecnicamente, de futebol e do mercado da bola.

Cadê o zagueiro técnico, xerife?

Cadê o volante que saiba sair para o jogo?

Cadê o meia-atacante, camisa 10, diferenciado e que faça o time jogar?

Necessitamos de atacantes velocistas pelos flancos, pelos lados do campo, pois só Niltinho e Rossi é pobreza técnica e tática demais. Os dois não têm reservas à altura. Logo, também tendem a perder competitividade, pois não disputam posições.

Hoje, a Chapecoense tem só uma jogada e que, por ser tão conhecida (manjada), já não surte mais efeito. Bola é lançada para o Rossi na ponta direita, dispara na velocidade, cruza para o outro lado do campo, ou faz "chuveirinho", mandando a bola pelo alto para dentro da grande área. 

A Chape de Mancini é só isso, Senhores!

Que barbaridade, a pobreza técnica e tática da Chapecoense são cavalares, frustrantes.

Dói na alma!


5 - TREINADOR DA CHAPE:

Como já disse, em outras oportunidades, Mancini não tem perfil, capacidade técnico-tática, para ser treinador da Chape.

É treinador muito equivocado, ou seja, sempre aposta em ideias furadas; erra demais.

Apostar em Neném, que tem nível de séries D e C, é prova cabal que o treinador está perdido, sem parâmetro, sem opção na meia-cancha. 

O tal de Nadson, também, é decepção incomensurável, ainda não disse a que veio. Foi mal na Série B 2016 pelo Paraná. Ele tem futebol, mas está devendo desde o ano passado, perdeu seu futebol, e não sei se vai encontrar nesta temporada. É uma aposta, até agora, furada!

Na meia cancha não dá para esperar nada de Nadson, Dodô e Neném. 


E o treinador não vê isso?

O Verdão do Oeste necessita de treinador inteligente, sintonia fina, estrategista.

Hoje, a Chape não tem consistência tática. O time joga muito espaçado. Mal escalado (apostas furadas!).

O futebol competitivo, de resultado, hoje em dia, é jogado ocupando uma faixa de 30 metros, com as linhas bem próximas, compactação (entre setores e dentro dos setores), e saindo em velocidade nos contra-ataques.

Mancini, tecnicamente, é uma decepção, há vários anos, não é de agora.

Já no  primeiro clássico, o Mancini levou nó tático do treinador do Avaí. 

Que tragédia anunciada! 

6 - ACESSO AO ESTÁDIO:

A direção atual da Chapecoense sequer consegue dar acesso digno aos sócios-torcedores ao Estádio. Em regra, nos dois últimos jogos oficiais na Arena Condá, o jogo já rolava 20 minutos do primeiro tempo, e ainda havia fila lá fora para entrar. Detalhe: não aumentou, particularmente nesses jogos, a frequência de torcedores ao Estádio (7 a 8 mil torcedores, por jogo, em média), o que piorou foi o atendimento.

7 - PREÇOS CAROS PRATICADOS DENTRO DO ESTÁDIO:

É preciso rever os preços dos alimentos, água, fornecidos dentro do Estádio. Abuso de preços praticados. Por exemplo: R$ 5,00 uma água de 500 ml.

8 - MEIA-ATACANTE:

Não tem como formar um time competitivo, vencedor, sem um meia-articulador diferenciado, meia de ligação, meia-atacante bom na articulação e na conclusão a gol.

Olha o retrocesso. 

Apostar em Neném é voltar ao nível das Séries D e C. 

Isso já é passado. 

Avisa para o ultrapassado, anacrônico, defasado, sonolento, treinador Vagner Mancini, a Chape é um Clube de Série A do Brasileiro.

A direção da Chape, por todos esses problemas apontados, está querendo rebaixar a Chapecoense, logo no ano que o Clube tem o maior calendário dentre todos os clubes brasileiros.

A direção poderá estar jogando fora, de plano, todo um contexto mundial que é favorável (ao Clube), pois as portas se abriram a custas de vidas infelizmente, e parece que tudo pode virar pó em curto prazo, tudo pode ser em vão, se o marketing do Clube não agir, não souber engajar os seguidores, transformar essa empatia, esse interesse em ajudar o Clube, em vantagens financeiras (capitalização).

Dois nomes que a direção de futebol da Chape deve envidar esforços para reforçar a meia-cancha: Leonardo Valência (Palestino - Chile) e Pier Larrauri (Deportivo Municipal - Peru).

Por agora, essas são minhas constatações quanto ao quotidiano da Chapecoense.

Apesar de tudo, tenho forte esperança, de mudança para melhor, em breve, na Chapecoense.

 A esperança é a última que morre.

Avante Chapecoense!

