segunda-feira, 9 de novembro de 2020

JOGA FEIO, FUTEBOL DE RESULTADOS, PRAGMÁTICO, MAS É O QUE IMPORTA PARA ASSEGURAR O RETORNO À ELITE DO FUTEBOL BRASILEIRO

 

Veja, os téoricos falam em futebol posicional x futebol funcional, e se deleitam nessas teorias.

Sendo torcedor da Chapecoense, tenho que encampar o pragmatismo de sobrevivência: futebol reativo.

O futebol é muito competitivo no Brasil, e nivelado por baixo. 

Se o Brasil é o celeiro de novos talentos, mas todos nossos talentos são desperdiçados, saem logo do País, assim que completam 18 anos de idade.

Lá fora perdem o improviso e a criatividade. Por isso, a Seleção Brasileira de futebol vem sofrendo demais com eliminações constantes, precoces, nas Copas do Mundo e nas Olimpíadas. Falta qualidade na hora decisiva. 

Para lidar com a falta de talentos no futebol profissional nos certames nacionais e aliado ao problema financeiro, em face dos problemas estruturais  e conjunturais do Brasil nossa moeda vale pouco no cenário internacional, o que sobra - nesse contexto difícil - para os clubes médios é a opção pela prática do futebol de resultado, nos certames que participam.

Então, o que vem a ser o futebol reativo?

O treinador da Chape e o futebol reativo. Escrevi, há pouco no meu twitter:

Desempenho da Chape: Surpreende desempenho da Chape atuando fora de seus domínios.É a equipe q mais somou pontos fora de casa e
m 10 jogos (5V, 4E, 1D).Mas, atuando em casa foram até agora em 10 jogos (6V, 4E, 0D).Time joga futebol reativo, não propõe jogo,dá certo fora de casa.
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Das equipes q jogam futebol reativo, matar jogo no contra-ataque, Chape tem diferencial, seu sistema defensivo; perdida posse bola todos combatem rápido, compactando, tirando espaços, dificultando ações do adversário, sofrendo poucos gols. Se faz gol,é quase certo q ganha o jogo.
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Claro q sistema e estratégia de jogo da Chape tem sido profícua, vencedora, pois, além de seguir à risca tudo isso, há esmero, busca de perfeição no passe, primeiro fundamento do futebol é acertar o passe (se o passe não funciona, não tem sistema jogo, nem estratégia q dê certo).

quarta-feira, 6 de maio de 2020

TODA CRISE GERA PERDAS SIM, MAS TAMBÉM GERA GRANDES OPORTUNIDADES: O "PULO DO GATO"

Eu não canso de dizer ...

2019 foi o ano que Chapecoense perdeu o rumo...direção acéfala... presidente lunático, despreparado, esbanjador e teimoso foi reconduzido em dezembro/2018; falta de planejamento, malversação dos recursos, contratação de jogadores velhos, esclerosados, acomodados, avessos a treinos e trabalho; time sem preparo físico, falta de intensidade, morto em campo temporada toda.  Mas tudo, tudo, frise-se, chancelado pelo famigerado Conselho Deliberativo que é composto por centenas de "maria vai com as outras".

O Conselho Deliberativo da Chapecoense é problema grave, deve ser repensado, não funciona, não tem discernimento, é meramente homologador do status quo. Se tudo está fora dos trilhos, vai continuar fora dos trilhos, até a desgraça acontecer; não é capaz de antecipar solução por iniciativa própria, corrigir, de dar uma guinada rumo ao caminho certo!

Outra coisa:

Pessoal, é uma tortura...ler o Estatuto da Chapecoense. Alguém já tentou fazer a leitura de todos os artigos do Estatuto? Barbaridade!
A impressão que tenho ...é que foi redigido por inaptos, por rábulas ou bêbados. É uma peça que atropela o vernáculo, texto mal redigido, mal concatenado, falta estruturação, falta sistematização; é sofrível, texto confuso, não prima pela clareza, objetividade... linguagem arrastada, foi feito para confundir ...; é literalmente um amontoado, incompreensível!

Mas, os 2 maiores... erros da Chapecoense em 2019 foram as contratações do Ney Franco e Marquinhos Santos. O primeiro, é adepto do sistema de jogo muito ofensivo, posicionamento do time muito ofensivo, e com jogadores velhos, sem intensidade, preparo físico deficiente, posições carentes, sucumbiu; o último, é uma aberração tecnicamente falando, incompetente, treinador retranqueiro, incapaz de extrair o melhor dos jogadores, treinador "pato manco", deficiente tecnicamente, joga por uma bola no ataque, chama o adversário para cima, não sabe armar o contra-ataque letal, time não faz gol, mas sempre sofre gol (defesa falha, não suporta tamanha pressão adversária, água mole, pedra dura, tanto bate até que fura), torna o seu time presa fácil.

Contratar um deles na temporada já é risco muito grave, agora trazer os dois - na mesma temporada - foi desgraça total!