Ações beneficentes em prol da Chapecoense e familiares de vítimas, e doações ao Clube.

NOTA DA CHAPECOENSE 


A Associação Chapecoense de Futebol vem a público para esclarecer - além de agradecer - os valores que já foram recebidos advindos de ações beneficentes em prol da Chapecoense e familiares de vítimas, e doações ao clube. Através do Presidente do Conselho Deliberativo, Gilson Vivian, do Vice-Presidente Administrativo, Ivan Tozzo, e o Diretor Financeiro, Roberto Merlo, num ato de transparência, apresentaram as quantias arrecadadas. 


O total de arrecadações foi de R$ 961.563,98, sendo:

- Da partida amistosa entre Chapecoense x Palmeiras, realizada no dia 21 de janeiro, o valor repassado às famílias será de R$ 641.116,46;
- Sport x Figueirense, pelo Brasileirão de 2016, R$ 96.840,00 foram arrecadados.;
- “Lance de Craque”, promovido por D’alessandro, R$ 41.724,03;
- Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que destinou à Chape os valores arrecadados dos julgamentos realizados no mês de dezembro, foram R$ 36.500,00; 
- Do Torneio Florida Cup, R$ 93.300,00;
- Fundação Casper Líbero, R$ 4.000,00;
- Por fim, de valores diversos, o clube recebeu R$ 48.083,49. 

Além desses valores, que já foram repassados ao clube, há benefícios que foram confirmados, mas ainda não estão em posse da Chapecoense. 

- Renda advinda do “Jogo das Estrelas”, promovido por Zico em 28 de dezembro de 2016; 
- Renda do “Jogo da Amizade”, disputado entre Brasil e Colômbia no dia 25 de janeiro de 2017; 
- Doações de empresas, também no jogo Brasil x Colômbia - questão que ainda está aberta no que tange o percentual que será repassado às famílias. 

domingo, 22 de janeiro de 2017

NOVA CHAPECOENSE 2017 EMPATA COM PALMEIRAS, NO 1º AMISTOSO DO ANO

Ontem, sábado 21/01/2017 a Arena Condá foi palco de muita emoção antes do início do jogo amistoso com o Palmeiras. 

Houve homenagem às vítimas da tragédia; estavam presentes os familiares dos Heróis Imortais que receberam as medalhas pelo título Copa Sul-Americana e puderam ter contato com o Troféu de Campeão da Copa Sul-Americana 2016. 

E foi apresentado o novo plantel da Chapecoense para 2017 (ressurgimento da Chape).

O ano de 2017 será intenso para a Chape, pois disputará:

- Copa Sul-Minas
- Campeonato Catarinense
- Copa Libertadores
- Recopa Sul-Americana
- Copa Suruga
- Campeonato Brasileiro da Série A
-Copa do Brasil
- Copa Sul Americana
-Troféu Joan Gamper

Após as homenagens, a bola rolou no gramado da Arena Condá.

O confronto, denominado Jogo da Amizade, terminou empatado, placar 2x2.

Como eu já havia escrito recentemente, desde o acesso do Palmeiras e da Chapecoense em 2013, quando foram campeão e vice, respectivamente, da Série B 2013, os caminhos, trajetórias desses Clubes têm-se entrelaçado. 

Os dois Clubes têm uma aura, uma força espiritual que revela proximidade, e seguem caminho, trajetória, performance, com grande semelhança. Por isso, quando um vai bem, outro também. 

Ainda, ambos são campeões em 2016 e estão na Copa Libertadores.

São os Clubes que mais cresceram nesses últimos anos, em termos relativos.

Fora de campo, a Chape teve um acidente de percurso em 2016. 

O Palmeiras estendeu a mão neste início de 2017, confirmando ser co-irmão, nesta reconstrução da Chape.

A aura de sucesso de ambos tem tudo para continuar crescendo...

A renda do jogo amistoso de ontem ficou para a Chapecoense, que será destinada 50% do valor líquido para as famílias vítimas da tragédia e outra parte para reconstrução da Chape. 

O Palmeiras, ainda, emprestou 3 jogadores para a Chape até o final do ano de 2017. 

O Verdão do Allianz Parque, com certeza, ganhou mais empatia e seguidores, em todas as partes do mundo.

Obrigado Palmeiras!