Só quem é nécio, biruta total, que tem entendimento nulo, zerado do futebol para contratar os 2 na mesma temporada. Isso aconteceu na Chapecoense 2019, infelizmente. Desgraça cavalar.

São muitas mazelas...que levaram a Chape para o fundo do poço.

Mas, como está 2020?

Veja, 2020 começou muito mal para Chapecoense.

1- Direção de futebol inapta.

2- Começou mal, pois foi contratado em novembro/dezembro 2019 treinador anacrônico, ultrapassado, superado, carcomido. 
Eu avisei, antes da contratação ...que a escolha do treinador seria, deverás, equivocada, pois virou treinador errático, falastrão, retranqueiro, caduco.

3- Montagem do elenco com reposição, contratações de perebas nível série C e caros.

Então, todo mundo viu o que aconteceu na primeira fase do Catarinense 2020: Chape rabeira do certame, amargando a lanterna, time com jogadores cagões, perebas, torcedor se ausentou da Arena Condá. Sofrimento extremo!

Foi necessário corrigir o rumo ...demissão do treinador. 
Veio novo treinador e demissão do gerente de futebol. 
Valorização dos jogadores da base. 
Com jogadores da base em campo, Chape saiu das últimas posições e cravou vaga nas quartas-de -final do Catarinense 2020 para confronto com o Avaí.
Veio a pandemia do coronavírus. Tudo paralisado.
Se estava difícil, ruim, com direção de futebol errando demais, ficou mais difícil com a paralisação do campeonato, sem jogos, sem TV, perda de patrocinador, problema financeiro. Direção recorreu ao famigerado Conselho Deliberativo e conseguiu autorização para contrair empréstimo, antecipação de receitas com taxa de desconto (juros), ou seja, a receita prevista ficou menor ainda.

4 - Mas, toda crise tem 2 lados. 

A crise geral gera perdas para a grande maioria dos clubes, mas também gera grandes oportunidades!

Neste momento que a maioria dos clubes está fragilizada, é hora daqueles que têm direção de futebol inteligente fazer a diferença!

A crise gera oportunidades fabulosas!

Então, se a direção de futebol da Chape trabalhar antenada, com extrema dedicação, foco e inteligência no mercado da bola e patrocínios,  abrir a mente, poderá dar o "pulo do gato" e alçar a Chapecoense a voo maior nesta temporada, ou seja, ao final retornar o Clube à elite do futebol brasileiro, se tiver Campeonato Brasileiro da Série B 2020.

Agora, é hora de ser águia, olhar tudo lá de cima, visão ampla, olhos de lince, planejar, entabular os próximos passos, aproveitar o mercado, lutar por novos patrocinadores, fazer as contratações que farão a diferença (necessário apenas 4 contratações, em princípio, 2 atacantes de velocidade, beirada de campo, para quebrar a marcação adversária, um lateral esquerdo forte na marcação e no apoio, e um atacante de área com cheiro de gol, "matador"). Se ocorrer isso, Chape disputará a Série A 2021, elite do futebol brasileiro!

Será que dá para acreditar, sonhar com o "pulo do gato" dessa diretoria da Chape, para aproveitar as oportunidades que se abrem nessa crise da pandemia?


Diretoria faça a diferença!

Avante direção da Chapecoense, APROVEITE AS OPORTUNIDADES, mostre serviço!

Obs:

A direção da Chape 2020 ainda não publicou o Balanço Financeiro de 2019 da direção anterior que gerou déficit cavalar e rebaixou o Clube. O prazo, para publicação tempestiva, expirou dia 30/04/2020.  Até está data, 06/05/2020, não aconteceu a publicação. Isso depõe contra a transparência.

sábado, 25 de abril de 2020

2020 ANO ATÍPICO NO FUTEBOL, O QUE CHAPECOENSE FARÁ PARA SUBIR?

Não consigo admitir a Chapecoense fora do Campeonato Brasileiro da Série A. 

Mas, neste ano de 2020 Chape está fora da Série A (nacional) - terrível isso - graças ao caduco ex-presidente e ao tecnicamente fraco treinador Marquinhos Santos (conseguiu rebaixar a Chape com 19 jogos de antecedência, bota incompetência nisso!).

Então, qual é o caminho mais curto para voltar à elite do futebol brasileiro neste ano?

Pois é.

Ainda está em tempo de reunir e otimizar os fatores que farão o retorno da Chape à Série A do Brasileiro no final deste ano. A sorte ainda não foi lançada!

Mas, o que é preciso fazer?

Primeiro, a Chape tem que ter um profissional específico de inteligência para  mapear, colher informações precisas acerca do que os outros 19 clubes da série B estão fazendo para buscar o acesso; identificar quais fatores, de forma objetiva, são os pontos fortes dos concorrentes e superá-los nesses pontos (neutralizar).

Como neutralizar?

Buscar, dotar a Chapecoense de fatores similares e até melhores do que os concorrentes têm. 

Temos que desmistificar, deixar claro, que "dinheiro não ganha campeonato". Se dinheiro ganhasse campeonato o Palmeiras seria sempre campeão brasileiro,  e não o é.