Chapecoense 2 x 2 Palmeiras, Melhores Momentos, Amistoso 2017

Chapecoense 2 x 2 Palmeiras - Gols

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

CHAPECOENSE 2017 - MÉDIA DE IDADE DO PLANTEL - 24 ANOS

GOLEIROS - média idade: 25,66 anos

- Elias - 21 anos
- Artur Moraes - 36 anos
- Luiz Felipe - 20 anos (base)

ZAGUEIROS -média: 21,57 anos

- Grolli - 27 anos
- Luiz Otávio - 24 anos
- Fabricio Bruno - 20 anos
- Nathan - 21 anos
- Hiago - 19 anos (base)
- Vinicius - 19 anos (base)
- Scalon - 21 anos (base)

LATERAIS -média: 23 anos

- Zeballos - 24 anos
- Diego Renan - 26 anos
- Reinaldo - 27 anos 
- João Pedro - 20 anos
- Gabriel - 18 anos (base)

VOLANTES -média: 23,62 anos

- Moisés Ribeiro - 25 anos
- Moisés Gaúcho - 22 anos 
- Amaral - 30 anos 
- Andrei Girotto - 24 anos
- Lucas Marques - 21 anos 
- Lucas Mineiro - 20 anos (base)
- Andrei Alba - 22 anos (base)
- Luiz Antonio - 25 anos

MEIAS -média: 26 anos

- Neném - 34 anos
- Martinuccio - 29 anos
- Nadson - 27 anos
- Dodô - 22 anos
- Osman - 24 anos
- Bryan - 20 anos (base)

ATACANTES - média: 24,25 anos

- Rossi - 23 anos
- W. Paulista - 32 anos
- Túlio de Melo - 31 anos
- Niltinho - 23 anos
- Arthur - 24 anos 
- Wesley Natã - 21 anos (base)
- Perotti - 19 anos (base)
- Lourency - 21 anos (base)

sábado, 7 de janeiro de 2017

ELENCO PARA 2017 - NOVOS CONTRATADOS - CHAPECOENSE

Se apresentaram em Chapecó, ontem, sexta-feira - 06/01/2017- o total de 15 novos contratados.


Goleiro - ELIAS (ex-Juventude)

Laterais: ZEBALLOS (ex-Defensor-URU), Diego Renan (ex-Vitória-BA)

Zagueiros: Grolli (ex-Ponte Preta), Fabrício Bruno (ex-Cruzeiro), Luíz Otávio (ex-Luverdense)

Volantes: Andrei Girotto (ex-Kioto/Japão), Amaral (ex-Coritiba), Moisés Gaúcho (ex-Grêmio)

Meias: Osman (ex-América-MG), Dodô (ex-Figueirense), Nádson (ex-Paraná)

Atacantes: Niltinho (ex-Criciúma), Rossi (ex-Goiás), Wellington Paulista (ex-Fluminense)


Última atualização: 10:28 h
-Foi apresentado ontem, também, a 16ª contratação: volante Lucas Marques (ex-Inter) que estava sem Clube.


domingo, 1 de janeiro de 2017

O ANO DE 2017 É O GRANDE DESAFIO DA CHAPECOENSE

E qual o desafio da Chape em 2017?

É não decepcionar os milhões de seguidores nas redes sociais, as dezenas de milhares de sócios, e manter-se na elite, na Série A  do Brasileiro - o grande e principal desafio.

Chape terá que manter o nível de excelência conquistado, dentro de campo e fora das 4 linhas, e mais que isso crescer, adaptar-se às novas necessidades e oportunidades.

Cabe lembrar aqui o saudoso Presidente Sandro Pallaoro que, em suas entrevistas - manifestações na imprensa - sempre fazia questão de frisar, de realçar, reforçar: a Chapecoense tem um desafio capital de manter-se na Série A em 2017 e 2018, ou seja, atravessar esse período incólume, para dar um salto de qualidade a partir de 2019.

O que vai acontecer a partir de 2019?

A verba de TV, a partir de 2019, passa a ser distribuída no novo formato, no novo sistema, onde haverá menor discrepância, menor diferença, entre os grandes clubes e os pequenos.

Vale dizer, a distribuição da cota de TV, entre os Clubes da Série A, a partir de 2019 será da seguinte forma: 40% do montante total será distribuído de forma igualitária entre os clubes, 30% por desempenho na temporada anterior e 30% por audiência.

No novo sistema de distribuição de verba - Cota de TV -  a Chapecoense passará a ter, pelo menos, o dobro do que recebe atualmente.

Por isso, há muita coisa em jogo em 2017, que exigirá do time, da diretoria, da torcida, da comissão técnica, e das forças vivas da sociedade, esforço diuturno, redobrado para continuar a trajetória de crescimento da Chape.

Temos que honrar, defender, os heróis imortais que fizeram da Chape campeã, que derramaram suor, sangue e deram suas vidas literalmente pelo crescimento do Clube, e que nada disso seja em vão!

Mãos à obra e boa sorte Chapecoense, a partir deste ano que se incia, hoje.

Avante Verdão de Santa Catarina, do Brasil e do Mundo!