Chape subiu, pela primeira vez, à Série A do Brasileiro, em 2013, sem dinheiro!

Então, o acesso da Chape -daqui para frente- virá por outros fatores que não o dinheiro: gestão competente!

O desempenho técnico do Clube é formado por fatores que entram em campo e fatores extracampo.

Fatores extracampo: 

- Otimização do recursos;

- Formação do plantel e comissão técnica competentes tecnicamente;

- É necessário feeling, tirocínio, precisão nas contratações;

- Contratar jogadores com características específicas de futebol (valências), por exemplo: 

1) drible fácil, domínio de bola (lucidez), precisão no passe, velocidade, agilidade, evolução em campo (futebol objetivo, vertical, agudo, rumo ao gol,  finalização com precisão);

2) imposição física, velocidade, agilidade, poder de recomposição e resistência física;

3) posicionamento tático estratégico, preciso no tempo de bola, agilidade, velocidade, visão de jogo, inteligência, cumprir várias funções táticas, distribuição de bola com rapidez e eficiência;

4) agilidade e velocidade no ataque e na recomposição.

- Rede de contatos, com informações relevantes, de qualidade (informantes e olheiros);

-Investir em contratações baratas mas com potencial de retorno técnico-financeiro grande, alto (pouco custo e grande retorno técnico-financeiro);

- Contratar jogadores que possuem grande potencial técnico (características específicas de futebol), mas que estejam em baixa nos seus clubes ou esquecidos (contrato de empréstimo gratuito, subsidiado);

- Contratar jogadores livres, que possuem talento (nível diferenciado), mas que buscam uma 2ª (segunda) chance na carreira para demonstrar o talento que possuem;

- Ficar antenado nas contratações ...que pode aparecer um milagre, passar um cavalo encilhado, aquele que só passa uma vez na vida (tem q montar rápido, pois pode escapar!);

- Contratar, por empréstimo, revelações da base de outros clubes que precisam ganhar experiência;

- Ter uma rede de "olheiros" vinculados à Chape;

- ter um profissional que acompanha diariamente as mídias sociais (discussões que envolvam a Chapecoense), pois muitas das fraquezas identificadas que chapecoense precisa superar e soluções para otimização do desempenho, estão estão sendo discutidas nas mídias sociais e, como dito, são apontados os caminhos e as soluções. O clube deve estar antenado e aberto (ter esse feedbach);

- Fazer mais, melhor e com menos recursos (fazer, obter, em cada ato ou ação, o extraordinário, e não apenas o normal, o trivial);

- Conseguir mais um patrocinador nas camisas, além dos atuais;

- Contratar e ter comissão técnica competente.

Fatores que entram em campo ou relacionados com as 4 linhas:

- Ter jogadores com capacidade técnica de entregar resultados esperados (conquistas); apresentar desempenho técnico esperado, para que sejam conquistadas as metas estabelecidas pelo Clube no certame.

- Comissão técnica competente...é meio caminho andado.

A comissão técnica perde jogo, quando não consegue extrair futebol dos atletas, em face de utilização de peças erradas, posicionamento tático equivocado, e estratégia furada.

Posicionamento tático:

- Esquema tático, em si, não pode ser rotulado ofensivo ou defensivo;
- É defensivo ou ofensivo o posicionamento da equipe em campo;

- Todo jogo perdido (derrota), por mais que haja entrega em campo dos atletas, é fruto de fraqueza do treinador, que colocou equipe desequilibrada em campo, em face de deficiência, erro, no posicionamento tático da equipe e equívoco na estratégia utilizada. 

- Posicionamento tático defensivo:


Erro individual de jogador decide jogo, pode sim, principalmente quando time joga - com posicionamento tático defensivo - por uma bola no ataque, chamando o adversário para cima, ficando acuado no próprio campo de defesa. Se não fizer gol no contra-ataque (jogando por uma bola no ataque) -fatalmente perde o jogo, pois "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". 

O time com posicionamento tático defensivo esgota física e mentalmente os seus atletas, por estar desequilibrado em campo (não consegue ter posse de bola, não consegue pegar o rebote - a 2ª bola). 

Correr sem posse de bola (atrás dos adversários) - time desequilibrado - desgasta fisicamente mais do que correr - com domínio do jogo - com a posse de bola.

Por isso, para mim treinador defensivo - que joga por uma bola no ataque - é lixo. 

Treinador defensivo, em regra, perde 55% do jogos, empata 30% e vence 15%, isso é uma inversão de valores e metas (desempenho medíocre, rabeira). 

O treinador que adota posicionamento defensivo do time, jogando por uma bola no ataque, é perverso; aceita pressão do adversário, abre mão da posse de bola, chama o time adversário para cima, e qualquer erro da zaga, sofre gol, fica em desvantagem no placar, e não tem forças para reagir, perde o jogo, pois o time foi escalado sem força ofensiva.

Então, esperamos que Chape entre na Série B  2020 escoimada desses vícios, livre desses defeitos, para  ser protagonista; que tenha o controle das partidas (jogos) para conquistar o acesso!

Avante Verdão!